Wednesday, March 25, 2026

EUA enviam ao Irão plano de paz de 15 pontos

“Navios "não hostis" autorizados pelo Irão a passar Estreito de Ormuz, diz ONU”

A História contada do outro lado...



(1. As notícias: a) «EUA enviam ao Irão plano de paz de 15 pontos. Proposta inclui tornar Ormuz uma Zona Marítima Livre» e «OMI (Organização Marítima Internacional) confirma proposta iraniana para "navios não hostis" utilizarem o Estreito de Ormuz» (“"Os navios não hostis (...) podem --- desde que não participem em atos de agressão contra o Irão nem os apoiem e que cumpram integralmente as regras de segurança e proteção em vigor --- beneficiar de uma passagem segura pelo estreito de Ormuz, em coordenação com as autoridades competentes", refere o documento divulgado.” – RTP Notícias de 2026/03/24;


2. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Monday, March 23, 2026

Trump, o espelho mágico, Ormuz, Irão e Albuquerque.

Há duas perguntas que não largam o Trump do seu espelho mágico e, por isso, todos os dias o questiona: a primeira é saber se algum dia vai ganhar o prémio Nobel da Paz; a outra, por paradoxal que pareça, é saber quem é o mais malvado do mundo. Às duas, o espelho tem respondido sempre sim.

Bem. Tem respondido sempre sim mas isso foi até ontem. Ora vejam:


De facto, o espelho mágico descobriu que quando Afonso de Albuquerque capturou a ilha de Ormuz em 1507 a sua fama de O Leão dos Mares, O Terrível, ou ainda d'O César do Oriente, fora a temível carranca*, foi tanta que ainda hoje**, na ilha de Ormuz e zonas costeiras próximas, no Irão, as mães iranianas dizem aos filhos “vem aí o Albukerk”, o equivalente ao nosso “bicho-papão”, sempre que os enganadores torcem o nariz à comida e precisam de ser “levados a bem”. Tão verdade, que nunca se ouviu uma mãe iraniana dizer “vem aí o Trump”.

Agora, uma coisa é deixar de ser o primeiro, outra, bem diferente, e nada bonita, é ser comparado por um espelho mágico a um frango de aviário! (e isso é mau, muito mau, pois pode tornar o visado ainda mais irritadiço.)


(* 1. «Afonso de Albuquerque» (pelos vistos, a imagem icónica que se associa a “Afonso de Albuquerque não é autêntica, mas uma adaptação feita sobre a figura do Governador Lopo Soares de Albergaria (...)”; seria ainda mais temível?) – Wikipedia;

** Na verdade, relatos de historiadores e viajantes; e faz parte da memória histórica e do folclore local;

2. Já agora, porque se fala tanto no “estreito de Ormuz”: «"Os EUA não podem declarar vitória com o Estreito de Ormuz encerrado"» – TVI Notícias de 2026/03/21;

3. «Estreito de Ormuz», «Ormuz» e «Hormuz Island» (Ilha de Ormuz: “Afonso de Albuquerque capturou a ilha em 1507 (...) Os portugueses construíram uma fortaleza na ilha para dissuadir potenciais invasores, chamando-a de Forte de Nossa Senhora da Conceição.”) – Wikipedia;

4. «Irã» (Irão) – Wikipedia;

5. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Sunday, March 22, 2026

Agora que tanto se fala no estreito de Ormuz e no Irão

Agora que tanto se fala no estreito de Ormuz e no Irão, uma história nos vem à lembrança com o Afonso de Albuquerque, sim, o que foi governador da Índia Portuguesa (1509-1515) e ficou para a História com os terríveis nomes de O Leão dos Mares, O Terrível, ou ainda O César do Oriente, fora a temível carranca*.

A fama foi tanta que durou no tempo. De tal modo que ainda hoje**, na ilha de Ormuz e zonas costeiras próximas, no Irão, as mães iranianas dizem aos filhos “vem aí o Albukerk”, o equivalente ao nosso “bicho-papão”, quando os enganadores torcem o nariz à comida e precisam de ser “levados a bem”.

Nenhuma mãe iraniana diz “vem aí o Trump”, porque este comparado com o nosso “Albukerk” não passa de um frango de aviário.

Ora vejam o Arman com má catadura e o que o espera:



(* 1. «Afonso de Albuquerque» (pelos vistos, a imagem icónica que se associa a “Afonso de Albuquerque não é autêntica, mas uma adaptação feita sobre a figura do Governador Lopo Soares de Albergaria (…)”; seria ainda mais temível?) – Wikipedia;

** Na verdade, relatos de historiadores e viajantes; e faz parte da memória histórica e do folclore local;

2. Já agora, porque se fala tanto no “estreito de Ormuz”: «"Os EUA não podem declarar vitória com o Estreito de Ormuz encerrado"» – TVI Notícias de 2026/03/21;

3. «Estreito de Ormuz»«Ormuz» e «Hormuz Island» (Ilha de Ormuz: “Afonso de Albuquerque capturou a ilha em 1507 (...) Os portugueses construíram uma fortaleza na ilha para dissuadir potenciais invasores, chamando-a de Forte de Nossa Senhora da Conceição.”) – Wikipedia;

4. «Irã» (Irão) – Wikipedia;

5. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Friday, March 20, 2026

Não é possível pôr a raposa no galinheiro?

Quem disse que "não é possível pôr a raposa no galinheiro" enganou-se!


"Não é possível pôr a raposa no galinheiro" é um ditado popular que se refere à imprudência de pôr uma raposa num galinheiro devido à sua natureza predatória. Por extensão de ideias é também alguém que não é confiável. O galinheiro, com a sua galinha de ovos de oiro, galo, galinhas e pintainhos, representa os recursos públicos, cargos, órgãos ou conjunto de instituições que há que salvaguardar de certos malandrins que andam por aí...

Porém, neste caso, só para chatear, a gente diz ao contrário.


(Nota: Composição com Nano Banana (Gemini))

Tuesday, March 10, 2026

Aí está a despedida de Marcelo do Palácio de Belém.Seguro condecora Marcelo

O Marcelo que andou como um pardal pelos telhados de Beja em 1975, fugido à extrema-esquerda, que atravessou o Tejo a nado com uns calções à Maria Cachucha só para provar que o rio não estava poluído, que chamou lelé da cuca ao Balsemão e mais tarde, em 2025, activo russo ao Trump, que, em directo, na televisão, ofereceu um leitão da Bairrada ao Júlio Magalhães, o Marcelo jornalista, fazedor de opiniões e professor universitário, que em campanha para Presidente se transformou em cabeleireiro de loiras e, finalmente, Presidente de todos nós, o mais próximo que temos de um rei que quereria ser se Portugal fosse uma monarquia, alguém disse, homem das "selfies", dos beijinhos e abraços e optimista (só superado nisto pelo António Costa), o distribuidor de afectos e amante de geringonças (e quem diz destas diz também de caranguejolas), que por causa de um desejo antigo de unir toda a direita numa frente comum e dos seus improvisos fez uma grandessíssima cacaborrada, o presidente chamuscado por um filho no caso de umas gémeas e há que cortar relações com o “insolente”, que fique no Brasil e esqueça a herança, o presidente dos salgadinhos, de uma bola de berlim, um queijinho da serra, uma ginjinha, uma poncha, uma carninha tenrinha ou um "pexinho" assado na brasa, tanto faz, “hum-hum!”, “divinal!”, “de comer e morrer por mais…”, o presidente contador de histórias do beco dos Távoras ao início da noite com um batalhão de jornalistas atrás e uma militar ao lado, passeios nocturnos depois da ginjinha, com mensagens sub-reptícias, alegorias, ferroadas, nunca revelando, verdadeiramente, o que lhe vai na alma, gerindo os silêncios, porque agora é o tempo da justiça, porque agora é o tempo dos partidos, porque agora é o tempo do rescaldo das eleições, ou os jogos de palavras como na greve dos motoristas de 2019, “os fins são legítimos mas os meios prejudicam os fins e os sacrifícios prejudicam a comunidade”, com as suas observações à Pantagruel, como em 2025, quando disse que os portugueses têm de escolher entre um hipotético sucessor de “gastronomia forte” ou “gastronomia mais suave” e, ao contrário do que se previa, sai um da gastronomia mais suave, o Seguro, a quem acusou em 2012 de ter promovido uma golpaça (4.b)) com a revisão dos Estatutos do PS, e de querer vitimizar-se, coisa que se desculpa pelo tempo que já lá vai e porque era na altura comentador de domingo na TVI, sim, o Marcelo, o presidente, o homem que os portugueses adoram pela sua afectividade, que chegou a pé e saiu a pé da Presidência, foi ontem à sua vida e deixa uma marca difícil de igualar.

Mas achamos que foi uma saída inglória!

Por isso, fabricámos esta:


Se ia tirar brilho à cerimónia de posse do seu sucessor? Claro. Brilho e lustro!


(1. Retrospeciva: «Chegou ao fim a era Marcelo: imagens de um presidente que mudou Belém» (com “algumas das imagens dos dois mandatos de Marcelo Rebelo de Sousa, dez anos depois de se ter tornado no "presidente dos afetos".”) – Jornal de Notícias de 2026/03/08;



4. Notas: a) Composição com Nano Banana (Gemini) e recurso a imagem disponível na Web; e b) Dicionário: «Golpaça vs. golpada» (“O que fez Marcelo Rebelo de Sousa? Pegou no substantivo golpada, retirou-lhe o sufixo -ada e substituiu-o pelo sufixo aumentativo -aça, conferindo uma conotação mais pejorativa a uma palavra que já a tem.”) – Ciberdúvidas da Língua Portuguesa.)

Thursday, March 05, 2026

Lay-off pago a 100%. Oposição aprova contra o governo.

Primeiro, o que puxa a corda, disse que sim, que era a 100%. Depois, deu o dito por não-dito, roeu a corda. Agora queixa-se de oposição negativa. Portanto, nada de novo.



(1. As notícias: a) «Parlamento aprova lay-off pago a 100% em zonas afetadas por mau tempo» (“A promessa tinha sido feita pelo Governo, que acabou por recuar.”) – RTP Notícias de 2026/03/04;

b) «Parlamento aprova lay-off a 100% para vítimas das tempestades» (“O pagamento do lay-off sem corte de salário tinha sido prometido pelo Governo logo após a catástrofe que se abateu sobre o centro do país, mas o decreto que publicou passados três dias “cortava um terço do salário”, lembrou Fabian Figueiredo no final da reunião da Comissão parlamentar de Trabalho.”) – Esquerda.net de 2026/03/04;

e c) «Aprovado lay-off pago a 100% devido ao mau tempo com votos contra do PSD e IL» (“Nesse contexto, foram votadas propostas de alteração para alterar o diploma que estabelece o regime de lay-off simplificado nas empresas afetadas pelas tempestades, de modo a que os salários dos trabalhadores abrangidos por este regime sejam pagos a 100%, até ao triplo do salário mínimo, como inicialmente anunciado e não a dois terços como define o diploma.”) – Jornal de Notícias de 2026/03/04;

2. Nota: composição com Nano Banana (Gemini) e recurso a imagens disponíveis na Web.)

Tuesday, March 03, 2026

Balamento!

Por alturas da Páscoa, na Quaresma, era a brincadeira preferida da Sãozinha.

Dizia: “Balamento, Mariazinha! (1) Se fosse a primeira a dizê-lo, durante alguns dias, ganhava no fim (Sexta-feira Santa) uns torrões de açúcar.

Ora qual é a criança que não gosta de doces de açúcar (2) ou, mais recentemente, umas amêndoas de páscoa?



(1. «O Jogo do "Balamento" ou "Belamente"» (“O balamento ou belamente, como é popularmente designado, é um jogo tradicional madeirense, que realiza-se entre duas pessoas, 8 a 10 dias antes do término da Páscoa e é uma das tradições que tendem a cair no esquecimento ou até mesmo a desaparecer. // Trata-se de um jogo com regras simples. Ganha aquele que, durante esses dias estipulados, disser em primeiro lugar a palavra “balamento”. A pontuação vai de 8 a 10. Em caso de empate os jogadores deverão combinar no último dia (Sexta-feira Santa) uma determinada hora, para voltar a jogar e assim ditar o vencedor. // O vencido é obrigado a oferecer os tradicionais “torrões” de açúcar ou mais recentemente amêndoas ou outros doces. (...)”) – Cultura Madeira (Museu Etnográfico da Madeira);

(1) “Balamento”, “Belamente” e “balas”: «Balamento ou belamente... jogo da Páscoa» (“Como é um jogo oral, quanto à verdadeira pronunciação da palavra e a sua origem é difícil de chegar a um consenso. Há quem diga que “balamento” é a versão alterada pelo sotaque do ilhéu de “belamente” (referindo-se à pessoa que se lembra de dizer primeiro); outros defendem que se refere ao conjunto dos doces ou “balas” que recebem no fim. E que supostamente o jogo veio do Brasil para as ilhas atlânticas da Madeira e Açores.”);

(2) Diz-se dos doces de açúcar no Brasil: “Balas”: (“Era uma tradição de Páscoa; segundo o historiador Alberto Vieira “balamento” significa o acto de fazer “balas”, e poderá ser tão antiga como a nossa época áurea da produção do acúcar, durante a qual houve madeirenses que foram para o Brasil e lá iniciaram aquela indústria com engenhos. Portanto, quem perdesse o jogo teria de fabricar “balas”, ou seja, no Brasil, doces.” (...) “Não esqueçamos que a cana de açúcar foi levada da Madeira, mais precisamente de São Vicente, para o o Brasil em 1537, para a cidade de Pernambuco.”) – Funchal Notícias de 2022/04/05;

2. «balamento» (“Açores, Madeira: jogo tradicional da época da Páscoa, que decorre num período limitado de dias durante a Quaresma, durante o qual cada participante procura ser o primeiro a dizer a palavra "balamento" aquando do encontro diário com o(s) adversário(s) em determinado local previamente definido.”) – Infopédia;

3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini) e a Mônica (personagem criada por Maurício de Sousa em 1963 e disponível na Web); já agora, a «Mônica» – Wikipedia.)

Saturday, February 28, 2026

Críticas de Passos? Não alimento o enredo. O guru Passos Coelho.

O guru-ideólogo-pensador-teórico-e-doutrinador-do-governo, Passos Coelho, explica o plano de reformas de extrema-direita que o governo, no entender dele, está a demorar a executar:



(1. As notícias: a) «Críticas de Passos Coelho: "Não alimento o enredo por mais pitoresco que seja", diz Montenegro» – SIC Notícias de 2026/02/27; e b) «Montenegro: "Críticas de Passos? Não vou alimentar um enredo por mais pitoresco que ele seja"» – Diário de Notícias de 2026/02/27; 2. Nota: composição com Nano Banana (Gemini) e recurso a imagem disponível na Web.)

Fievel – Um Conto Português. Fievel Mousekewitz

Fievel é um ratinho russo que vive na Ucrânia. Após um ataque de gatos, Fievel e os donos decidem emigrar para Portugal (não só pelos gatos mas também pelo Zelensky e pelo Putin), acreditando que neste país não há gatos e que os ratos estão no topo da pirâmide.

Desviam um avião que era para os assuntos particulares do Zelensky – azar o dele! – e lá vão eles todos contentes sem saberem que em Portugal morava um terrível primeiro-ministro de extrema-direita que odiava ratos.

Chegado a Portugal, julgando-se salvo e livre viu que a realidade era bem diferente. Mas como era muito esperto decidiu filiar-se no partido do governo, depois perseguir os ratos seus parentes, e por aí adiante até chegar aos ratos que se disfarçavam de gatos. E quanto aos gatos propriamente ditos não se preocupou muito pois estavam todos domesticados. Comprou terrenos, dívidas, salvou alguns que andavam com a corda na garganta, tornando-os mais pobres, e começou a fazer vida de multimilionário, sempre apregoando o neoliberalismo. Recebeu, inclusive, uma medalha de mérito que reza assim: “quase um ronaldo!” e foi-lhe conferido estatuto humano.

Agora é um rato – melhor, uma ratazana – que veste roupas de marca, usa relógios e adereços em ouro, fuma charutos cubanos e só lê livros sobre investimentos.

Sempre que pode (e é quase sempre), passa o tempo deitado numa espreguiçadeira que diz bem de si: “vida esplêndida”.

Ei-lo:



(1. A propósito: «Fievel – Um Conto Americano» – Wikipedia; 2. Composição com Nano Banana (Gemini).)

Thursday, February 12, 2026

As imagens aéreas do dique que cedeu no Mondego. Por Câncio Limão.

Câncio Limão, para o Global News, relatando a ruptura, ontem, dia 11/02/2026 (pouco antes das 18 horas), de um dique “na margem direita do rio Mondego, perto da ponte de Casais, em Coimbra”, junto à A1. 

A auto-estrada foi encerrada entre os quilómetros 189 e 198. E parte da A1, junto ao dique, também ruiu.



(1. As notícias: a) «Dique de Coimbra colapsou após caudal superar 2.000m3 por segundo» (COM O VÍDEO) – RTP Notícias de 2026/02/11; b) «As imagens aéreas do dique que cedeu no Mondego e que fez cortar a A1» (VÍDEO SEM SOM) – Expresso de 2026/02/11; c) «Parte de tabuleiro de ponte da A1 abateu na zona onde rebentou o dique nas margens do rio Mondego» (IMAGEM) – Diário de Notícias de 2026/02/11; e d) «Veja como é e onde fica o dique do Mondego que acabou por colapsar» (GOOGLE EARTH) – Jornal de Negócios de 2026/02/11;

2. Nota: composição com Nano Banana (Gemini) e recurso a imagem disponível na Web.)

Tuesday, January 27, 2026

Seguro e Ventura confrontam-se esta terça-feira. E Kristin sucede a Joseph.

Sai uma tempestade e logo vem outra. A meio do caminho as duas encontram-se. E conversam.

Kristin, representante de Ororo Munroe, dos X-Men, mede forças com Joseph, nem mais nem menos o representante de Fuujin – o deus japonês do vento e das tormentas.

Com novas tecnologias, IA e drones, estas duas modernizaram-se. A ver, lá para a meia-noite.

Antecedendo a tempestade, às 20h30, vai ser servido um “cocktail” com António José Seguro e André Ventura.

Amanhã veremos os estragos.





3. Os deuses das tempestades de que se fala: a) «Storm (Marvel Comics)» (“Tempestade (X-Men)”) – Wikipedia; e b) «Fūjin» – Wikipedia;

4. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Sunday, January 25, 2026

Aztlan, ser dos ermos que habita as touceiras.

Já uma vez aqui se disse (2016) que os seres dos ermos ou da selva ocultam-se nos montes ou nas touceiras e até se fez uma música a propósito.
               
Junta-se agora o robot-árvore Aztlan.



(1. A propósito: a) “Seres dos Ermos que habitam as Touceiras”: no «YouTube»; no «Blog»2. Notas: composição com Nano Banana (Gemini) a partir da versão original da árvore, agora robotizada.)

Saturday, January 24, 2026

Ingrid pinta de branco. As imagens dos efeitos da depressão Ingrid.

Uma frente fria abateu-se sobre Portugal e como passar férias, “veranear”, para um pinguim é palmilhar um bom bocado de neve e sentir um bom frio aí os temos em Portugal (talvez por causa das alterações climáticas). Como o tempo está óptimo (na perspectiva de um pinguim), lá vão eles tomar uma rica banhoca.

Aconteceu no Guincho, Cascais, ontem de manhã.

Bem-vindos pássaros de fraque!



(1. As notícias: a) «Depressão Ingrid. A evolução do mau tempo em Portugal ao minuto» – RTP Notícias de 2026/01/24; b) «Granizo em Lisboa: o mau tempo chegou em força» (COM O VÍDEO DA REPORTAGEM A PARTIR DA PRAIA DO GUINCHO) – CNN Portugal de 2026/01/23; c) «Depressão Ingrid 'pinta de branco' icónica bicicleta do Colcurinho que resistiu ao fogo no verão» – SIC Notícias de 2023/01/23; d) «As imagens dos efeitos da depressão Ingrid em Portugal» – CNN Portugal de 2026/01/23; e) «Norte do País coberto de neve: veja as imagens dos efeitos da depressão Ingrid» – Expresso de 2026/01/23; f) «Depressão Ingrid: alertas vermelhos de neve, escolas e estradas fechadas» – Público de 2026/01/23; e g) «Depressão Ingrid. Transtejo suspende transporte de veículos por tempo indeterminado» – TVI Notícias de 2026/01/23;

2. A propósito: «Ingrid Bergman» (actriz sueca) – Wikipedia;

3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)