Friday, May 22, 2026

Encontro Nacional de Automóveis Amarelos, em Amareleja.

Manda a tradição que sempre que um carro amarelo passa por outro da mesma cor o condutor que primeiro gritar “AMARELO” ganha uns pontos (mais ou menos como o jogo do BALAMENTO na ilha da Madeira, com uns torrões de açúcar.).

Vem isto a propósito da primeira edição do ENAA – Encontro Nacional de Automóveis Amarelos que se vai realizar amanhã, dia 23 de Maio, Sábado, na Amareleja.

(“O evento inicia-se às 11:00, com a receção aos participantes, na Praça da República e na Praça General Humberto Delgado. Às 12:00 será realizada a cerimónia de abertura, com a participação do Grupo Coral da Sociedade Recreativa Amarelejense e os Ceifeiros de Amareleja, seguindo-se o almoço convívio.

À tarde, às 14:00, tem lugar um workshop da cor, seguido do desfile dos automóveis pelas ruas de Amareleja. A partir das 16:00, haverá música, primeiro um concerto infantil com João Violão e, depois, um momento musical com a banda Al-Fanfare. O dia termina com a entrega de prémios que irão reconhecer a originalidade e o espírito dos participantes.” – vem no “site” da Câmara Municipal de Moura.)

Pois estes dois já vão a caminho e não perdem a oportunidade de ganhar uns pontos...



(1. A notícia: «Encontro Nacional de Automóveis Amarelos, em Amareleja» (COM O PROGRAMA, bem AMARELO) – Câmara Municipal de Moura; 2. E porque se fala do jogo do BALAMENTO na ilha da Madeira: «Balamento!» – neste “blog; 3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Thursday, May 21, 2026

Campanha de Dinamização Cultural e Acção Cívica do MFA em 1975

Em Março e Abril de 1975 uma Brigada militar das Campanhas de Dinamização Cultural e Acção Cívica do Movimento das Forças Armadas visita uma aldeia recôndita de São Pedro do Sul com o objectivo de efectuar o levantamento das condições de vida dos seus habitantes.

Falta de estradas de acesso e, por causa disso, “as pessoas tinham de ser transportadas numa padiola cerro acima para poder receber assistência e o médico nem vinha”; “a comida que faltava, tudo o que faltava”; “a guarda-fiscal só aparecia para fazer asneira, chegava, e se apanhasse um carro de bois no meio da rua perguntava logo pela licença sabendo que não havia posses para a pagar”; terra sem luz, sem televisão, onde “o analfabetismo imperava e o nível de conhecimentos rondava o zero.”

Era assim em muitas aldeias do país.

Além das campanhas do MFA há a realçar o contributo dos estudantes com o Serviço Cívico Estudantil.



(1. A propósito: a) «Covas do Rio, retrato de uma aldeia» (“Em Março de 1975 a RTP acompanhou elementos das forças armadas num campanha de dinamização cultural a Covas do Rio (São Pedro do Sul). O objetivo era mostrar ao país como viviam as pessoas de uma aldeia portuguesa que nem estrada de acesso tinha.” // “Em 1975 o Movimento das Forças Armadas (MFA) colocou no terreno brigadas de Dinamização Cultural e Ação Cívica que percorreram o país – especialmente as zonas mais desfavorecidas (...)”) – RTP Ensina de 1975-04-01;

e b) «Covas do Rio, uma estrada a caminho» (2.ª visita: “Em abril de 1975 uma equipa do MFA e da RTP visitou pela segunda vez Covas do Rio. O objetivo foi mostrar uma reportagem realizada dias antes e, ao mesmo tempo, conhecer as reações ao anúncio da construção de uma muito esperada estrada para a aldeia.”) – RTP Ensina de 1975-04-13;

2. Outras campanhas do MFA: a) «Ação Cívica do MFA em Viseu» (“Campanha de dinamização cultural e acção cívica promovida pelo Movimento das Forças Armadas, com destaque para atuação da banda da Armada, pinturas no edifício da Caixa Geral de Depósitos e atuação de palhaços das ruas de Viseu.”) – RTP Arquivos de 1975/04/07;

b) «Dinamização Cultural e Ação Cívica do MFA» (“Programa sobre a visita do grupo de teatro amador de Loures às freguesias de Salsas e de Aveleda, no distrito de Bragança, no âmbito da campanha "Maio-Nordeste" integrada nas Campanhas de Dinamização Cultural e Ação Cívica do Movimento das Forças Armadas (MFA).”) – RTP Arquivos de 1975/06/30;

c) «ALGUMAS CAMPANHAS REALIZADAS» (“De acordo com a antropóloga Sónia Vespeira de Almeida, as Campanhas de Dinamização Cultural conheceram duas fases distintas: de 25 de outubro de 1974 a 14 de julho de 1975 e de 15 de julho a 26 de novembro de 1975. // No primeiro período, as Campanhas basearam-se no «Programa de Dinamização Cultural», tendo por base o Programa do MFA. // No segundo período, o documento orientador passou a ser o texto «Ação Cívica: Passar das Palavras aos Atos» (...) // Na primeira fase, a atuação foi de caráter itinerante e ter-se-á verificado uma maior ênfase no processo de descentralização cultural. No segundo momento, a atuação revestiu-se de um carácter mais permanente e a politização das populações tornou-se prioritária (ao que não será alheio os acontecimentos do 11 de Março) // Nesta segunda fase, é possível identificar ainda um período em que a estrutura organizativa das Campanhas se complexifica, numa tentativa de dar respostas efetivas às carências das populações e de se constituir enquanto elemento de ligação entre o povo e burocracia estatal. (...)) – «in» 50Anos25Abril;

e d) «Dinamização cultural pelo MFA» «in» “Movimento das Forças Armadas” – Wikipedia;

3. a) Serviço Cívico Estudantil (SCE) e alfabetização: «Campanhas de alfabetização no Verão Quente de 1975» (“No início da década de 1970, já Marcelo Caetano substituíra Salazar no governo da ditadura, Portugal era um país muito marcado pela ruralidade e 25,7% da população portuguesa não sabia ler nem escrever. Entre as mulheres, a percentagem era ainda maior: 31% (…), muito poucos portugueses frequentavam o ensino secundário (2,8%) e ainda menos acediam ao ensino superior (1,6%).” // “Ainda assim, havia, no outono de 1974, 28 mil candidatos ao ingresso no ensino superior, um contingente de jovens com um vazio de um ano pela frente. Neste contexto de espera, surgiu o Serviço Cívico Estudantil, um conjunto de ações junto de populações ou instituições consideradas problemáticas ou carenciadas, que cobriam principalmente as áreas da alfabetização, saúde, segurança social, ações culturais, desporto, apoio às atividades escolares e realização de inquéritos. Foi desempenhado por estudantes candidatos à Universidade, recrutados para desempenhar a missão num ano "letivo" criado para o efeito, entre o fim do Ensino secundário e o princípio do Ensino superior.”) – Bertrand Livreiros, Marta Martins Silva em 2025-07-25;

e b) «Os estudantes e a Revolução: 1974-1975 – Campanha de alfabetização e educação sanitária» (CARTAZES (ABEL MANTA), PANFLETOS, FOTOGRAFIAS) – «in» 50 Anos 25 Abril;


5. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Monday, May 18, 2026

Ataques de lobo-ibérico, garranos e cães de proteção de gado.

No passado dia 13 de Maio reuniu a Comissão de Agricultura e Pescas da Assembleia da República para “audição de várias entidades sobre «ataques de lobo ibérico a efetivos pecuários».

Do pouco que ouvimos, pois a coisa já ia a mais de meio, deu para perceber que “cada vez há mais ataques de lobos porque cada vez há menos presas silvestres” e, também, por graçola?, que “há poucas vacas mirandesas porque há cada vez menos mirandeses”.

Falavam do pagamento de indemnizações aos agricultores – que muitas vezes as não recebiam, ou, se as recebiam, era tarde e a más horas, por causa da burocracia.

Pesou-nos na alma verificar que nem um único lobo esteve presente na reunião para dizer de sua justiça.

De modo que fomos ouvi-los no seu remanso...




b) «Produtores dizem que ataques do lobo ibérico ameaçam raças autóctones» (“Associações defendem a continuidade da proteção do lobo ibérico, mas alertam para atrasos nas indemnizações por parte do Estado. Ataques ameaçam criação de gado e espécies autóctones.”) – Observador de 2026/05/13;

c) «Audição de entidades sobre «ataques de lobo ibérico a efetivos pecuários» | Pedro do Carmo 2ª» (“2ª Intervenção do deputado Pedro do Carmo - Audição de várias entidades sobre «ataques de lobo ibérico a efetivos pecuários» - Representante do grupo informal de criadores de raças autóctones da região Norte - APROMEDA - Agrupamento de Produtores da Raça Ovina Churra Mondegueira, CRL - APT Norte - Associação dos Agricultores e Pastores do Norte - ACOB - Associação Nacional de Criadores de Ovinos da Raça Churra Galega Bragançana - Associação de Criadores de Ovinos da Raça Churra Galega Mirandesa / Ovinos Mirandeses - GRUPO LOBO - Associação para a Conservação do Lobo e do seu Ecossistema - ACERG - Associação de Criadores de Equinos da Raça Garrana - Comissão de Agricultura e Pescas”) – Partido Socialista (YouTube), 2026/05/13;


e e) «COMPENSAÇÕES DEVIDAS POR ATAQUES DE LOBO» (“Desde janeiro de 2017, a participação ao ICNF de um ataque atribuído ao lobo tem de ser feita através de um formulário digital, disponível no portal do IFAP (O pagamento da indemnização é efetuado pelo IFAP, Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas), podendo ser feita pelo próprio produtor ou através de Cooperativas Agrícolas e Associações Pecuárias. O produtor deve fazer a participação o mais breve possível após ter conhecimento do ataque. A carcaça ou partes do animal atacado (ou outros vestígios) não devem ser removidos do local nem destruídos antes da vistoria do ICNF, sob pena do produtor perder o direito à indemnização.”) – Portal Lobo-Ibérico;

2. a) «Lobo-ibérico» – Wikipedia; e b) «CARACTERÍSTICAS» – «in» Lobo-ibérico;


4. Nota 1: No título do "post" escreveu-se "proteção" (embora preferíssemos "protecção"), apenas porque os motores de busca privilegiam a primeira; Nota 2: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Sunday, May 17, 2026

Revolução de Abril. 18-4-1975: Ocupação de uma Escola Católica Privada.

O padre Felinus era o Director do Colégio Santa Bárbara Quando Troveja, um colégio católico, privado e elitista. Dizia-se dele, à surdina, que era informador da PIDE/DGS e membro do Opus Dei (5).

Por estes dias, Abril de 1975 (um ano depois da revolução de Abril), andava o padre Felinus a ensinar aos conspiradores reaccionários manhas e artimanhas sobre como descapitalizar empresas e transferir fortunas para o estrangeiro quando o colégio é ocupado com o apoio dos estudantes e pais da escola pública e do próprio colégio (crianças da Primária incluídas). A partir daí foi aberto a todos, “ricos e pobres, latifundiários e trabalhadores”, com o objectivo de “dar tudo a todos, acabar com ricos e pobres.” (1, 2 e 3)

Felinus é conduzido por militares para sua protecção, saneado sob a acusação de ligação ao regime anterior e mais tarde colocado pelo Episcopado à frente de uma Caixa de Crédito Agrícola (6), área em que pela sua experiência de muitos anos estava mais que doutorado.



1. A propósito do cartoon:

a) Ocupação da escola católica privada de Alcácer do Sal (18 de abril de 1975?):

«A vida deve ser festa, não sacrifício» (“É quase impossível deixar em palavras o que, há 52 anos, o tempo histórico fez. (…)” // “A professora Filomena Oliveira recorda a ocupação da escola católica privada de Alcácer do Sal, com o apoio dos estudantes e pais da escola pública e da própria escola, que foi aberta a todo o povo de Alcácer. O currículo devia ser integral e igual para todos, ricos e pobres, latifundiários e trabalhadores: dar tudo a todos, acabar com ricos e pobres. Ainda hoje esse edifício da antiga escola católica privada alberga a Escola Secundária de Alcácer do Sal, que o atual ministro quer destruir com o currículo flexível, o fim da carreira docente pública e a IA a substituir professores.” // “Ainda hoje o Centro de Saúde do Seixal resulta da ocupação de um prédio por médicos e utentes para construir uma unidade de saúde.”) – editorial do Jornal Maio, Raquel Varela, de 2026/04/22;

b) O ensino antes do 25 de Abril de 1974:

«Nados e Criados Desiguais» (“Programa apresentado por Eládio Clímaco, sobre a discrepância entre o ensino escolar acessível a crianças provenientes de espaços rurais e de espaços urbanos (...)”) – RTP Arquivos de 1974-11-27;                                                                                                                                  
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2. Serviço Cívico Estudantil (SCE) e alfabetização:


(“No início da década de 1970, já Marcelo Caetano substituíra Salazar no governo da ditadura, (…) Portugal era um país muito marcado pela ruralidade e 25,7% da população portuguesa não sabia ler nem escrever. Entre as mulheres, a percentagem era ainda maior: 31% (…), muito poucos portugueses frequentavam o ensino secundário (2,8%) e ainda menos acediam ao ensino superior (1,6%).” // “Ainda assim, havia, no outono de 1974, 28 mil candidatos ao ingresso no ensino superior, um contingente de jovens com um vazio de um ano pela frente. Neste contexto de espera, surgiu o Serviço Cívico Estudantil, um conjunto de ações junto de populações ou instituições consideradas problemáticas ou carenciadas, que cobriam principalmente as áreas da alfabetização, saúde, segurança social, ações culturais, desporto, apoio às atividades escolares e realização de inquéritos. Foi desempenhado por estudantes candidatos à Universidade, recrutados para desempenhar a missão num ano "letivo" criado para o efeito, entre o fim do Ensino secundário e o princípio do Ensino superior.”) – Bertrand Livreiros, Marta Martins Silva em 2025-07-25;


(““Os Putos do PREC — Os Estudantes no Verão Quente de 1975”, de Pedro Prostes da Fonseca, publicado pela Guerra e Paz, foca especificamente a ação dos alunos de liceu um ano após a Revolução dos Cravos (...)” // “Aos 14 e 15 anos, viviam para a política. Participavam em medidas de gestão nos liceus ou tornavam-nas impossíveis.” // “(...) os jovens acreditavam na mudança e num mundo melhor, participavam em atividades de alfabetização e de apoio a cooperativas e comunidades desfavorecidas” // “(…) foi uma geração que fez “tudo do melhor e do pior, mas é a geração que construiu a democracia”, que “abriu caminho” depois de a geração anterior ter feito o 25 de Abril.”) – 24 notícias de 2025/05/11;

c) «Os estudantes e a Revolução: 1974-1975 – Campanha de alfabetização e educação sanitária» (CARTAZES (ABEL MANTA), PANFLETOS, FOTOGRAFIAS) – Comissão Comemorativa 50 Anos 25 Abril;

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3. a) Gestão democrática nas escolas portuguesas entre 1974 e 1976:


(“Resumo: Em Portugal, após a Revolução de Abril de 1974, há a rutura da situação política até então vigente. Emergem as primeiras organizações de caráter sindical no seio da classe docente, constituindo um marco importante da mobilização na educação em Portugal. As escolas assumem o papel de centros de decisão, desenvolvendo processos de democracia direta e de autogestão. Os sindicatos passam a ser estruturas privilegiadas de intervenção e reivindicação do corpo docente. Na tentativa de normalizar este período vivido nas escolas, é publicado o «Decreto-Lei nº 769-A/76, de 23 de outubro», que regulamenta a gestão das escolas portuguesas. Progressivamente, o modelo de gestão democrática foi assumindo a feição (neo)corporativa, proporcionando aos/às professores/as a representação do interesse público na escola.”) – BOAVISTA, Clara (Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação (CeiEF), Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias de Lisboa (Lisboa/Portugal)); Educação, Sociedade & Culturas, n.º 43, 2014, 45-63. (download: PDF (Português));

e b) Conquistas

«A caminho do cinquentenário do 25 de ABRIL, avivemos a memória!» (“Para que a memória não nos falhe, recordemos algumas medidas tomadas em 1974 e 1975, que tanto contribuíram para uma maior justiça social, como foram, entre outras: a criação do Salário Mínimo Nacional (Maio 1974); a fixação do valor mínimo da pensão de invalidez e velhice (1974); a criação da pensão social destinada a pessoas que não tinham descontado para a previdência (Maio 74); a atribuição do abono de família a desempregados (1974); a criação do subsídio de Natal para pensionistas, com valor igual ao da pensão (dezembro 74); o suplemento de grande invalidez (1975) e a criação do subsídio de desemprego (1975).” // “Foram estas importantes conquistas, consagradas na própria Constituição da República (abril 1976), como o direito a um Sistema Público de Segurança Social, assente nos princípios da universalidade e da solidariedade, que viriam a garantir importantes avanços civilizacionais, a todos os portugueses, ao nível da assistência em situações de desemprego, doença, maternidade-paternidade, encargos familiares com crianças e jovens, deficiência, invalidez, velhice e morte.” // “Hoje, deparamo-nos com grandes constrangimentos que têm posto em causa muitos dos direitos alcançados.”) – FENPROF de 2023/04/17;

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4. Retrocessos

a) «Os Professores vão deixar de ser funcionários públicos?» – Conferência na Escola Secundária Camões. 1 de março de 2026. Com António Garcia Pereira (aos 7’39”), Raquel Varela, Alice Faro Santos e Sandra Duarte, Jornal Maio de 2026/03/11;

e b) Protestos (16 de Maio de 2026)

«Professores em protesto pela revisão do estatuto da carreira docente» (“Milhares de professores saíram este sábado à rua para uma manifestação convocada pela Fenprof contra a revisão dos estatutos da carreira, mas também contra a proposta do pacote laboral.”) – RTP Notícias de 2026/05/16;

«Fenprof leva milhares de professores à rua e anuncia adesão à greve geral» (“Os professores protestam contra a revisão dos estatutos da carreira, mas também contra a proposta do pacote laboral.”) – Diário de Notícias de 2026/05/16;


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5. a) Polícia Política: Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE entre 1933 e 1945); Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE entre 1945 e 1969); Direção-Geral de Segurança (DGS entre 1969 e 1974);

e b) Opus Dei: Organização internacional de leigos, a que também pertencem sacerdotes seculares"; apoiou e participou em governos autoritários;

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6. Nacionalização das instituições de crédito:

 «Decreto-Lei n.º 132-A/75, de 14 de março»: Nacionaliza todas as instituições de crédito com sede no continente e ilhas adjacentes, com excepção do Crédit Franco-Portugais, dos departamentos portugueses do Bank of London & South America e do Banco do Brasil, das caixas económicas e das caixas de crédito agrícola mútuo;

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7. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).

Friday, May 15, 2026

Quando o Zé é um therian, um rato-canguru das montanhas...

Está-se sempre a aprender até morrer. Nunca tínhamos ouvido falar (certamente por distracção), mas a verdade é que há uns tipos e tipas que se identificam como Therians, ou seja, não se enquadram na espécie a que pertencem biologicamente.

Vivem na fronteira entre o humano e o animal, vestindo-se, agindo e vocalizando como um cão, um gato, etc.. 

Complicado? É. Distúrbio patológico? A ciência que diga.

A verdade é que a hashtag #therian tem milhares de milhões de visualizações. Esperteza, ou não, essa «Tendência “therian” já chegou a Portugal através do TikTok» – SAPO de 2026/02/24 (*).

Fomos investigar e encontrámos – como dissemos atrás – cães, gatos e, também, raposas – os mais comuns.

Este aqui é obra! Para nós é o Zé (bem disfarçado). Mas ele diz que não, que é um teriano, um rato-canguru das montanhas:




2. «Rato-canguru de San Quintin» (“Dipodomys gravipes”; “Em 2016 foi declarado como possivelmente extinto”) – Wikipedia;

3. Notas: a) O aqui Rato-canguru das montanhas foi inventado para efeitos de história; e b) Composição com Nano Banana (Gemini).)

Wednesday, May 13, 2026

Confirma-se: as formigas-de-fogo das cavernas dominavam o fogo por fricção!

Para sermos mais rigorosos são formigas-de-fogo-vermelhas (nome científico: “Solenopsis invicta”). E, sim, já conheciam a técnica de fazer fogo por fricção com Arco e Broca (Bow Drill)... embora aqui pareça mais com arco e flecha (isto dizemos nós).



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1. Materiais

– Arco (Bow): um galho curvo e resistente com uma corda.
      
– Broca (Drill): um pedaço de madeira cilíndrico e seco.
      
– Base: uma tábua de madeira seca com uma cavidade onde a broca irá girar.
      
– Soquete: uma pedra côncava ou pedaço de madeira dura para pressionar a broca na parte superior.
      
– Ninho: material vegetal altamente inflamável e seco para receber a brasa.


2. Processo

– Base: uma tábua com um pequeno furo onde a broca irá girar e, ao lado, um corte, ou entalhe em "V", para acumular o pó negro aquecido que se tornará a brasa.
       
– Corda do arco: é enrolada uma vez em volta da broca, garantindo que a tensão é máxima.
       
– Fricção: a broca é posicionada no furo da tábua e pressionada com o soquete no topo, enquanto o arco, juntamente com a corda, são movimentados, paralelamente ao chão, para a frente e para trás, rapidamente, de modo a fazer a broca girar.
       
– Brasa: o pó negro que se acumula no entalhe em resultado da fricção e começa a fumegar.
       
– Chama: a brasa (o pó em estado incandescente) é transferida para o "ninho" feito de material seco. Sopra-se suave e persistentemente até que a brasa inflame com o oxigénio e surja a chama.


3. Notas

– Boas madeiras, pressão e velocidade para atingir a temperatura de ignição, e ambientes não húmidos, são essenciais para que a técnica tenha êxito.
      
– Outras variantes incluem girar o pau apenas com as mãos ou esfregá-lo num sulco horizontal.

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(1. a) «Confirma-se: a formiga-de-fogo já chegou à Europa» – Público de 2023/09/12; e b) «Formiga-de-fogo-vermelha» (“A formiga-de-fogo ou formiga-de-fogo-vermelha (nome científico: Solenopsis invicta) é uma espécie de formiga do gênero Solenopsis e subfamília dos mirmicíneos (Myrmicinae) nativa da América do Sul (...)”) – Wikipedia;


3. a) «Maior escaravelho da Europa, de seu nome vaca-loura, está em risco mas Gaia vai dar-lhe abrigo» – Público de 2017/05/12; e b) «Vaca-loura» (“Lucanus cervus”) – Wikipedia;

4. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Tuesday, May 12, 2026

A fome é negra e com barriga vazia não há filosofia



(1. A propósito: «A fome é Negra» (“As aventuras da raposa Salta-Pocinhas. Matreira e mandriona, ela faz tudo para encher a sua barriga roubando galinhas e enganando os outros animais.”) – 9.º episódio, desenho animado, adaptação de Marcello de Moraes d’O Romance da Raposa, de Aquilino Ribeiro, 1924 – RTP Arquivos de 1988/12/24; 2. «Aquilio Ribeiro» – Wikipedia; 3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Monday, May 11, 2026

Encontros Diabólicos do Terceiro Grau



(1. A propósito: a) «Close Encounters of the Third Kind» (“Encontros Imediatos do Terceiro Grau”) – Wikipedia; E, já agora, b) «Steven Spielberg» – Wikipedia; 2. Composição com Nano Banana (Gemini), trabalhada digitalmente.)

Saturday, May 09, 2026

Os Dez Mandamentos do Borracho

Ao meio-dia já o diabo andava dentro dele a nadar em vinho.*

Prática tinha, mas faltava a cartilha, a lei fundamental...


Os Dez Mandamentos do Borracho (que os borrachos “seguem à risca”) são citados no «Esbôço dum Vocabulário Agrícola Regional – Anais do Instituto Superior de Agronomia» (Prof. D. A. Tavares da Silva), p. 506, onde se diz que os mesmos “se encontram compendiados nos “Estudos Dourienses” (3), pág. 48 – Abade de Baçal – e que são:

  1.º – Beber com assento;
  2.º – Escorripichar o copo até ao fundo;
  3.º – Fazer da garganta um rigueiro;
  4.º – Beber até ficar farto;
  5.º – Beber sempre do branco e do tinto;
  6.º – Beber a qualquer pretexto;
  7.º – Beber do seu, do alheio e do de empréstimo;
  8.º – Beber até ficar como um cravo;
  9.º – Beber no estio, na primavera, no inverno e no outono;
10.º – Beber até ficar com acréscimo.

Êstes dez mandamentos encerram-se em dois; convém saber:

  1.º – Beber sempre; e
  2.º – Nunca deixar de beber.


(* “– Ol­he, sôr João, eu não dou duas rasas de mil­ho pel­o dote que esse homem há de dar ao fil­ho; mas, apesar de tudo, digo‑l­he que vá ter com el­e, que nada se perde. Você sabe pintar as coisas a preceito. Veja se l­he toca no interior. O homem acabou de tomar a sagrada hóstia há pouco; pode ser que o demo l­he fugisse do corpo. Aproveite a maré; que el­e, depois do meio dia, tem dentro de si o diabo a nadar em vinho; e l­á por horas mortas l­ê uns l­ivros que esconde de todos os padres que l­á vão. Ol­he que, para ter tudo, até borrachão se fez; mas é tão hipócrita, que se prega a dormir toda a tarde, e diz à parva da mãe que está a fazer oração mental­. Ah! bom fueiro!...” – Camilo Castelo Branco, «O Demónio do Ouro»; Edição de Cristina Sobral; INCM, Lx, 2014; Livraria Editora de Mattos Moreira e Comp.ª; Vol. I, Cap. 2, p. 26;

1. Dicionário: 1.º mandamento: “Beber com assento”: beber sentado; 2.º mandamento: “Escorripichar (também escorropichar e escorrichar) o copo até ao fundo”: beber até à ùltima gota ou escorrer todo o líquido contido num recipiente; 3.º mandamento: “Fazer da garganta um rigueiro (também regueiro)”: fazer da garganta um pequeno rego onde o vinho escorre; 8.º mandamento: “Beber até ficar como um cravo”: beber até ficar como um prego, incapaz de se mexer; 10.º mandamento: “Beber até ficar com acréscimo”: beber até ficar completamente embriagado;

2. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Friday, May 08, 2026

Um boi melanqueiro

Há os que têm olhos de gabiru (observadores, astutos), os que têm olhos de gambá (pequenos, escuros, brilhantes, proeminentes), os que têm olhos de carneiro mal morto (mortiços, inexpressivos, vagos), e, entre mais uns tantos, os que têm olhos de melanqueiro* (calmos, mansos, dóceis), como se diz do boi. Era o caso de Francisco.

Francisco era levadeiro** numa fazenda e usava conscientemente desse olhar bovino para catrapiscar as mulheres ou deitar-lhes o rabo do olho***, conforme as ocasiões.

(“Cuidado” – diziam –, “que ele tem um olhar melanqueiro!”)

O malandreco parecia que vivia em permanente melancolia (ou tristeza) e algumas senhoras, nem todas, encantavam-se com isso. Mas era manha, aparência, que, de tanto hábito, se lhe entranhara.

E perguntam vocês: como é um olhar à boi melanqueiro? Pois é assim, ora vejam:


Bois!


(1. Dicionário: * “Melanqueiro”: expressão típica do mundo rural (do Minho e também da ilha da Madeira) que significa boi dócil; aplicada a uma pessoa, sugere que ela tem um olhar calmo, manso ou dócil, no caso, com melancolia;
“Melanqueiro”, «in» «Esbôço dum Vocabulário Agrícola Regional – Anais do Instituto Superior de Agronomia» (Prof. D. A. Tavares da Silva), p. 511: “Melanqueiro (boi) – Minho – dócil.”

** «Profissões Tradicionais – O "Levadeiro"» (“Cabia ao chamado “juiz da levada”, nomear os “levadeiros”, encarregues da distribuição da água para regadio, a chamada “água de giro” (tempo que decorre entre a rega de um terreno e a sua próxima rega). // Conforme a levada e o seu número de "regantes", podia ser atribuído a cada terreno uma determinada periocidade (por exemplo de 15 em 15 dias), o que fazia com que todos pudessem utilizar a água, à vez, controle feito, especialmente, no verão. // Cabia-lhe não só a fiscalização da distribuição da água, mas, também, a limpeza destes canais, das grades de retenção do lixo, bem como de outras estruturas e da zona envolvente, motivo pelo qual fazia-se acompanhar de uma foice, para arrancar o mato.”;

Com a “Fotografia: “Levadeiro, tocando búzio, para a distribuição de água e irrigação, munido da tradicional ampulheta e da lanterna de rega”, «in» CM Cultura Madeira;

e “Levada”:As levadas são canais de irrigação, ladeadas por um percurso pedestre, construídas com o objetivo de transportar água, do lado norte da ilha (da Madeira), onde este recurso natural é abundante, até ao sul, onde é escasso, para irrigação dos terrenos” – «in» CM Cultura Madeira;

«Levada» – Wikipedia;

*** Deitar o rabo do olho: olhar disfarçadamente ou de relance;

2. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Tuesday, May 05, 2026

Touro Sentado

Touro Sentado (não confundir com o chefe Índio) é um touro do Arizona. Rural, boçal e raivoso. E também apoiante do Trump. Vai atrasado para um rodeo em Tucson e tem um ódio de morte aos cães-mosquito.

Até agora tem sido um caso de sucesso: ainda nenhum cow-boy permaneceu os 8 segundos em cima do seu lombo (John Waine, “O Outro”, bem tentou...), mas todos ficaram pela chamada montaria zerada!

Se tudo correr bem, conta aposentar-se daqui a cinco anos com direito a pasto gordo e farto e muitos descendentes.

Bois!



(1. Porque se fala em a) «Touro Sentado» (“Touro Sentado chegou a ser famoso por conduzir três mil e quinhentos indígenas sioux e cheyenne contra o Sétimo Regimento de Cavalaria Americana, que estava sob as ordens do general Custer, na batalha de Little Bighorn em 25 de junho de 1876, na qual o exército federal foi derrotado.”) – Wikipedia;

b) «John Wayne» (Actor de cinema. “Ao longo de seus 50 anos de carreira, Wayne figurou consistentemente como protagonista em filmes de faroeste”. “A partir do final da década de 1940, Wayne trabalhou regularmente com os diretores Howard Hawks e John Ford, criando com eles diversas obras-primas do género faroeste.”) – Idem;

e c) «John Ford» – Idem;

2. Já agora: a) «Arizona» ((“apelidado de Estado do Grand Canyon) é um estado no sudoeste dos Estados Unidos”) – Wikipedia;

b) «Tucson, Arizona» (“É a segunda cidade mais populosa do Arizona”) – Idem;


3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Thursday, April 30, 2026

Só estava lá a tirar a fotografia. Uma cruz suástica em Santa Cruz. Chega.

Estar com uma lata de tinta ao lado a tirar uma fotografia a um cartaz em que pintaram por baixo uma cruz suástica não faz, por si só, ser o autor da estúpida cruz.

Vem isto a propósito “de uma cruz suástica pintada junto a um cartaz do Chega (o cartaz do “Isto não é o Bangladesh”), no concelho de Santa Cruz (ilha da Madeira)”. Um vídeo mostra “José Manuel Coelho (carinhosamente conhecido por “O Coelhinho”) no local, a tirar uma fotografia, tendo ao lado um balde de tinta.

Um exame dactiloscópico ou de grafoscopia resolveria o assunto.

José Manuel Coelho nega e defende-se da acusação de ser o autor: “Eu não estava a pintar. Eu só parei para admirar a obra de arte”. E considera que a acção faz sentido: “Passados 52 anos [do 25 de Abril], aparecem partidos saudosistas do antigamente. Querem que os portugueses passem de cavalo para burro, como diz o povo. Ora, nós não podemos passar de cavalo para burro, porque fizemos uma revolução para desenvolver o nosso país, dar liberdade às pessoas, liberdade da mulher, direitos iguais, salários decentes e boas reformas. A nossa luta é esta. Não podemos voltar para o 24 de Abril, como pretende o senhor Ventura e os seus acólitos.” “Eu só estava lá a tirar a fotografia porque achei que estava muito bem feito. É preciso voltar a expor e a denunciar os energúmenos que são contra as liberdades conquistadas em Abril. Querem que a nossa sociedade volte para trás”.

Até aqui, nada de novo, pois sabemos que André Ventura é isto, todos os dias, a toda a hora (e que se uns cartazes foram retirados por ordem judicial, outros, de idêntico teor, vieram substituí-los, de modo que a suástica como legenda até vem a propósito).

Só que desta vez, agora sabemos nós, finalmente André Ventura confessou-se ao padre (ou melhor, a Deus) e reconheceu que estava no mau caminho. Portanto, vamos dar-lhe uma oportunidade.

Ora vejam:



(1. A notícia: a) «"Só estava lá a tirar a fotografia"» – dnotícias.pt de 2026/04/29; b) «"Só estava lá a tirar a fotografia"» – SAPO (Diário de Notícias da Madeira) de 2026/04/29; e c) «José Manuel Coelho diz ter sido abordado pela PSP que lhe apreendeu material de pintura» – SAPO (Diário de Notícias da Madeira) de 2026/04/29;

2. A propósito: «José Manuel Coelho» (José Manuel da Mata Vieira Coelho) – Wikipedia;

3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini) e imagem disponível na Web.)

Wednesday, April 29, 2026

Carlos III no Congresso e Trump recebe Carlos III na Casa Branca

Donald Trump é o típico americano médio, rural, boçal e com cabeça de minhoca (às vezes acriançado) – afinal o grupo onde arrebanha os seus seguidores. Um pouco como cá com um. Mas falta-lhe o “pedigree”, o sangue azul, que ficou na Europa e não viajou para a América.

Por isso sonha e gosta de ser o Carlos III de lá, falar como um rei e, por que não?, ganhar o Nobel da Paz e às tantas o da Eloquência (existe?).

O ego é tão elevado e está tão confiante… mas o espelho mágico assusta-se e responde-lhe: “Tira daí o cavalinho da chuva!



(1. As notícias: a) «Carlos III no Congresso. Relação entre Reino Unido e EUA "é eterna, insubstituível, inquebrável"» (“Os fundadores dos Estados Unidos eram, nas palavras do monarca, “rebeldes com causa, muito imaginativos”.”) – RTP Notícias de 2026/04/29;

b) «Rei Carlos III apela à união transatlântica em discurso histórico no Capitólio» (“Carlos III citou com humor Oscar Wilde — "temos realmente tudo em comum com a América hoje em dia, exceto, claro, a língua".”) – Diário de Notícias de 2026/04/28;

e c) «Trump recebe Carlos III na Casa Branca com elogios aos britânicos» (“E Trump não desiludiu na curta intervenção que fez nos jardins da Casa Branca, lembrando que a sua mãe tinha uma “paixoneta” por Carlos. “Ela amava mesmo a família [real], mas também me lembro de ela dizer muito claramente: ‘Carlos, ele é tão giro...’ a minha mãe tinha uma paixoneta pelo Carlos. Acreditam?”. Recordou também a mãe do monarca, Isabel II, dizendo ter sido um privilégio conhecê-la.” – E esta, hem?) – Diário de Notícias de 2026/04/28;

2. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Tuesday, April 28, 2026

Cães-mosquito pescando homens-peixe em Galle, no Sri Lanka.

Cães-mosquito sentados no alto de uma estrutura feita de bambu, numa praia de Galle, no Sul (Sudoeste) do Sri Lanka, pescando à linha homens-peixe...



(1. Uma ideia a partir de «Nas alturas» (“Ao pôr do Sol, os pescadores sobem para um pilar (petta) feito de bambu numa praia de Galle, no sul do Sri Lanka.”) – National Geographic de 2026/04/27;

2. A propósito: a) «Galle» (“é uma cidade situada no sudoeste do Sri Lanka”) – Wikipedia; e b) «Sri Lanka» – Idem;

3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Sunday, April 26, 2026

Rui Tavares acusa Andre Ventura de citar Adolf Hitler e mito nazi

Uma das características do fascismo (e também do nazismo) é o populismo: basicamente a subversão dos acontecimentos históricos; a alimentação do ressentimento e do ódio; o discurso truculento, fácil, vazio e incoerente; a exploração do descontentamento das pessoas com o objectivo de erodir, desgastar e desacreditar as instituições democráticas.

Foi o que fez André Ventura na sessão solene, ontem, dos 52 anos das comemorações do 25 de Abril.

Pegando numa célebre frase de Hitler, não teve pudor em adaptá-la à luta de libertação em África (legítima e reconhecida internacionalmente), à guerra colonial (condenada internacionalmente) e a todos quantos lutaram para libertar Portugal de uma ditadura (donde muitos partiram por causa da guerra, das condições de vida e falta de liberdade; um país isolado internacionalmente), desvalorizando o 25 de Abril.

Disse do 25 de Abril:

1. Não é o dia dos capitães de Abril. É o dia dos capitães de Janeiro, de Fevereiro, de Março (passou Abril à frente), de Maio, de Junho, de Julho, de Agosto, é o dia de todas as Forças Armadas (repetiu 3 vezes). Não é o dia em que se celebram capitães de um mês, nem coronéis de outro mês.

2.Aqueles que aqui vêm hoje, sobem a esta tribuna e exaltam guerrilheiros que estavam a matar militares portugueses por todo o mundo. Da nossa parte eu quero que saibam (repetiu 2 vezes) que quem mata militares portugueses, quem mata autoridades portuguesas, não tem outro nome senão ser um assassino e nós não nos esqueceremos nunca deles (repetiu 2 vezes).

3. Apunhalados pelas costas, assim fomos.” (repetiu 6 vezes) – a frase de Hitler.

4.Enquanto uns lutavam outros louvavam os que nos matavam, e enquanto uns lutavam por um país outros aplaudiam aqueles que matavam em nome desse país.

5.Sem nunca achar que esta enorme nação começou numa madrugada de Abril, esta enorme nação começou há muitos séculos atrás, uns com mais liberdade, outros com menos liberdade, uns com mais crescimento económico, outros com menos crescimento económico.

(Rui Tavares, historiador e deputado do Livre estava atento (e também atenta a deputada do PS, Eva Cruzeiro) e acusou-o de citar por várias vezes na cerimónia uma frase de Adolf Hitler e um mito nazi: “apunhalado pelas costas”: “um mito político difundido na Alemanha após a Primeira Guerra Mundial, segundo o qual o exército alemão não teria sido vencido no campo de batalha, mas sim traído internamente por, entre outros, socialistas, bolcheviques e judeus alemães, tendo contribuído para a ascensão de Hitler do Partido Nazi” (notícia da SIC Notícias, em baixo), frase que aplicou para criticar “aqueles que "exaltam guerrilheiros que estavam a matar militares portugueses por todo o mundo"” e dizer que estes portugueses foram apunhalados pelas costas”, convocando, assim, “um imaginário político perigoso, assente na divisão, na desconfiança e na distorção da História” (quando, na verdade, a luta de libertação em África era legítima e reconhecida internacionalmente, a guerra colonial condenada internacionalmente e o país estava isolado internacionalmente), desvalorizando o 25 de Abril.)

Muitos não se darão ao luxo, nem terão paciência, de verificar se o que disse André Ventura tem correspondência na realidade. Embora um leigo veja que não. Mas as palavras do demagogo preenchem o vazio interior de muitos que, por fraqueza, são facilmente manipuláveis. O demagogo e populista sabe disso e sabe também que esses não se interrogam, porque nem têm tempo para isso.

Uma coisa é certa: a seriedade e a cultura passaram por ele e andaram. E o seu plano é perigoso.

Definitivamente, o 25 de Abril não lhe pertence. Ele é o contrário. Está nos antípodas.



(1. A boa notícia: «Milhares de pessoas saíram à rua para celebrar os 52 anos do 25 de Abril» – RTP Notícias de 2026/04/25;

2. A notícia que nos envergonha: a) «Rui Tavares acusa André Ventura de citar Adolf Hitler e mito nazi na sessão solene» – SIC Notícias de 2026/04/25;

e b) «25 de Abril. Os discursos dos partidos políticos na Assembleia da República» (Em “Ventura critica verbas gastas nas celebrações do 25 de Abril”, AS CONSIDERAÇÕES QUE FEZ SOBRE A FRASE DE ADOLF HITLER, APLICANDO-A AO 25 DE ABRIL) – RTP Notícias de 2026/04/25;

3. A propósito: «Lenda da punhalada pelas costas» – Wikipedia;

4. Composição com Nano Banana (Gemini) e recurso a imagem disponível na Web.)

Saturday, April 25, 2026

52 anos de 25 de Abril

52 anos passados do 25 de Abril de 1974 e o país retrocede a olhos vistos nas mãos de uma classe de terra-tenentes com cabeça de minhoca. Está em nós impedir que “o dia inicial inteiro e limpo” se transforme “no céu cinzento sob o astro mudo”, em que os “vampiros”, agora mais sofisticados, continuam a vir "em bandos com pés de veludo" chupar-nos o sangue.


I

25 de Abril

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo

Sophia de Mello Breyner Andresen, «in» “O Nome das Coisas”, 1974

II

Os Vampiros

No céu cinzento sob o astro mudo
Batendo as asas pela noite calada
Vêm em bandos com pés de veludo
Chupar o sangue fresco da manada

Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhes franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

A toda a parte chegam os vampiros
Poisam nos prédios, poisam nas calçadas
Trazem no ventre despojos antigos
Mas nada os prende às vidas acabadas

São os mordomos do universo todo
Senhores à força, mandadores sem lei
Enchem as tulhas, bebem vinho novo
Dançam a ronda no pinhal do rei

Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

No chão do medo tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos na noite abafada
Jazem nos fossos vítimas dum credo
E não se esgota o sangue da manada

Se alguém se engana com seu ar sisudo
E lhes franqueia as portas à chegada
Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

Eles comem tudo, eles comem tudo
Eles comem tudo e não deixam nada

José Afonso, “Baladas de Coimbra”, 1963

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EM TEMPO:

1. A boa notícia: «Milhares de pessoas saíram à rua para celebrar os 52 anos do 25 de Abril» – RTP Notícias de 2026/04/25;

2. A notícia que nos envergonha: a) «Rui Tavares acusa André Ventura de citar Adolf Hitler e mito nazi na sessão solene» – SIC Notícias de 2026/04/25;

e b) «25 de Abril. Os discursos dos partidos políticos na Assembleia da República» (Em “Ventura critica verbas gastas nas celebrações do 25 de Abril”, AS CONSIDERAÇÕES QUE FEZ SOBRE A FRASE DE ADOLF HITLER, APLICANDO-A AO 25 DE ABRIL) – RTP Notícias de 2026/04/25;
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(1. Para começar: a) «25 de Abril: um guia para celebrar a Liberdade» – SIC Notícias de 2026/04/24;

e b) «Os poderes que o 25 de Abril te deu» (“A 25 de abril de 1974, um golpe militar organizado por um grupo de jovens (LERAM BEM: JOVENS) capitães das Forças Armadas pôs fim à ditadura que se vivia em Portugal há 48 anos.” – Público de 2026/04/24;

2. Composição com Nano Banana (Gemini))

Thursday, April 23, 2026

Lula da Silva esteve em Belém com Ventura a gritar. As algemas de Ventura.

Duas manifestações, separadas por um cordão policial, marcaram a visita de Lula da Silva ao Palácio de Belém. Uma contra o presidente brasileiro, promovida pelo Chega, outra de apoiantes.” – anteontem, dia 21 (notícia da RTP em baixo).

De um lado, a habitual barulheira e gritaria a que nos habitou o CHEGA. Desta vez com umas algemas exibidas por André Ventura, compradas por 8 euros numa loja de sexo – dizem as más línguas.


Findo o protesto, o “kit” dos brinquedos vai agora ser usado em reuniões familiares do CHEGA, mas o chicote, mais barulhento (previsto para um próximo protesto), ainda está em fase de testes.

Ficamos a aguardar...


(1. As notícias: a) «Lula da Silva foi recebido por manifestação a favor e outra contra» (COM O VÍDEO) – RTP Notícias de 2026/04/21; b) «Em visita a Portugal, Lula recebe apoio de brasileiros em manifestação em Lisboa» (“Para a nutricionista Nádia Santos, 47, Lula merece todo o apoio, por ser uma voz contra o fascismo e a xenofobia” e pela sua importância para “enfrentar o caos criado pela extrema-direita, que tem feito muito mal ao país europeu”) – Público de 2026/04/21; c) «Lula assinala sintonia entre Brasil e Portugal e brinca: “Lembrem-se disso no Mundial”» – Público de 2026/04/22; d) «Manifestação contra visita de Lula da Silva pode degradar a relação Portugal-Brasil?» (COM O DEBATE/CONFRONTO) – SIC Notícias de 2026/04/21; e e) «Lula da Silva esteve em Belém com Ventura a gritar: "Lula, ladrão, o teu lugar é na prisão"» – Diário de Notícias de 2026/04/21;

2. A propósito: a) «Acordo de Associação Mercosul-União Europeia» (“A União Europeia é o segundo parceiro comercial do Mercosul, atrás da China, e o primeiro em matéria de investimentos. Já o Mercosul, é o oitavo principal parceiro comercial extrarregional da União Europeia.”) – Wikipedia; e b) «Luiz Inácio Lula da Silva» – Wikipedia;

3. Composição com Nano Banana (Gemini), com recurso a imagem disponível na Web.)

Wednesday, April 01, 2026

Grande Prémio do Mónaco de Meio Triciclo

Sessão de treinos (antes da corrida).

Este sou eu, no meu quintal, com sete anos de idade, equipado dos pés à cabeça de Gato das Botas e empurrando meio triciclo com as pernas em marcha‑atrás.


Apreciem a elegância do equipamento, o metal enferrujado (quanto mais estragado é o bólide mais divertido é), o centro de gravidade baixo, a minha forma física felina dominando o metal com o uso da força bruta das minhas botas, e as curvas de alta velocidade (e a velocidade que vem da minha fúria e do meu estilo único) e o chiar dos pneus de borracha maciça que deixam qualquer piloto de fórmula 1, e vizinhos, com inveja.

Pista para a qual é necessária precisão milimétrica (sem retrovisor) para não acabar com as botas dentro de um canteiro e sabedoria para serpentear uma ameixoeira e duas pereiras sem bater o chapéu com a pena à d’Artagnan nos ramos baixos, tem ao fundo uma casota a servir de boxe de apoio para conserto das botas e mudança dos pneus.

Como eu era feliz!


(1. A propósito: a) «Grande Prêmio de Mônaco» (“Grande Prémio do Mónaco”) – Wikipedia; e b) «Fórmula 1» – Idem; 2. Ainda a propósito: a) «Puss in Boots» (“O Gato das Botas”) – Wikipedia; b) «Le Maître chat ou le Chat botté» (“O Gato de Botas”, conto da autoria do escritor francês Charles Perrault) – Idem; e c) «Charles Perrault» – Idem; 3. E porque se fala de «D'Artagnan» (“uma das personagens mais importantes do escritor Alexandre Dumas. D'Artagnan é considerado o quarto mosqueteiro (...)”) – Wikipedia;

4. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Tuesday, March 31, 2026

Ele há coisas do diabo!

O Façanhudo faz um gesto obsceno e estraga o shot do Zé Cabeçudo.

Há pancadaria. Lencastres de um lado... Albuquerques do outro...

Vem a polícia...

E quem paga as favas é o dono do tasco!



(1. Dicionário: “Façanhudo”: capaz de fazer façanhas e também desordeiro e brigão; “Cabeçudo”: que tem cabeça grande e, em sentido figurado, também teimoso e estúpido; 2. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Friday, March 27, 2026

Encontro inesperado



(Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Mais homens se afogam no copo que no mar



(1. A propósito: “Mais homens se afogam no copo que no mar”, o adágio em: «O vinho na literatura oral» – «in» Do Tempo da Outra Senhora, de Hernâni Matos; 2. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Thursday, March 26, 2026

Feijoada à Transmontana



(1. De comer e morrer por mais: «Feijoada de Entrudo à Transmontana» – Roteiro Gastronómico de Portugal; 2. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Wednesday, March 25, 2026

EUA enviam ao Irão plano de paz de 15 pontos

“Navios "não hostis" autorizados pelo Irão a passar Estreito de Ormuz, diz ONU”

A História contada do outro lado...



(1. As notícias: a) «EUA enviam ao Irão plano de paz de 15 pontos. Proposta inclui tornar Ormuz uma Zona Marítima Livre» e «OMI (Organização Marítima Internacional) confirma proposta iraniana para "navios não hostis" utilizarem o Estreito de Ormuz» (“"Os navios não hostis (...) podem --- desde que não participem em atos de agressão contra o Irão nem os apoiem e que cumpram integralmente as regras de segurança e proteção em vigor --- beneficiar de uma passagem segura pelo estreito de Ormuz, em coordenação com as autoridades competentes", refere o documento divulgado.” – RTP Notícias de 2026/03/24;


2. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Monday, March 23, 2026

Trump, o espelho mágico, Ormuz, Irão e Albuquerque.

Há duas perguntas que não largam o Trump do seu espelho mágico e, por isso, todos os dias o questiona: a primeira é saber se algum dia vai ganhar o prémio Nobel da Paz; a outra, por paradoxal que pareça, é saber quem é o mais malvado do mundo. Às duas, o espelho tem respondido sempre sim.

Bem. Tem respondido sempre sim mas isso foi até ontem. Ora vejam:


De facto, o espelho mágico descobriu que quando Afonso de Albuquerque capturou a ilha de Ormuz em 1507 a sua fama de O Leão dos Mares, O Terrível, ou ainda d'O César do Oriente, fora a temível carranca*, foi tanta que ainda hoje**, na ilha de Ormuz e zonas costeiras próximas, no Irão, as mães iranianas dizem aos filhos “vem aí o Albukerk”, o equivalente ao nosso “bicho-papão”, sempre que os enganadores torcem o nariz à comida e precisam de ser “levados a bem”. Tão verdade, que nunca se ouviu uma mãe iraniana dizer “vem aí o Trump”.

Agora, uma coisa é deixar de ser o primeiro, outra, bem diferente, e nada bonita, é ser comparado por um espelho mágico a um frango de aviário! (e isso é mau, muito mau, pois pode tornar o visado ainda mais irritadiço.)


(* 1. «Afonso de Albuquerque» (pelos vistos, a imagem icónica que se associa a “Afonso de Albuquerque não é autêntica, mas uma adaptação feita sobre a figura do Governador Lopo Soares de Albergaria (...)”; seria ainda mais temível?) – Wikipedia;

** Na verdade, relatos de historiadores e viajantes; e faz parte da memória histórica e do folclore local;

2. Já agora, porque se fala tanto no “estreito de Ormuz”: «"Os EUA não podem declarar vitória com o Estreito de Ormuz encerrado"» – TVI Notícias de 2026/03/21;

3. «Estreito de Ormuz», «Ormuz» e «Hormuz Island» (Ilha de Ormuz: “Afonso de Albuquerque capturou a ilha em 1507 (...) Os portugueses construíram uma fortaleza na ilha para dissuadir potenciais invasores, chamando-a de Forte de Nossa Senhora da Conceição.”) – Wikipedia;

4. «Irã» (Irão) – Wikipedia;

5. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

Sunday, March 22, 2026

Agora que tanto se fala no estreito de Ormuz e no Irão

Agora que tanto se fala no estreito de Ormuz e no Irão, uma história nos vem à lembrança com o Afonso de Albuquerque, sim, o que foi governador da Índia Portuguesa (1509-1515) e ficou para a História com os terríveis nomes de O Leão dos Mares, O Terrível, ou ainda O César do Oriente, fora a temível carranca*.

A fama foi tanta que durou no tempo. De tal modo que ainda hoje**, na ilha de Ormuz e zonas costeiras próximas, no Irão, as mães iranianas dizem aos filhos “vem aí o Albukerk”, o equivalente ao nosso “bicho-papão”, quando os enganadores torcem o nariz à comida e precisam de ser “levados a bem”.

Nenhuma mãe iraniana diz “vem aí o Trump”, porque este comparado com o nosso “Albukerk” não passa de um frango de aviário.

Ora vejam o Arman com má catadura e o que o espera:



(* 1. «Afonso de Albuquerque» (pelos vistos, a imagem icónica que se associa a “Afonso de Albuquerque não é autêntica, mas uma adaptação feita sobre a figura do Governador Lopo Soares de Albergaria (…)”; seria ainda mais temível?) – Wikipedia;

** Na verdade, relatos de historiadores e viajantes; e faz parte da memória histórica e do folclore local;

2. Já agora, porque se fala tanto no “estreito de Ormuz”: «"Os EUA não podem declarar vitória com o Estreito de Ormuz encerrado"» – TVI Notícias de 2026/03/21;

3. «Estreito de Ormuz»«Ormuz» e «Hormuz Island» (Ilha de Ormuz: “Afonso de Albuquerque capturou a ilha em 1507 (...) Os portugueses construíram uma fortaleza na ilha para dissuadir potenciais invasores, chamando-a de Forte de Nossa Senhora da Conceição.”) – Wikipedia;

4. «Irã» (Irão) – Wikipedia;

5. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)