Vem o título a propósito das explicações dadas ontem pelo primeiro-ministro na Comissão Permanente da Assembleia da República.
Mas não basta só dizer que se está ao leme. É preciso mais.
Num excelente artigo de opinião, publicado no Público de ontem e não limitado a assinantes, Agostinho Lopes aborda o problema dos incêndios de uma forma séria e objectiva, coisa que tem faltado por aí, a começar pelo governo.
De uma forma resumida podemos dividir o artigo em três partes:
I – O escamotear do problema dos incêndios com “bodes expiatórios velhos” e “bodes expiatórios novos”.
II – Respostas necessárias mas não suficientes que poderiam ter outra eficiência no combate aos incêndios.
III – Resolver as razões estruturais e primeiras dos incêndios que têm sido ofuscadas e mascaradas.
E a conclusão que tem a ver com as opções políticas da direita.
(1. O artigo de opinião: «Fogos florestais: descoberto um novo bode expiatório» – Público, Opinião de Agostinho Lopes, em 2025/08/27; 2. O primeiro-ministro esteve ontem na Comissão Permanente da Assembleia da República: «"Devia ter adiado a Festa do PSD": perante críticas no Parlamento, Montenegro diz que esteve "sempre ao leme" nos incêndios» (TODO O DIRECTO) – SIC Notícias de 2025/08/27;
3. A propósito: a) «BUPi – Balcão Único do Prédio»; e b) «ZIF – Zonas de Intervenção Florestal» – ICNF;
4. Nota: fotografia da imagem televisiva da ARTV e desenho a lápis do autor, colorido digitalmente.)
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