Super-espião usa «código maçónico» - Notícias - Portal NetMadeira
Zig e Zag falam do super-espião Silva Carvalho - o «espião pouco secreto», como lhe chamou o jornal Sol, ou «o espião de trazer por casa», como se entende aqui - e dos seus códigos maçónicos (cartoon):
(1. "Secretas: Super-espião usa «código maçónico»" - Diário Digital de hoje; 2. «Jorge Silva Carvalho: O espião pouco secreto» - Jornal Sol de 2012/05/20)
Tuesday, May 29, 2012
Wednesday, May 23, 2012
Timor Lorosa'e. Olhares de um artista. (1)
Timor Leste - No Instagram de Maique Madeira - Público de 2012/05/21
«Post» seguinte: «Timor Timor Lorosa'e. Olhares de um artista. (2)»
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(A propósito: «Timor-Leste» - Wikipedia)
Cavaco confessa que ainda não se adaptou a acordo ortográfico - TSF
«Cavaco confessa que ainda não se adaptou a acordo ortográfico - TSF», ontem.
Zig e Zag falam das dificuldades do Presidente da República, Cavaco Silva, em escrever de acordo com as novas regras ortográficas - o acordo que ele próprio assinou e que era suposto que dominasse (cartoon):
«Miguel Sousa Tavares diz que ninguém entente o acordo ortográfico» - SIC Notícias, ontem (vídeo em cima)
Zig e Zag falam das dificuldades do Presidente da República, Cavaco Silva, em escrever de acordo com as novas regras ortográficas - o acordo que ele próprio assinou e que era suposto que dominasse (cartoon):
«Miguel Sousa Tavares diz que ninguém entente o acordo ortográfico» - SIC Notícias, ontem (vídeo em cima)
Tuesday, May 22, 2012
Coleccionador de palmo e meio
A mãe: “Filho! Agarra aí no piloiro-de-linha.”
“Quê?”
“O novelo…”
“Deixa primeiro apontar essa!”
(Piloiro-de-linha (termo de Goa): o mesmo que novelo)
“Quê?”
“O novelo…”
“Deixa primeiro apontar essa!”
(Piloiro-de-linha (termo de Goa): o mesmo que novelo)
No quintal
“Pilocas! Pilocas!” – Chamava as galinhas para comer.
A vizinha, que dava pelo nome de dona Milocas:
“Um dia destes mando-lhe uma chumbada…”
(Pilocas! (interjeição): voz usada para chamar galinhas)
A vizinha, que dava pelo nome de dona Milocas:
“Um dia destes mando-lhe uma chumbada…”
(Pilocas! (interjeição): voz usada para chamar galinhas)
O pesamenteiro
Conhecia toda a gente, vila e redondezas. Não havia vivalma que não entabulasse conversa com ele e fizesse amizade.
Soube de mais um que se fora para a terra da verdade. Pôs pés ao caminho e foi apresentar pêsames.
(Alguém disse: “Vem aí o pesamenteiro!”)
A história do costume: a boa pessoa que era, a vida é madrasta, os bons é que se vão, nunca descambando para a tristeza-desgraça, levantando o moral, lembrando os momentos picarescos, avivando o apetite, uma graçola aqui outra acolá… Criar ambiente, deixar as horas passar até os enlutados sentirem fome de rabo.
(Quando havia picurruchada, sempre pronta a lambuzar-se e fora de estados fúnebres, ainda melhor!)
“Come co’a gente…”
“Ora essa! Que maçada…”
Que não, que não era maçada…
“Pois se não é…” toca a ir dar ao dente! (não o disse mas pensou) E só podia ser assim, porque a seguir à funerária e ao padre o pesamenteiro era uma autêntica instituição, espécie de cronista social que se tinha de trazer nas palmas da mão…
(E como aquela gente comia!)
(1. Pesamenteiro (brasileirismo): aquele que, a pretexto de dar pêsames, se introduz nas casas para comer; 2. Fome de rabo (sentido figurado): muita vontade de comer; fome extrema; 3. Picurruchada (brasileirismo): pequenada)
Soube de mais um que se fora para a terra da verdade. Pôs pés ao caminho e foi apresentar pêsames.
(Alguém disse: “Vem aí o pesamenteiro!”)
A história do costume: a boa pessoa que era, a vida é madrasta, os bons é que se vão, nunca descambando para a tristeza-desgraça, levantando o moral, lembrando os momentos picarescos, avivando o apetite, uma graçola aqui outra acolá… Criar ambiente, deixar as horas passar até os enlutados sentirem fome de rabo.
(Quando havia picurruchada, sempre pronta a lambuzar-se e fora de estados fúnebres, ainda melhor!)
“Come co’a gente…”
“Ora essa! Que maçada…”
Que não, que não era maçada…
“Pois se não é…” toca a ir dar ao dente! (não o disse mas pensou) E só podia ser assim, porque a seguir à funerária e ao padre o pesamenteiro era uma autêntica instituição, espécie de cronista social que se tinha de trazer nas palmas da mão…
(E como aquela gente comia!)
(1. Pesamenteiro (brasileirismo): aquele que, a pretexto de dar pêsames, se introduz nas casas para comer; 2. Fome de rabo (sentido figurado): muita vontade de comer; fome extrema; 3. Picurruchada (brasileirismo): pequenada)
Monday, May 21, 2012
O casaco
"Onde penduro o casaco?"
"Aí. No guincheiro."
(Guincheiro (provincianismo transmontano): pequeno galho de árvore e que, pelos vistos, também serve para cruzeta)
"Aí. No guincheiro."
(Guincheiro (provincianismo transmontano): pequeno galho de árvore e que, pelos vistos, também serve para cruzeta)
Maçonaria
Pertencia à Maçonaria.
Era o guarda-selos.
Franquiava o correio...
(Guarda-selos (Maçonaria): empregado de uma loja)
Era o guarda-selos.
Franquiava o correio...
(Guarda-selos (Maçonaria): empregado de uma loja)
Olhando os elefantes
"Estás a ver aquele ali? É o guarda-bando."
"Só podia ser! Com uma banda daquelas..."
(Guarda-bando: paquiderme que, mais corpulento e respeitado que os outros do seu bando, anda com eles no mato.)
"Só podia ser! Com uma banda daquelas..."
(Guarda-bando: paquiderme que, mais corpulento e respeitado que os outros do seu bando, anda com eles no mato.)
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