Agora que tanto se fala no estreito de Ormuz e no Irão, uma história nos vem à lembrança com o Afonso de Albuquerque, sim, o que foi governador da Índia Portuguesa (1509-1515) e ficou para a História com os terríveis nomes de O Leão dos Mares, O Terrível, ou ainda O César do Oriente, fora a temível carranca*.
A fama foi tanta que durou no tempo. De tal modo que ainda hoje**, na ilha de Ormuz e zonas costeiras próximas, no Irão, as mães iranianas dizem aos filhos “vem aí o Albukerk”, o equivalente ao nosso “bicho-papão”, quando os enganadores torcem o nariz à comida e precisam de ser “levados a bem”.
Nenhuma mãe iraniana diz “vem aí o Trump”, porque este comparado com o nosso “Albukerk” não passa de um frango de aviário.
Ora vejam o Arman com má catadura e o que o espera:
(* 1. «Afonso de Albuquerque» (pelos vistos, a imagem icónica que se associa a “Afonso de Albuquerque não é autêntica, mas uma adaptação feita sobre a figura do Governador Lopo Soares de Albergaria (…)”; seria ainda mais temível?) – Wikipedia;
** Na verdade, relatos de historiadores e viajantes; e faz parte da memória histórica e do folclore local;
2. Já agora, porque se fala tanto no “estreito de Ormuz”: «"Os EUA não podem declarar vitória com o Estreito de Ormuz encerrado"» – TVI Notícias de 2026/03/21;
3. «Estreito de Ormuz», «Ormuz» e «Hormuz Island» (Ilha de Ormuz: “Afonso de Albuquerque capturou a ilha em 1507 (...) Os portugueses construíram uma fortaleza na ilha para dissuadir potenciais invasores, chamando-a de Forte de Nossa Senhora da Conceição.”) – Wikipedia;
4. «Irã» (Irão) – Wikipedia;
5. Nota: Composição com Nano Banana (Gemini).)

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