Monday, June 04, 2012

Não dizia a cara com a careta

Era um ginetaço. Destoava o dono, que era um gira-pataca!


(1. Ginetaço (Brasileirismo): ginete de bom garbo e andadura; 2. Gira-pataca (gíria brasileira): tonto, idiota)

O funeral

Como funeral, estava completo. Até mesmo o gato-pingado marcava presença!


(Gato-pingado (popular): indivíduo que acompanhava os enterros a pé, ao lado dos carros funerários.)

Bula Manifestis Probatum

Zig e Zag falam da independência de Portugal (cartoon):

















(A propósito: Bula «Manifestis Probatum» - Wikipedia)

A gabaona

Tinha todos os predicados: fidalga dos sete costados; uma costela francesa “vercingetórix"; ter sido casada com homem que subiu a vida a pulso e chegou ao cume; e ter gerado prole extensa. Mas havia um de que se gabarolava: o de ser gabaona, por ser viúva de um “maçon” – Diga-se: proeminente e par do reino.

Era distinção que não andava à mão de semear!


(1. Gabaona (Maçonaria): nome com que se distingue a viúva de um mação; 2. Para os mais curiosos: «Vercingetórix» e, já agora, «História da França» - Wikipedia)

Saturday, June 02, 2012

O lago
















Isto é o que acontece quando um tipo não tem nada que fazer e se põe a borrar os dedos em tinta!

Frei-jorge...

"Havias de ver o frei-jorge! Como está viçoso!"
"O Frei Jorge do mosteiro de Cister!?"
"Ora! O freijó-verdadeiro. O que dá sombra à malta no regato...."


(1. Frei-jorge (Brasileirismo): árvore do Brasil. O mesmo que quiri, freijó, freijó-verdadeiro, entre outros nomes por que é conhecido; 2. «Freijó» - Wikipedia)

Friday, June 01, 2012

Alfabeto maçónico

Assim assina Jorge Silva Carvalho:










A chave:
















(1. «Alfabeto Maçônico» - Sobrenatural.Org; 2. Notícias de Jorge Silva Carvalho neste «blog»)

Relatório

«Bezerro de boa saúde, atendendo à desenvoltura dos cornichos.»


(Cornicho: chifre, corno pequeno; nome dos cornos dos bezerros de um ano.)

O Primo Brasílio

Em vez de dizer “O primo Basílio” dizia “O Primo Brasílio”. Não deixava de ter razão pois tinha um primo no Brasil!


(1. Brasílio: relativo ou pertencente ao Brasil; 2. A propósito: «O Primo Basílio», de Eça de Queiroz – Wikipedia)

Uma autêntica brasa!

De cauda era braquiuro. E de cabeça, braquistocéfalo. Era tido como uma autêntica brasa!


(1. Braquiuro: que tem a cauda curta; 2. Braquistocéfalo: diz-se daquele cuja cabeça é muito curta.)

Um excelente braquígrafo!

Nas aulas, era o melhor nos apontamentos. Para isso, contava com um segredo: o de ser um excelente braquígrafo. De tal maneira que até apanhava a respiração dos professores!


(Braquígrafo: indivíduo que escreve por meio de abreviaturas)

Hás-de cantá-las!

Andava o bracaiá atrás dum grilo - quer dizer, do som de um grilo -, pata ante pata, em passos de brisa, bigodes e orelhas a sondar, "que já te apanho", como um soldado no mato...

À aproximação - Vá-se lá saber porquê! - o grilo pôs-se mudo. E o gato no sítio, em cima da toca, corpo em riste... À cata!

E nada. Nem um som leve de asas do bicharoco. Só a passarada por cima.

O bracaiá tremeu uma pata, descontraiu o corpo, relaxou-se, e foi-se com uma certeza: "Hás-de cantá-las!"


(1. Bracaiá: gato do mato; 2. «Nome indígena para «jaguatirica» (Wikipedia) na região do Alto Sertão ou Serra do Mar na mata atlântica de São Paulo» (definição do Wikcionário); 3. Já agora: «Grilo» - Wikipedia)

Um pintainho borrefo

A Perdez teve uma ninhada de pintainhos cor de girassol, à excepção de um que era borrefo.


(1. Borrefo: pinto desplumado ou sem penas; 2. Isto até faz lembrar O Patinho Feio, de «Hans Christian Andersen» - Wikipedia)