Showing posts with label genealogia. Show all posts
Showing posts with label genealogia. Show all posts

Saturday, July 21, 2012

Contributos genealógicos: a avó Yo-Nander-Tal...

cujo sangue se caldeou com um Cro-Magnon e deu origem a Peres-Correias, Sousa-Brandões, Bernexes e Serpa-Pimentéis...

Já por duas vezes aqui se disse que era Cro-Magnon pelo lado do pai e Neanderthal pelo lado da mãe, mas nunca se mostrou o retrato... Felicíssimo e único registo onde se pode ver a senhora a limpar o alpendre, enquanto não chove...




















(1. «Já uma vez aqui se disse que...», neste «blog»; 2. Composição a partir da imagem existente em «Neanderthals Self-Medicated?» - National Geographic, ontem)

Saturday, June 30, 2012

Já uma vez aqui se disse que...

era Cro-Magnon pelo lado do pai e Neanderthal pelo lado da mãe, coisa que agora se confirma pelo hábito que a sua mãe tem de roer as unhas. Está visto que é tique que lhe ficou na massa do sangue provindo de uma avoenga Neanderthal que roía cascas de árvores. Imitações. Hábitos que se transmitem e que mais uma vez provam a sua ascendência muito antiga!


(1. A notícia: «Dentes de um australopiteco revelam que roía cascas de árvores» - Público de ontem; 2. Já uma vez aqui se disse que «Era Cro-Magnon pelo lado do pai...»)

Wednesday, May 09, 2012

Era Cro-Magnon pelo lado do pai...

e porque tinha a pele branca e os cabelos ruivos da mãe o mais certo era ser também Neanderthal… Tinha, pois, uma ascendência muito antiga!


(A propósito: «Cro-Magnon» e «Homem-de-neandertal» - Wikipedia)

Saturday, November 13, 2010

O triste fim de Zé Parolo

Panoramix só tinha medo que o céu lhe caísse em cima.

Muito antes, há 65 milhões de anos, os dinossaurus foram-se por causa de um paralelepípedo que Deus, distraidamente, pontapeou para fora da sua órbita.

Mas nem sempre é ou foi assim, também há coisas que caiem cá em baixo. É conhecido o triste fim de Zé Parolo que apanhava piriscas do chão em tudo quanto era lado. Um dia, em que passava junto ao jardim botânico lá da sua terra (Porta-do-Cavalo), saboreando uma barona que momentos antes voara dum carro em andamento, olhos postos nas muitas estrelas do céu, cogitando, uma árvore… genealógica caiu-lhe em cheio nos costados e, vai daí, foi-se desta para melhor. Finou-se. Dizem que a árvore já levava três séculos de existência, mais coisa menos coisa. Ora isso é muita gente em cima de um pobre, não acham!?


(1. Pirisca ou barona: o mesmo que beata (ponta) de cigarro; 2. E o que é isso de «árvore genealógica»? - A resposta na Wikipedia)