“A porta que Ventura deixou aberta, a empregada, o deputado madrugador e o fantasma de Rosa Bugairido”, filme a estrear em breve nos cinemas.
Sinopse: Um homem sai de um gabinete e não fecha a porta. Até à chegada, no dia seguinte, da empregada de limpeza e de um madrugador que ia lá fazer um vídeo para o TikTok ninguém entra e sai do gabinete e o gabinete é vandalizado durante a noite. Posta de lado a hipótese de ter sido o homem que saiu do gabinete no dia anterior, cuja probidade é à prova de bala, só resta uma hipótese, por exclusão de partes: se não foi o homem do TikTok (era incapaz disso) foi o fantasma de Rosa Bugairido!
Acreditamos nesta.
(É sabido que os fantasmas são muito sentimentais e gostam de voltar aos lugares onde foram felizes. E é precisamente o caso do fantasma de Rosa Bugairido.)
Um filme cheio de intrigas, histórias de saias, política, polícia, maçonaria e muito mais!
Porém, qualquer semelhança com a realidade (notícias em baixo) é pura coincidência.
A não perder, lá para Novembro! (juntamente com outra estreia: “A Judiciária, o empreiteiro, o tanque e o atrelado da droga”)(4)
(1. As notícias, parecidas, mas que nada têm a ver com o filme: a) «Assalto ao Chega: vandalismo ou golpe de teatro?» (“O gabinete de André Ventura apareceu revolvido (manhã de Terça-feira, dia 28) e terão desaparecido documentos. Há detalhes que não batem certo e fica a dúvida: assalto ou encenação.”) – Observador de 2026/07/29;
b) «Vandalismo ou encenação: o que se passou no gabinete de André Ventura no Parlamento» (COM O VÍDEO – “O líder do Chega diz que o seu gabinete no Parlamento foi vandalizado e que documentos e pens importantes desapareceram.”) – SIC Notícias de 2026/07/28;
c) «Deputado do Chega encontrou empregada da limpeza e um agente quando entrou no gabinete» (COM O VÍDEO – “O deputado do Chega Francisco Gomes conta que quando chegou à Assembleia da República na manhã de terça-feira encontrou “uma empregada de limpeza e um agente” no gabinete do Chega que foi remexido durante a noite.”) – SIC Notícias de 2026/07/29;
d) «Gabinete de André Ventura no parlamento vandalizado. Porta não foi forçada» (COM O VÍDEO – “O gabinete do presidente do partido Chega, André Ventura, na Assembleia da República, em Lisboa, foi esta terça-feira de manhã (dia 28 de Julho) encontrado vandalizado. A porta do gabinete, sabe o CM, não foi rebentada nem sequer forçada e terá sido uma empregada de limpeza a verificar o vandalismo e a alerta a GNR. O deputado do Chega, Francisco Gomes, eleito pelo círculo eleitoral da Madeira, foi o primeiro elemento do partido a chegar. A Polícia Judiciária foi chamada a investigar o caso.”) – Correio da Manhã de 2026/07/28;
e) «Ventura nega encenação em gabinete vandalizado: "um dos lotes de documentos que desapareceram referia-se à comissão de inquérito a Luís Neves"» (COM O VÍDEO) – CNN Portugal de 2026/07/28;
e f) «Polícia Judiciária fez novas diligências no gabinete de André Ventura» (“A Polícia Judiciária (PJ) regressou esta quarta-feira ao gabinete do presidente do Chega no Parlamento, depois de ontem lá ter estado para recolher indícios de prova, nomeadamente impressões digitais.”) – SIC Notícias de 2026/07/29;
2. E porque se fala de Rosa Bugairido: «Rosa Bugairido», «O fantasma de Rosa Bugairido» e «O fantasma de Rosa Bugairido (republicação)»;
3. Rosa Bugairido: Madeira de Buxo (Madera de Boj (1999)), de «Camilo José Cela»;
4. A outra estreia: «“A Judiciária, o empreiteiro, o tanque e o atrelado da droga”»;
5. Nota: composição a partir de fotografia existente na Web (o gabinete) e desenho do autor do fantasma de Rosa Bugairido, misturados depois no Nano Banana (Gemini).)
