Sinopse (primeira cena):
Um grupo de meninos mal-comportados e em dificuldades – “os influencers” – invocam o nome do pai terreno em vez de invocarem o santo nome de Deus em vão. Cai o carmo e a trindade. Segue-se uma empolgante (e hilariante) história de polícias e ladrões...
Partes do guião:
Numa aldeia, onde nada se passa, a notícia de uma investigação a uns meninos mal-comportados – “os influencers” – e ao seu pai, pelas responsabilidades parentais que tem, cai que nem uma bomba e é conversa de tascos e cafés.
Não-arguidos: o Lítio e o Hidrogénio Verde.
Tudo começa com escutas telefónicas depois de lautas e bem regadas refeições, quando a verdade e o vinho falam mais alto. Mão do diabo, um regabofe!
Por fim, numa busca, é encontrado dinheiro vivo escondido em livros e caixas de vinho. Seja lá o que isso for – pois há que averiguar se é dinheiro com pernas – o caso é muito grave.
Para apimentar a coisa, e pelo meio, há a participação de norte-americanos e ingleses. E de umas belas e estonteantes acompanhantes de luxo.
Ou seja, corrupção internacional ao mais alto nível, com cenas dignas de Hitchcock e James Bond.
Nos cafés e nos tascos há opiniões para todos os gostos: uns acham que se os corruptos fossem tantos como se diz, estavam as cadeias cheias. Outros dizem que faltam meios de investigação aos polícias e por isso estão vazias: “’inda outro dia vi um investigador a andar de trotineta e com as calças ponteadas!” Outros, ainda, comparam uma investigação a pesca à linha. Que não! Que não! “O arrastão é que dá, traz logo muito peixe. Até o fedelho do Sebastião, um filho da terra, que trabalha na capital e sabe muito destas coisas, o diz.”
“Influencers”:
Um filme a não perder, com estreia no Natal. Prometidas várias temporadas e séries, pelo menos até 2032.
Produções André Ventura. Realização do Ministério Público. Com a empolgante participação de Manuel Magalhães e Silva, no papel de “Hercule Poirot” – advogado e investigador privado.
Filme adequado a todas as idades e muito educativo.