«Vasco Lourenço alerta que poder foi tomado por “bando de mentirosos” - Vídeo com declarações de Passos Coelho indigna capitão de Abril» - titula o Público de hoje. Vasco Lourenço referia-se a um vídeo com declarações de Passos Coelho antes da sua tomada de posse como primeiro-ministro, a prova-provada de que às palavras não correspondem os actos.
Aqui fica o vídeo:
E vem a propósito a velha canção, que bem podia ser posta na boca de um qualquer de nós à procura de uma vida melhor noutro país e que um dia destes se lembrou de pôr pés ao caminho «p'ra não mais voltar». No caso, bastando só imaginar que o Josézito é o Pedrito:
(A notícia)
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Sunday, October 23, 2011
Tuesday, July 12, 2011
Esta é a história de João Pé de Cruz...
que emigrou para o Brasil e escreveu uma carta à mãe que rezava assim:
«Querida Mãezinha, eu por cá tudo bem...
«Mando-te umas prendinhas, coisas típicas do Brasil...
(a saber: chá, açúcar, café e um papagaio)
«Teu filho, que te adora...»
A mãe respondia, também por carta:
«Filhinho, folgo em saber que te encontras bem e de boa saúde, nós por cá todos bem...
«Cá recebemos as tuas prendinhas:
Quanto àquelas folhinhas (o chá), eram amargas que nem trovisco...
Quanto àquelas papinhas (o açúcar), eram doces que nem mel...
Quanto ao rapé (o café), rebentou as ventas ao teu pai...
E quanto ao pássaro (que o cozinharam como a um frango), lá treta tinha ele mas era duro que nem um corno!»
(o resto, já se sabe, é o resto da carta que para aqui não é chamado.)
(1. Histórias que a avozinha contava ao seu netinho (1974?); 2. A «Imigração Portuguesa no Brasil» (Contexto da estória em cima (uma história com cem anos?): «Os portugueses que emigraram para o Brasil até as últimas décadas do século XIX não estavam entre os indivíduos das camadas mais pobres da população portuguesa. (...) Esses imigrantes mais privilegiados é que tinham melhores condições de fazer fortuna no Brasil e eram sobretudo estes que regressavam ricos para Portugal, aguçando o imaginário popular. (...) Porém, a partir das últimas décadas do século XIX e no início do século XX, o perfil do imigrante português mudou completamente. Os pobres passaram a emigrar em massa para o Brasil, sem preparo e instrução, muitas vezes beneficiados por uma imigração subsidiada pelo governo brasileiro. Estes imigrantes chegavam pobres e, quase sempre, permaneciam pobres, engrossando a população de miseráveis no Brasil e procurando ajuda de instituições de caridade para sobreviver.[23]»); O «Rapé» («O rapé é feito do tabaco, derivado da planta Nicotiana tabacum, que após preparação serve para fumar, cheirar (cheirar rapé era um estimulante do nariz, provocando o espirro) ou mastigar, sob forma de cigarros, charutos, cigarrilhas, rapé e fumo de rolo.» «O hábito de consumir rapé era bastante difundido no Brasil até o início do século 20. Era visto de maneiras contraditórias: às vezes como hábito elegante, às vezes como vício. Há menções ao hábito em obras de Machado de Assis em Bote de rapé e Eça de Queirós em Os Maias.») - Wikipedia)
«Querida Mãezinha, eu por cá tudo bem...
«Mando-te umas prendinhas, coisas típicas do Brasil...
(a saber: chá, açúcar, café e um papagaio)
«Teu filho, que te adora...»
A mãe respondia, também por carta:
«Filhinho, folgo em saber que te encontras bem e de boa saúde, nós por cá todos bem...
«Cá recebemos as tuas prendinhas:
Quanto àquelas folhinhas (o chá), eram amargas que nem trovisco...
Quanto àquelas papinhas (o açúcar), eram doces que nem mel...
Quanto ao rapé (o café), rebentou as ventas ao teu pai...
E quanto ao pássaro (que o cozinharam como a um frango), lá treta tinha ele mas era duro que nem um corno!»
(o resto, já se sabe, é o resto da carta que para aqui não é chamado.)
(1. Histórias que a avozinha contava ao seu netinho (1974?); 2. A «Imigração Portuguesa no Brasil» (Contexto da estória em cima (uma história com cem anos?): «Os portugueses que emigraram para o Brasil até as últimas décadas do século XIX não estavam entre os indivíduos das camadas mais pobres da população portuguesa. (...) Esses imigrantes mais privilegiados é que tinham melhores condições de fazer fortuna no Brasil e eram sobretudo estes que regressavam ricos para Portugal, aguçando o imaginário popular. (...) Porém, a partir das últimas décadas do século XIX e no início do século XX, o perfil do imigrante português mudou completamente. Os pobres passaram a emigrar em massa para o Brasil, sem preparo e instrução, muitas vezes beneficiados por uma imigração subsidiada pelo governo brasileiro. Estes imigrantes chegavam pobres e, quase sempre, permaneciam pobres, engrossando a população de miseráveis no Brasil e procurando ajuda de instituições de caridade para sobreviver.[23]»); O «Rapé» («O rapé é feito do tabaco, derivado da planta Nicotiana tabacum, que após preparação serve para fumar, cheirar (cheirar rapé era um estimulante do nariz, provocando o espirro) ou mastigar, sob forma de cigarros, charutos, cigarrilhas, rapé e fumo de rolo.» «O hábito de consumir rapé era bastante difundido no Brasil até o início do século 20. Era visto de maneiras contraditórias: às vezes como hábito elegante, às vezes como vício. Há menções ao hábito em obras de Machado de Assis em Bote de rapé e Eça de Queirós em Os Maias.») - Wikipedia)
Saturday, January 19, 2008
Mais uma «cara velha» porta dentro!
«Durão testa regresso à pátria e apoio do PSD», titula o Diário de Notícias de hoje – Que chatice! Nós que estamos a precisar de «caras novas» lá vem mais uma «cara velha»!

Legenda - «De regresso a Portugal»
(1. A notícia; 2. A propósito: quem é «Durão Barroso»? - Wikipedia; 3. Já agora: «Emigração» (e por contraposição Imigração) - idem)

Legenda - «De regresso a Portugal»
(1. A notícia; 2. A propósito: quem é «Durão Barroso»? - Wikipedia; 3. Já agora: «Emigração» (e por contraposição Imigração) - idem)
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