Sunday, August 30, 2026

Vénus de Willendorf com o seu filho

Dizem, não sabemos se com rigor, que de vez em quando os Cro-Magnon se caldeavam de sangues com os Neandertais e que essa, embora não sendo a principal, terá sido uma das causas, entre outras, para a sua extinção.

Já uma vez aqui se disse que quem aqui escreve é o fruto de um Cro-Magnon pelo lado do pai e de uma Neanderthal pelo lado da mãe e que estes, por sua vez, deram origem a Peres-Correias, Sousa-Brandões, Bernexes e Serpa-Pimentéis, sem os quais não seria gente, e de que, aliás, existe um histórico testemunho da sua avó Yo-Nander-Tal varrendo o alpendre...

Adiante...

A segunda teoria, que vai parecer polémica, é que não foram os irmãos Lumière, nem Georges Méliès, os pioneiros da história do cinema. Basta um dia passado numa caverna dos nossos avoengos Cro-Magnon para perceber que as figuras pintadas nas paredes, vistas sob a luz ondulante das tochas, e com a ajuda das circunvoluções, saliências e reentrâncias da pedra, produzem autênticas animações; serviam elas então para alimentar os medos e os fantasmas dos imberbes ao adormecer, para não falar das cerimónias dos feiticeiros e longas-metragens pelas festas dos equinócios e dos solstícios que a todos encantavam.

A terceira constatação é que, na essência, ainda que os diferencie a geografia e o peso da cultura, os seres humanos são todos iguais, sejam Cro-Magnons ou portugueses do século XXI.

E quando se trata de crianças, em horas de embalar ou antes de dormir, mais verdade é e surgem então algumas perguntas e histórias. Uma de muitas é esta, ora vejam:





(1. A propósito: a) «Vénus de Willendorf» (“entre 28 000 e 25 000 anos a.C.”) – Wikipedia; b) «Vênus de Brassempouy» (“entre 29.000 a 27.000 anos a.C.”) – Wikipedia; c) «Cro-Magnon» – Wikipedia; d) «Homem de Neandertal» (“extinguiu-se há 28 mil anos, na Península Ibérica.”)– Wikipedia; e e) «Arte rupestre» – Wikipedia;

2. E porque se disse que o autor é o fruto de um Cro-Magnon pelo lado do pai e de uma Neanderthal pelo lado da mãe: a) «Já uma vez aqui se disse que...»e b) «Contributos genealógicos: a avó Yo-Nander-Tal...»;

3. E porque se fala dos irmãos Lumière e de Georges Méliès: «História do cinema» – Wikipedia;

4. Notas: a) Composição com Nano Banana (Gemini); b) Na elaboração das imagens seguiram-se os seguintes princípios sobre os Cro-Magnon (na verdade pertencentes à nossa espécie Homo Sapiens): 1.º – Anatomicamente seriam exactamente como nós, talvez mais robustos e musculados; 2.º – Pele escura; 3.º – O cabelo era muito bem cuidado, com penteados elaborados, tranças complexas e padrões geométricos na cabeça, como o provam a Vénus de Brassempouy e a de Willendorf; 4.º – Tinham uma linguagem oral perfeitamente articulada e estruturada, organização social, ritos funerários elaborados e pensamento simbólico abstracto demonstrado nas famosas pinturas rupestres.)

Vénus de Brassempouy com o seu filho

Dizem, não sabemos se com rigor, que de vez em quando os Cro-Magnon se caldeavam de sangues com os Neandertais e que essa, embora não sendo a principal, terá sido uma das causas, entre outras, para a sua extinção.

Já uma vez aqui se disse que quem aqui escreve é o fruto de um Cro-Magnon pelo lado do pai e de uma Neanderthal pelo lado da mãe e que estes, por sua vez, deram origem a Peres-Correias, Sousa-Brandões, Bernexes e Serpa-Pimentéis, sem os quais não seria gente, e de que, aliás, existe um histórico testemunho da sua avó Yo-Nander-Tal varrendo o alpendre...

Adiante…

A segunda teoria, que vai parecer polémica, é que não foram os irmãos Lumière, nem Georges Méliès, os pioneiros da história do cinema. Basta um dia passado numa caverna dos nossos avoengos Cro-Magnon para perceber que as figuras pintadas nas paredes, vistas sob a luz ondulante das tochas, e com a ajuda das circunvoluções, saliências e reentrancias da pedra, produzem autênticas animações; serviam elas então para alimentar os medos e os fantasmas dos imberbes ao adormecer, para não falar das cerimónias dos feiticeiros e longas-metragens pelas festas dos equinócios e dos solstícios que a todos encantavam.

A terceira constatação é que, na essência, ainda que os diferencie a geografia e o peso da cultura, os seres humanos são todos iguais, sejam Cro-Magnons ou portugueses do século XXI.

E quando se trata de crianças, em horas de embalar ou antes de dormir, mais verdade é e surgem então algumas perguntas e histórias. Uma de muitas é esta, ora vejam:





(1. A propósito: a) «Vênus de Brassempouy» (“entre 29.000 a 27.000 anos a.C.”) – Wikipedia; b) «Vénus de Willendorf» (“entre 28 000 e 25 000 anos a.C.”) – Wikipedia; c) «Cro-Magnon» – Wikipedia; d) «Homem de Neandertal» (“extinguiu-se há 28 mil anos, na Península Ibérica.”)– Wikipedia; e e) «Arte rupestre» – Wikipedia;

2. E porque se disse que o autor é o fruto de um Cro-Magnon pelo lado do pai e de uma Neanderthal pelo lado da mãe: a) «Já uma vez aqui se disse que...»e b) «Contributos genealógicos: a avó Yo-Nander-Tal...»;

3. E porque se fala dos irmãos Lumière e de Georges Méliès: «História do cinema» – Wikipedia;

4. Dicionário: a) “Briacho”: palavra agora inventada e que passa a constar dos dicionários, significando aquele que está bêbedo; por semelhança, do italiano “ubriaco”; b) “Micrólito”: utensílio de pedra lascada com tamanho extremamente reduzido que servia como ponta afiada para armas de caça;

5. Notas: a) Composição com Nano Banana (Gemini); b) Na elaboração das imagens seguiram-se os seguintes princípios sobre os Cro-Magnon (na verdade pertencentes à nossa espécie Homo Sapiens): 1.º – Anatomicamente seriam exactamente como nós, talvez mais robustos e musculados; 2.º – Pele escura; 3.º – O cabelo era muito bem cuidado, com penteados elaborados, tranças complexas e padrões geométricos na cabeça, como o provam a Vénus de Brassempouy e a de Willendorf; 4.º – Tinham uma linguagem oral perfeitamente articulada e estruturada, organização social, ritos funerários elaborados e pensamento simbólico abstracto demonstrado nas famosas pinturas rupestres.)

Thursday, August 27, 2026

CASAS COMIGO

Pois! Quem casa, quer casinha.


(Fotografia e desenho a lápis do autor, colorido digitalmente (o centurião romano das histórias do Astérix).)

Thursday, August 13, 2026

Eclipse total do Sol em Portugal. Niki e Pêto.

O Niki e o Pêto, que já os conhecemos de ginjeira, são muito curiosos e não têm qualquer receio com trovoadas, foguetórios e eclipses solares. Vai daí arranjámos-lhes uns óculos devidamente certificados para também verem o eclipse (ontem, dia 12 de Agosto). Aqui fica a fotografia do momento e o que em linguagem de cão disseram:



(1. As notícias: a) «Eclipse total do sol. O fenómeno visto a partir de Portugal» (COM OS VÍDEOS e os MOMENTOS-CHAVE) – RTP Notícias de 2026/08/12;



e d) «Eclipse solar chegou ao fim, agora é preciso esperar por... 2144» (VÁRIOS VÍDEOS e MOMENTOS-CHAVE) (Aos 18:52: “"Foi através de um eclipse que se conseguiu confirmar a teoria da relatividade geral de Albert Einstein"” (Alexandre Pereira Cabral, Investigador e Professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa: )) – SIC Notícias de 2026/08/12;

2. A propósito: «Como foi em 1912 e como vai ser em 2026: 12 curiosidades do eclipse solar» (“O eclipse de 1912 gerou na Europa um dos maiores surtos de cegueira por eclipse da História e deixou milhares com lesões oculares graves. Como não havia óculos certificados, a população recorreu a vidros fumados artesanais, visualizadores comerciais feitos de cartão ou observaram sem proteção. O eclipse durou apenas um ou dois segundos e a população foi apanhada desprevenida quando a luz solar direta reapareceu.”) – Jornal de Notícias de 2026/08/11;


4. Composição com Nano Banana (Gemini), utilizando uma foto gentilmente cedida.)

Tuesday, August 11, 2026

Quando os suricatas mandam no guarda do parque!

Suricatas, de sentinela, não se coíbem de utilizar o corpo do guarda do parque como posto de observação enquanto outros suricatas se divertem cofiando a barba do homem, tomando um refresco ou então recostados apanhando banhos de Sol, lendo a meteorologia no Kalahari...



(1. A propósito: a) «Suricata suricatta» (“Ao amanhecer, é comum observá-los posicionados de pé, apoiados nas patas traseiras, expondo o ventre ao sol para absorver calor rapidamente e auxiliar na termorregulação.”) – Wikipedia;

b) «Kalahari, no limite da sobrevivência» (“Para os suricatas, a sobrevivência é um esforço de grupo. As sentinelas mantêm-se atentas aos perigos e os adultos de menor estatuto, na sua maioria fêmeas, alimentam e cuidam das crias das fêmeas de estatuto superior.”) – National Geographic Portugal de 2023/06/06;

e c) «Kalahari, viagem ao grande deserto» (“Suricatas na área de Mabua- sehube (Parque Kgalagadi).”) – National Geographic Portugal de 2023/06/05;

2. Notas: a) composição com Nano Banana (Gemini); e b) ideia a partir da visualização de um vídeo na Internet com alguns “incríveis momentos com animais selvagens”.)

Monday, August 10, 2026

Parlenda Era uma bruxa com uma pulga na balança


A partir de «O que são Parlendas (25 exemplos)», juntaram-se e adaptaram-se duas parlendas: “Era uma bruxa” e “Uma pulga na balança” – «in» Significados.


(1. «Parlenda era uma bruxa, parlenda animada» - «in» Pro Priii - Historias & Músicas - Infantil;

2. Mais sobre Trava-línguas e charadas (adivinhas), Jogos e Rimas, Lengalengas e Cantigas ou parlendas (como “Tangolomango”) em: a) «A Furunfunfoça, a Furunfunfelha, os Espíritos Vagantes e o João Pestana – I»;


3. Notas: a) composição com Nano Banana (Gemini), utilizando uma fotografia do autor (telhado e céu); e b) nas regras da divisão silábica as sílabas de “passando” são: “pa-ssan-do” (cada dígrafo (“ss”) representa um só som) mas na mudança de linha (translineação), com o dígrafo “ss” (assim como com o “rr”), deve ficar um “esse” no final da linha e o outro “esse” no início da linha seguinte: “pas- / sando”. (Ciberdúvidas da Língua Portuguesa))

Saturday, August 08, 2026

Auditoria à PJ sobre mandatos de Luís Neves. Maigret.



(1. As notícias: a) «Pressão sobre Luís Neves agrava-se com auditoria à PJ e processo no Tribunal de Contas» (“Adensa-se o clima de pressão sobre Luís Neves à frente do ministério da Administração Interna. Esta quinta-feira, a ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, determinou a realização de uma auditoria da Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ) à Polícia Judiciária (PJ) e de uma avaliação interna à liderança exercida por Luís Neves enquanto diretor nacional da instituição.”) – Diário de Notícias de 2026/08/06;

b) «Auditoria à PJ. Partidos criticam "silêncio" do primeiro-ministro» (“Com a auditoria autorizada pelo ministério da Justiça à Polícia Judiciária (PJ) a aumentar a pressão sobre o ministro da Administração Interna, a oposição sobe o tom das críticas. Da esquerda à direita parlamentar, os partidos questionam cada vez mais a continuidade de Luís Neves no Governo e criticam o silêncio do primeiro-ministro sobre o caso.”) – RTP Notícias de 2026/08/07;

c) «Ministra da Justiça pede auditoria interna à PJ sobre anos de Luís Neves» (“O Ministério da Justiça (MJ) ordenou uma auditoria interna à Polícia Judiciária (PJ) na sequência das notícias sobre o funcionamento desta polícia no mandato do ex-diretor nacional e atual ministro da Administração Interna, Luís Neves.”) – CNN Portugal de 2026/08/06;

d) «Luís Neves. "Estou absolutamente tranquilo" com auditoria à PJ e "não vou ser julgado" pelo TdC» (“O ministro da Administração Interna, Luís Neves, falou à imprensa para se dizer "absolutamente tranquilo" sobre a auditoria à Polícia Judiciária (PJ), abrangendo o período em que ele ocupava o cargo de diretor-geral da instituição.”) – RTP Notícias de 2026/08/07;


f) «PS diz que situação de Luís Neves "atingiu o limite do admissível" e apela a "decisões difíceis"» (“Líder parlamentar socialista, Eurico Brilhante Dias, exortou o primeiro-ministro a tomar decisões difíceis e a pôr ordem no Governo, face à auditoria à PJ ordenada pelo Ministério da Justiça relativamente ao mandato de Luís Neves.”) – SIC Notícias de 2026/08/07;

e g) «Auditoria à PJ foi pedida por atual diretor» (“O MJ adiantou na quinta-feira (dia 6) ter determinado uma "avaliação interna destinada a enquadrar as questões que têm vindo a ser divulgadas pelos meios de comunicação social", relativas às polémicas que envolvem o atual ministro da Administração Interna e ex-diretor nacional da PJ, Luís Neves.” // “"Em paralelo, a Inspeção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ) - que procede regularmente à auditoria e inspeção de todos os organismos da Justiça - realizará também uma auditoria à PJ", adiantou ainda o MJ.”) – RTP Notícias de 2026/08/07;

2. A propósito: a) «Georges Simenon» – Wikipedia; e b) “o mais popular entre os personagens criados pelo escritor”: o «Comissário Maigret»– Wikipedia;

3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini) e também com imagens disponíveis na Web.)

Friday, August 07, 2026

Quem cochicha o rabo espicha. Parlendas do folclore brasileiro.


A parlenda “O Cochicho” foi retirada de «O que são Parlendas (25 exemplos)» – «in» Significados.


(1. A propósito: “Tangolomango” (significando azar ou má sorte) e tradição oral folclórica (cantiga ou parlenda), em jeito de brincadeira, que começa com 10 ou com 9 irmãs, gatinhos, irmãos, filhos, etc., em que a cada estrofe se vai diminuindo a quantidade até que não sobra ninguém ou nada: «Tangolomango - Eram 9 irmãs numa casa” - Versão DoReMiPaty Canal»;


3. E já que se fala de um “anuro”: «Anura» (“Anura (Ordem) significa ausência de cauda”) – Wikipedia;

4. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

Thursday, August 06, 2026

A Furunfunfoça, a Furunfunfelha, os Espíritos Vagantes e o João Pestana –II

Depois de aconselhar a neta, a moça Furunfunfoça, sobre os espíritos vagantes e os cuidados a ter com a janela fechada a Avó Furunfunfelha foi dormir para o seu quarto. A estas horas, tardias, a neta está morta de soninho pois João Pestana, um homem pequeno e tímido, já anda no quarto na ponta dos pés, em silêncio (pois foge ao menor barulho), a espalhar o pó mágico que vai fechar os olhos da moça e fazer com que as suas pestanas se juntem de sono.

Claro que João Pestana nada tem a ver com os espíritos vagantes que rondam à noite e observam as janelas abertas e quem dorme para entrar e fazer malinação!

Nada que preocupe a Furunfunfoça, pois sabe que estes espíritos caprichosos mais não fazem que divertir-se com pequenas travessuras. Mal comparado, são também crianças como ela!





(1. Dicionário: a) “espírito vagante”: alma ou fantasma que anda a vaguear e a divertir-se à custa de quem dorme;

b) “fazer malinação”: atitude dos espíritos caprichosos que se divertem a fazer travessuras aos vivos enquanto estes dormem;

e c) «João Pestana» (“O João Pestana é uma entidade mítica do sono e um personagem da mitologia e folclore de Portugal. É a personificação do sono a chegar, descrito popularmente como um ser muito tímido e assustadiço que se aproxima devagar quando está tudo silencioso, fugindo ao mínimo barulho. A lenda dita que, quando ele chega, os olhos fecham-se e as pestanas juntam-se, sendo esse o motivo pelo qual nenhuma criança o consegue ver.”) – Wikipedia;

2. a) Trava-línguas e charadas (adivinhas): «HORA DA LEITURA - A CASA DAS DEZ FURUNFUNFELHAS» (“Do Livro "A casa das dez Furunfunfelhas" de Lenice Gomes”, pela Professora: Kelly Mendes) – Secretaria de Educação de Imperatriz/MA – Oficial (YouTube);

e b) Já agora, conheça Lenice Gomes, escritora, professora e contadora de histórias, lendas e fábulas, cujo universo passa muito pelas cantigas, cultura popular, brincadeiras de infância, trava-línguas, parlendas...: «Quando eu digo digo digo | Lenice Gomes» – Paulinas WebTV (YouTube);

3. a) «O que são Parlendas (25 exemplos)» – «in» Significados;

e b) Tangolomango (significando azar ou má sorte) e tradição oral folclórica (cantiga ou parlenda), em jeito de brincadeira, que começa com 10 ou com 9 irmãs, gatinhos, irmãos, filhos, etc., em que a cada estrofe se vai diminuindo a quantidade até que não sobra ninguém ou nada: «Tangolomango - Eram 9 irmãs numa casa” - Versão DoReMiPaty Canal»;

4. Ainda os trava-línguas: a) Uma história musicada: «Baú de Histórias - Velha Furufunfelha», de LaMonalisah – YouTube;

b) «“A Velha Furunfunfelha”» (Jogos e Rimas Infantis – Adolfo Coelho, Edições ASA, 1994) - «in» Joselito Garcia;

e c) Trava-línguas (como “O rato roeu a rolha” ou “Uma velha furunfunfelha”) e Lengalengas: Um «post» relacionado: «A velha furufunfelha de maracuntelha que só sabia multiplicar e somar»;

5. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)

A Furunfunfoça, a Furunfunfelha, os Espíritos Vagantes e o João Pestana – I

Passa-se com a Avó Furunfunfelha e a sua neta, a moça Furunfunfoça, que vivem na roça Furunfoça de Maracuntoça e a história (resumida) foi retirada de um vídeo que circula na “Internet” e aqui fica pela curiosidade da linguagem.

Mas João Pestana, o ser do sono, ataca a neta que morta de soninho já mal ouve o conselho da Avó...





(1. Dicionário: a) “espírito vagante”: alma ou fantasma que anda a vaguear e a divertir-se à custa de quem dorme;

b) “fazer malinação”: atitude dos espíritos caprichosos que se divertem a fazer travessuras aos vivos enquanto estes dormem;

e c) «João Pestana» (“O João Pestana é uma entidade mítica do sono e um personagem da mitologia e folclore de Portugal. É a personificação do sono a chegar, descrito popularmente como um ser muito tímido e assustadiço que se aproxima devagar quando está tudo silencioso, fugindo ao mínimo barulho. A lenda dita que, quando ele chega, os olhos fecham-se e as pestanas juntam-se, sendo esse o motivo pelo qual nenhuma criança o consegue ver.”) – Wikipedia;

2. a) Trava-línguas e charadas (adivinhas): «HORA DA LEITURA - A CASA DAS DEZ FURUNFUNFELHAS» (“Do Livro "A casa das dez Furunfunfelhas" de Lenice Gomes”, pela Professora: Kelly Mendes) – Secretaria de Educação de Imperatriz/MA – Oficial (YouTube);

e b) Já agora, conheça Lenice Gomes, escritora, professora e contadora de histórias, lendas e fábulas, cujo universo passa muito pelas cantigas, cultura popular, brincadeiras de infância, trava-línguas, parlendas...: «Quando eu digo digo digo | Lenice Gomes» – Paulinas WebTV (YouTube);

3. a) «O que são Parlendas (25 exemplos)» – «in» Significados;

e b) Tangolomango” (significando azar ou má sorte) e tradição oral folclórica (cantiga ou parlenda), em jeito de brincadeira, que começa com 10 ou com 9 irmãs, gatinhos, irmãos, filhos, etc., em que a cada estrofe se vai diminuindo a quantidade até que não sobra ninguém ou nada: «Tangolomango - Eram 9 irmãs numa casa” - Versão DoReMiPaty Canal»;

4. Ainda os trava-línguas: a) Uma história musicada: «Baú de Histórias - Velha Furufunfelha», de LaMonalisah – YouTube;

b) «“A Velha Furunfunfelha”» (Jogos e Rimas Infantis – Adolfo Coelho, Edições ASA, 1994) - «in» Joselito Garcia;

e c) Trava-línguas (como “O rato roeu a rolha” ou “Uma velha furunfunfelha”) e Lengalengas: Um «post» relacionado: «A velha furufunfelha de maracuntelha que só sabia multiplicar e somar»;

5. Nota: composição com Nano Banana (Gemini).)