Saturday, July 18, 2026

Resultados dos exames nacionais. Alunos admitem pedir a consulta dos exames

Portugal, Verão de 2026.

Afinal o que correu mal nos exames? Foram só as falhas na digitalização das folhas de resposta, os erros nas convocatórias dos professores classificadores e os problemas no acesso à plataforma para correcção das provas? E agora os atrasos? Assim, coisas fáceis de resolver? Claro que não.

“Foram falhas estruturais e sistémicas na plataforma em termos de engenharia de “software” que comprometeram a sua fiabilidade, integridade e transparência e, inclusive, a validade jurídica das classificações” (1. f)) – tudo isto não são falhas mas feridas de morte. Como compreender, por exemplo, que um dos intervenientes – o Júri Nacional de Exames – homologue exames com a classificação de “suspenso” num aluno? 

Mas mais grave ainda, porque é prática que veio para ficar, são os exames baseados em respostas de escolha múltipla, os fracos conteúdos, as “questões que não exigem conhecimento abstracto e crítico(2), um ensino que promove uma deficiente argumentação, reflexão e escrita, com inflação de notas (o que agrada a pais e alunos), e cuja classificação agora por “itens” (sem qualquer visão de conjunto) vai dar à IA Generativa “milhões de instruções gratuitas(2) e dispensar futuramente a correcção dos professores – no fundo, a destruição da Escola, a degradação do conhecimento.


Fazendo de conta de que as provas estão todas classificadas e que todas as notas foram afixadas ontem, dia 17 de Julho (sabemos que não é assim), como anunciou o ministro mas remetendo a responsabilidade da sua publicação (passando a bola) para o Júri Nacional de Exames (o que é feio e lhe fica mal) e ao fim da tarde para os Directores das Escolas (pior ainda), a desgraça deste ministro (e, já agora, deste governo) parece não ter fim:

– A saída das primeiras notas foi prometida pelo ministro para as 19h30;

– Por volta das 18h44 soube-se que as notas do 9.º ano, que não contam para o acesso ao ensino superior, não iam ser afixadas; 

– Às 19h35 soube-se que há provas sem nota com a sinalização de “suspenso” no aluno;

– Dois minutos depois, a Carnaxide chegavam os resultados dos exames mas faltava afixá-los nas pautas e migrar os dados para a plataforma;

– Às 20h45 o ministro está a ser entrevistado na SIC Notícias e começa a ser cansativo ouvi-lo!;

– Às 21h09, escolas em Coimbra começam a afixar as notas;

– Às 21h12 chegam a Vila Nova de Gaia os primeiros ficheiros, mas algumas escolas já fecharam antes de afixar as notas;

– Às 21h25 a Escola Secundária Avelar Brotero, em Coimbra, afixa as pautas; e às 21h31, na Guarda, as pautas estão a ser afixadas mas ainda não estão acessíveis;

– Escolas dizem que vão a trabalhar até à meia-noite;

Concluindo: um espectáculo que deixou alunos, encarregados de educação e o país em suspenso. Deprimente!

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b) «Classificações chegaram esta noite mas não para todos» (COM O VÍDEO: “PRIMEIRAS NOTAS COMEÇARAM A SAIR ÀS 21H20”) – RTP Notícias de 2026/07/18;

c) «EduQA garante que escolas receberam exames nacionais, mas haverá provas sem nota» (“O EduQA garantiu que as notas foram entregues às escolas ainda esta sexta-feira até às 19h30, mas que as provas com itens em falta - em consulta, reapreciação ou reclamação - serão sinalizadas como em "suspenso".”) – RTP Notícias de 2026/07/17;

d) «"Não há razão nenhuma para que hoje não sejam publicadas todas as notas." Calendário do Superior mantém-se» (“O ministro da Educação esteve esta sexta-feira no Parlamento a responder aos deputados no debate de urgência pedido pelo PCP sobre os exames nacionais.”) – TSF Rádio Notícias de 2026/07/17;

e) «Alunos que pedirem reapreciação dos exames têm mais três dias para concorrer ao superior» (“Informação relevante para estes alunos, tendo em conta que os sindicatos de professores preveem uma avalanche de pedidos de reapreciação dos exames nacionais do ensino secundário (...)” – Jornal de Notícias de 2026/07/17;

f) «Como vai ser o acesso ao Ensino Superior após o caos nos exames?» (COM O VÍDEO: Luís Vaz, encarregado de educação e engenheiro informático com mais de 17 anos de experiência em sistemas de informação, implementação e engenharia de software) – SIC Notícias de 2026/07/17;


2. a) «Contra o comboio desgovernado, subimos na automotora» – Raquel Varela (2026/07/16); e b) na mesma linha de ideias o professor António Carlos Cortez (RTP Notícias, Última Hora, 2026/07/17, às 21h42);

3. Nota: fotografia do autor com elemento de composição do Nano Banana (Gemini).)

Thursday, July 09, 2026

Tyrannosaurus Rex de Bragança e Saboia e os Cavaleiros da Távola Redonda

São várias as representações dos Cavaleiros da Távola Redonda e variável o número de cavaleiros.

Acontece que esta versão é de um tempo muito anterior à versão medieval e aqui são 11 os cavaleiros mais o Rei Arthur.

Mas quem realmente manda na Távola Redonda, e só não se senta lá porque não cabe, é o Suserano-mor Tyrannosaurus Rex de Bragança e Saboia que, como não podia deixar de ser, se apresenta orgulhosamente com o seu brasão de armas da casa de Bragança e Saboia, um escudo partido (dividido verticalmente ao meio e ladeado por dois dragões verdes), reunindo os símbolos das duas casas "reais", e que simboliza a aliança política e dinástica entre o Reino do Tyrannosaurus Rex de Bragança e o Reino da Tyrannosaurus Rex de Saboia.

Arthur é, pois, um seu súbdito. Para sermos rigorosos, são 10 os cavaleiros pois há uma senhora, “Éowyn, uma mulher nobre de Rohan”.(1.b))

Um castelo magnífico, como podem ver, com a guarda alada do “Rex” – os dragões verdes –, num clima harmonioso com lindas donzelas tocando lira e harpa...



(1. A propósito: a) «Cavaleiros da Távola Redonda» – Wikipedia; e b) «Éowyn» (“uma personagem fictícia nas obras de J. R. R. Tolkien, que aparece na sua obra mais famosa, O Senhor dos Anéis”) – Wikipedia;

2. Ainda a propósito: «Feudalismo» – Wikipedia;

3. E ainda: «Tiranossauro» – Wikipedia;

4. 65 milhões de anos depois ainda perduram os símbolos reais das «Casa de Bragança» e «Casa de Saboia» – Wikipedia;

5. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Wednesday, July 08, 2026

Vassalagem a Tyrannosaurus Rex de Bragança e Saboia

Enquanto os vassalos (nobres) se ajoelham sem armas e de cabeça descoberta perante o suserano-mor (o Rex), prometendo-lhe fidelidade e recebendo em troca terras, como as de Feira e Carregosa, e, como não podia deixar de ser, este se apresenta orgulhosamente com o seu brasão de armas da casa de Bragança e Saboia, um escudo partido (dividido verticalmente ao meio e ladeado por dois dragões verdes), reunindo os símbolos das duas casas “reais”, e que simboliza a aliança política e dinástica entre o Reino do Tyrannosaurus Rex de Bragança e o Reino da Tyrannosaurus Rex de Saboia, um pajem anda de trotineta, veículo que à época julgávamos desconhecido...



(1. A propósito: a) «Feudalismo» – Wikipedia; 2. Ainda a propósito: «Tiranossauro» – Wikipedia; 3. 65 milhões de anos depois ainda perduram os símbolos reais das «Casa de Bragança» e «Casa de Saboia» – Wikipedia; 4. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Tuesday, July 07, 2026

O bêbedo


(Nota: fotografia do autor (a rua) e o resto com composição com Nano Banana (Gemini))

Monday, July 06, 2026

Tyrannosaurus Rex de Bragança e Saboia patrulha os seus domínios

Tyrannosaurus Rex de Bragança e Saboia patrulha os seus domínios acompanhado do seu corpo de elite (os asas verdes) e, como não podia deixar de ser, apresenta-se orgulhosamente com o seu brasão de armas da casa de Bragança e Saboia, um escudo partido (dividido verticalmente ao meio), reunindo os símbolos das duas casas “reais”, e que simboliza a aliança política e dinástica entre o Reino do Tyrannosaurus Rex de Bragança e o Reino da Tyrannosaurus Rex de Saboia.



(1. A propósito: «Dinossauro» e «Tiranossauro» – Wikipedia; 2. 65 milhões de anos depois ainda perduram os símbolos reais das «Casa de Bragança» e «Casa de Saboia» – Wikipedia; 3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Sunday, July 05, 2026

A Herança da feiticeira


E perguntam vocês (que são muito curiosos):

Mas afinal que herança é essa?

Nós desvendamos: Água de Lutécia, Visco, Pó de dentes de Pterodáctilo, Raiz de Mandrágora, Raspas de Mandioca, Asas de Morcego, Teias de Aranha, Olhos de Tritão, Rabo de Gato, Cauda de Lagartixa, Pó de Carvão, Sal de Frutas e Pozinhos de Perlimpimpim (estes à parte, em testamento cerrado).

Tudo metido no caldeirão. Depois, é só cozinhar em lume brando e ir mexendo. Eficácia à prova de bala e não fere a legítima!


(1. Já agora, porque se fala de «Madame Min» – Wikipedia; 2. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Exames 2026. O Caos Documentado.

Após a experiência com a prova de Filosofia do ano passado (20 mil provas de Filosofia) “o governo decidiu avançar com a digitalização de todos os exames nacionais (300 mil provas)” e a correcção no formato digital, “salvo os de Geometria Descritiva e Desenho A”. (3. a))

Correu mal. Está a correr mal.

Falhas na digitalização das folhas de resposta (respostas de Português nos exames de Matemática, respostas de Economia numa prova de Português, páginas em branco ou por digitalizar, respostas incompletas, provas a que faltam folhas de continuação.);
                      
Erros nas convocatórias dos professores classificadores (professores convocados para corrigir exames de disciplinas que nunca deram, como um professor de Geografia a corrigir Francês ou professores de Geografia a corrigir exames de Biologia; professores que nunca deram aulas ao 11.º ano ou 12.º ano; aposentados; e até falecidos) que o ministro Fernando Alexandre diz que são responsabilidade dos directores dos agrupamentos de escolas, acusação que, por sua vez, a Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) devolve ao ministro;
    
Problemas dos professores classificadores nas credenciais de acesso à plataforma para correcção das provas (professores que as receberam tardiamente ou que não conseguem entrar).


A reter:

Júri Nacional de Exames (JNE)

Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA, I.P.), tutelado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI)

Plataforma de Classificação e Supervisão (PCS) – Classificação Digital do Instituto de Avaliação Educativa, I.P. (IAVE)

“Classificar” – onde o professor classificador pode aceder à classificação das respostas que lhe estão atribuídas (4.)

Professores classificadores (cada professor corrige uma só pergunta ou série que lhe está atribuída)

Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP)

Missão Escola Pública (movimento MEP)

Federação Nacional dos Professores (Fenprof)

metaPROF (movimento cívico de professores)

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3. Ainda as notícias: a) «Respostas de Português no exame de Matemática ou professores a corrigirem provas de matéria que nunca deram: o "caos instalado" nos exames nacionais» – CNN Portugal de 2026/01/07; b) «Exames nacionais. Ministro da Educação diz que maioria das falhas relatadas são falsas e garante condições para a correção digital» (“Ouvido em audição regimental na comissão parlamentar de Educação e Ciência”, “na sua intervenção inicial, Fernando Alexandre defendeu o modelo de classificação digital, argumentando que permitirá tornar o processo mais eficiente, uma vez que “no lugar de corrigir 40 exames iguais, cada professor vai corrigir 200 vezes a mesma pergunta” de exames diferentes.”) – Diário de Notícias de 2026/07/01; c) «Exames nacionais. Correção digital das provas com problemas técnicos» (COM O VÍDEO) – RTP Notícias de 2026/06/29; e d) «MEP cria escusa de responsabilidade a professores que corrigem exames» – País ao Minuto de 2026/06/29;


5. Nota: composição com várias imagens de Nano Banana (Gemini) e imagem disponível na Web.)

Saturday, July 04, 2026

Sunday, June 28, 2026

Vai de férias para esta praia? Javalis podem roubar-lhe o lanche

Piores que um mosquitinho fincudo só mesmo os javalis da Serra da Arrábida quando lhes dá para ir a banhos às praias de Portinho da Arrábida, Creiro e Galapinhos. Ladrões, safados, sem vergonha, onde chegam tomam conta de tudo, como se o local fosse deles. Uma raça daninha!

Pois é, a família Bacon acabou de chegar à praia!

E logo se fez notar: açambarcamento do areal, roubo de sandes, correrias, “surf”, jogos de vólei, “grunhos” (à excepção de um javali)... A mais completa impunidade e rebaldaria.

Definitivamente, com javalis destes não há sossego!



(1. Sobre o «post»: Estes episódios são frequentes nas praias da Arrábida: Portinho da Arrábida, Creiro e Galapinhos. A praia de Galapinhos é a mais propícia a estes encontros;

2. As notícias: a) «Vai de férias para esta praia? Javalis podem roubar-lhe o lanche» (COM OS VÍDEOS – Javalis voltaram a ser avistados no Portinho da Arrábida. Os animais aproximaram-se das toalhas e roubaram a comida dos banhistas.”) – Euro News de 2026/06/26;


3. a) «Praia de Galapinhos» – (“A Praia de Galapinhos, no Parque Natural da Arrábida (Setúbal), foi distinguida em 2017 pela ‘European Best Destinations’ como a melhor praia da Europa.” // “Praia de areia fina e branca, abrigada por uma enseada em forma de meia-lua. Como as águas são pouco profundas perto da orla – ideais para mergulho com snorkel (um tubo que se acopla à máscara de mergulho e fica com a ponta para fora da água) –, frequentemente vêem-se cardumes de peixes pequenos, ouriços-do-mar e por vezes polvos no fundo rochoso.”) – «in» Quinta da Arrábida;

b) «Portinho da Arrábida» (“É mais conhecido pela praia adjacente à localidade.”) – Wikipedia;


4. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Assim nasceu a música

Certo dia, lá muito para trás na história da humanidade, um tipo soprou num ramo de árvore oco, acrescentou-lhe uns furos, de lá saíram vários sons e encantou-se. O seu colega, que estava mais avançado no tempo, com um tambor e as barbas de uma baleia para as cordas fez uma guitarra; depois, com a bexiga de um bisonte, limpa e bem esticada, a fazer de diafragma, para a vibração, seda de aranha ou tendão seco e resinado de um animal, como vedantes, e uma casca de bétula ou o crânio de um desgraçado de uma tribo inimiga para o cone do instrumento, uniu tudo à guitarra, melhorou a estética e fez um megafone rudimentar (a orelha). Assim nasceram a primeira flauta, o primeiro cordofone e os primeiros sons vibrantes e projectados –, a que, por convenção, mais tarde se chamou música; e, como eram dois, foram estes os primeiros “deuses do rock” de que há memória, muito requisitados na época por alturas festivas (solstícios e equinócios).

Claro que isto está muito fantasiado, mas é o que sempre fazemos aqui.



(1. a) «História da música» (“A música das culturas pré-históricas é pela primeira vez firmemente datada de c. 40000 a.C. do Paleolítico Superior por evidências de flautas ósseas, embora ainda não esteja claro se as origens reais estão ou não no período Paleolítico Médio anterior (300000 a 50000 a.C.). Pouco se sabe sobre a música pré-histórica, com traços principalmente limitados a algumas flautas simples e instrumentos de percussão.”) – Wikipedia;

b) «História da música» – Brasil Escola;

e c) «História da Música - Da Pré-história ao Renascimento» – Direcção-Geral de Educação – Apoio às Escolas;

2. a) «Membranofone» – Wikipedia;

e b) «Instrumento de cordas» (cordofones) – Wikipedia;

3. a) «Barbas de baleia» (cerdas bucais) – Wikipedia;

e b) «Cetáceos» (“As baleias sem dentes (parvordem mysticeti) são caracterizadas pelas cerdas bucais, que são estruturas parecidas com peneiras localizadas na parte superior da boca e são feitas de queratina. As baleias utilizam as "cerdas" para filtrar plâncton da água.”) – Wikipedia;

4. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Saturday, June 27, 2026

Quando um cozido das Furnas é mais olhos que barriga

O Zacarias comia como um lobo. Ninguém diria mas era uma espécie de Obelix em ponto magro.

Antes, tinham esperado umas 5 horas para que o cozido fosse confeccionado lentamente pelo calor da terra vulcânica das Furnas (ilha de São Miguel, Açores), a saber: carnes (vaca, porco e frango) e enchidos (morcela, chouriço) e inhame, batata-doce e couve. De comer e chorar por mais!

E embora a comida desse para um regimento, mas com medo que não chegasse, o comilão entendeu avisar o rival – que não lhe ficava atrás no apetite – que se lembrasse que não estava em casa.

Mas foi aviso que caiu em saco roto, pois o galfarro não ligou cheta ao aviso do lambão e mandou-o à urtigas!

Se chegou? Claro que chegou e sobrou. Era mais olhos que barriga!



(1. a) Assista ao vídeo de como é feito o Cozido à Portuguesa das Furnas: «Cozido das Furnas: uma das experiências...»b) «Gastronomia tradicional dos Açores, como fazer o cozido das Furnas» – iGoAzores; e c) «Cozido» – Wikipedia;

2. «Furnas (Povoação)» – Wikipedia;

3. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Thursday, June 25, 2026

Chorava que nem uma Maria Madalena...

Para que o povo testemunhasse que era uma primorosa e zelosa esposa – e ainda o Zacarias não tinha morrido –, já se imaginava viúva e chorava que nem uma Maria Madalena. Mas...


(Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Dom Raimundo está avisado!

Já uma vez aqui se disse que um guarda-chuva é uma arma terrível e deu-se um exemplo. Só não se disse que era bastante versátil.

Eis a prova, com Dom Raimundo, conde de Montesinho. (não confundir com dom Raimundo de Borgonha)





(1. E por falar em dom Raimundo: «Raimundo de Borgonha» (1070 – 1107) – Wikipedia; 2. A propósito: «Parque Natural de Montesinho» (Nordeste Transmontano; “Nele existe extensa biodiversidade, habitando espécies como o lobo-ibérico, a corça ou o veado.”) – Wikipedia; 3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)