Após a experiência com a prova de Filosofia do ano passado (20 mil provas de Filosofia) “o governo decidiu avançar com a digitalização de todos os exames nacionais (300 mil provas)” e a correcção no formato digital, “salvo os de Geometria Descritiva e Desenho A”. (3. a))
Correu mal. Está a correr mal.
Falhas na digitalização das folhas de resposta (respostas de Português nos exames de Matemática, respostas de Economia numa prova de Português, páginas em branco ou por digitalizar, respostas incompletas, provas a que faltam folhas de continuação.);
Erros nas convocatórias dos professores classificadores (professores convocados para corrigir exames de disciplinas que nunca deram, como um professor de Geografia a corrigir Francês ou professores de Geografia a corrigir exames de Biologia; professores que nunca deram aulas ao 11.º ano ou 12.º ano; aposentados; e até falecidos) que o ministro Fernando Alexandre diz que são responsabilidade dos directores dos agrupamentos de escolas, acusação que, por sua vez, a Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP) devolve ao ministro;
Problemas dos professores classificadores nas credenciais (professores que receberam tardiamente as credenciais para entrar na plataforma) e no acesso à plataforma de classificação para correcção das provas (professores que mesmo recebendo credenciais não conseguem entrar).
A reter:
Júri Nacional de Exames (JNE)
Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA, I.P.), tutelado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI)
Plataforma de Classificação e Supervisão (PCS) – Classificação Digital do Instituto de Avaliação Educativa, I.P. (IAVE)
“Classificar” – onde o professor classificador pode aceder à classificação das respostas que lhe estão atribuídas (4.)
Professores classificadores (cada professor corrige uma só pergunta ou série que lhe está atribuída)
Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP)
Missão Escola Pública (movimento MEP)
Federação Nacional dos Professores (Fenprof)
metaPROF (movimento cívico de professores)
(1. «Exames 2026: O Caos Documentado» – metaPROF;
2. As notícias mais recentes: a) «Professores dizem continuar sem receber exames para corrigir e acusam ministro de mentir» – LUSA 2026/07/04; e b) «Professores dizem continuar sem receber exames para corrigir e acusam ministro de mentir» – Rádio Renascença de 2026/07/04;
3. Ainda as notícias: a) «Respostas de Português no exame de Matemática ou professores a corrigirem provas de matéria que nunca deram: o "caos instalado" nos exames nacionais» – CNN Portugal de 2026/01/07; b) «Exames nacionais. Ministro da Educação diz que maioria das falhas relatadas são falsas e garante condições para a correção digital» (“Ouvido em audição regimental na comissão parlamentar de Educação e Ciência”, “na sua intervenção inicial, Fernando Alexandre defendeu o modelo de classificação digital, argumentando que permitirá tornar o processo mais eficiente, uma vez que “no lugar de corrigir 40 exames iguais, cada professor vai corrigir 200 vezes a mesma pergunta” de exames diferentes.”) – Diário de Notícias de 2026/07/01; c) «Exames nacionais. Correção digital das provas com problemas técnicos» (COM O VÍDEO) – RTP Notícias de 2026/06/29; e d) «MEP cria escusa de responsabilidade a professores que corrigem exames» – País ao Minuto de 2026/06/29;
4. «MANUAL de Utilização da Plataforma de Classificação e Supervisão (PCS) – Classificação Digital» – Instituto de Avaliação Educativa, I.P.;
5. Nota: composição com várias imagens de Nano Banana (Gemini) e imagem disponível na Web.)

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