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Wednesday, October 07, 2026

Palácio de Cristal Caminhos do Romântico

Dom Raimundo passeando com a sua esposa plebeia e dando mais uma aula de História do Porto.



(1. E perguntam vocês: onde fica o Palácio de Cristal? A resposta: «Palácio de Cristal (Porto)» (“O Palácio de Cristal (1865–1951) foi um edifício que existiu no antigo campo da Torre da Marca, na freguesia de Massarelos, na cidade do Porto, Portugal. Inaugurado em 1865, o Palácio de Cristal original acabou por ser demolido em 1951 para dar lugar ao Pavilhão dos Desportos (hoje oficialmente denominado "Super Bock Arena: Pavilhão Rosa Mota").” // “O Palácio de Cristal, da autoria do arquiteto inglês Thomas Dillen Jones, foi construído em granito, ferro e vidro, tendo o Crystal Palace londrino por modelo. Media 150 metros de comprimento por 72 metros de largura e era dividido em três naves.”) – Wikipedia;

2. A propósito (Os Caminhos do Romântico começaram com o Porto Capital Europeia da Cultura, em 2001):

a) «Jardins do Palácio de Cristal» (“Desde 1542, este espaço era conhecido como o Campo da Torre da Marca, por aqui ter sido construída uma Torre que servia de referência à entrada dos navios na barra do rio Douro. Em 1854, foi aqui construída a Capela Carlos Alberto em honra do Rei de Piemonte-Sardenha que se exilou no Porto depois de perder a Batalha de Novara e onde pouco tempo depois acabou por falecer.” // “As Camélias estão presentes em vários pontos dos Jardins do Palácio (...)”) – Câmara Municipal do Porto;

b) «CAMINHOS DO ROMÂNTICO» (“Os Caminhos do Romântico abrem a cidade a um rizoma de temas que percorrem o ideário Romântico portuense. Em 2022, o Museu da Cidade apresenta a reativação deste projeto originalmente criado no âmbito da Porto 2001 (...))” – Museu do Porto;

c) «CAMINHOS DO ROMÂNTICO — A QUINTA DOS PACHECO PEREIRA» (“A Quinta dos Pacheco Pereira afirma-se como um lugar-chave na leitura da transformação do Vale de Massarelos ao longo do século XIX, num tempo em que o Porto se expandia e se redesenhava sob o impulso de profundas mudanças sociais, económicas e urbanas.”/ “Mais do que uma propriedade, esta quinta testemunha um processo mais vasto de ocupação e consolidação do território, onde antigas estruturas rurais coexistem e, progressivamente, dão lugar a novas formas de habitar, produzir e circular.”) – Museu do Porto;

d) «Percurso da Água» (“O elemento água constitui-se como uma presença constante no território compreendido pelo vale de Massarelos. Se por um lado o modela de forma espontânea, abrindo caminhos naturais, através do Rio Douro e do Ribeiro de Vilar, por outro é pretexto para transformações humanas do território materializadas por chafarizes, fontes, lagos, moinhos ou canais no topo dos muros.”) – Museu do Porto;

e) «Percurso da Indústria» – Museu do Porto;

f) «Percurso da Natureza» (“Quinta do Meio [Quinta da Casa Tait]”) – Museu do Porto;

g) «CAMINHOS DO ROMÂNTICO — O VALE DE MASSARELOS A FERRO E FOGO — O CERCO DO PORTO 1832—1833» (“O extenso Vale de Massarelos é muito rico em espaços de memória do Cerco, tanto em locais de posições de artilharia e combates, como nas residências das famílias inglesas, proprietárias das caves – à época ocupadas pelas tropas Miguelistas, mas residentes na margem Norte do Douro. Destacam-se ainda ruas configuradas com o desenho urbano da época, como a Rua da Macieirinha ou a das Virtudes.”) – Museu do Porto;

h) «O Porto e a Europa do renascimento : Torre da Marca» (“Reprodução de uma gravura de Aguilar. Londres, 1797. Troço de parede ameada com arco central, que funcionava como sinalização para os navegantes. Foi construída para substituir um pinheiro de grandes dimensões. Situava-se perto do local onde se ergue actualmente a Capela de Carlos Alberto.”) – Arquivo Municipal do Porto;

i) E porque se fala da «Capela Carlos Alberto» – Wikipedia;

e j) E porque se fala de «Carlos Alberto da Sardenha» – Wikipedia;

3. Notas:
 
a) “O Vale de Massarelos é uma zona histórica e rica em memória na cidade do Porto, estreitamente ligada ao Cerco do Porto (1832–1833) e ao período romântico.”;

e b) composição a partir de fotografia e com Nano Banana (Gemini).)