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Saturday, August 16, 2014
A despedida
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(1. O problema do excesso de velocidade no espaço sideral já foi aqui avançado. Ora vejam: «Colisão de «Fangios» pelas curvas e contracurvas do espaço interplanetário»; 2. Nota: composição a partir de imagens disponíveis na Web, nomeadamente a imagem da NASA mostrada na notícia do Público de 2014/08/01: «Portugal visto à noite do espaço é assim»; quanto às naves estas são desenhos do autor.)
Monday, August 04, 2014
Em caso de agressividade dos indígenas regressar, de imediato, ao cubo!
As naves, brancas, não muito luminosas, baças até, são às dezenas e parecem cair como lágrimas, suavemente, dum enorme cubo de uma beleza indescritível: um espaço cheio de ocres vermelhos e verdes azulados, que alternam entre si espaçadamente, com uma espiral ao centro e dentro desta um astro gigantesco, de um verde-claro, luminescente. Perante a desproporção de tamanhos é difícil calcular as dimensões e distância a que estão estes estranhos objectos. Enquanto me extasio diante do espectáculo prodigioso – que durou no total uns três minutos, se tanto –, um zunido estranho quebrou novamente o silêncio da noite e pude ver que desta feita as naves invertiam a marcha e recolhiam àquele universo paralelo (se assim se pode chamar), velozes desta vez, perdendo-se dentro dele, enquanto as luzes ocres vermelhas e verde-azuladas bailavam precipitadamente dando a impressão de que o cubo girava sobre si; e vi-o depois a desfalecer-lhe as cores; não saindo do lugar – ou assim parecia – foi perdendo tamanho e ganhando uma luz dourada, que era cada vez mais intensa, tomando uma forma ligeiramente oblonga, até se tornar do tamanho de metade da Lua quando cheia; subitamente, e sem sair do lugar – ou assim parecia, como disse –, reduziu-se a um ponto de luz e lançou-se vertiginosamente no céu abrindo aquilo que parecia duas asas laterais – da mesma luz dourada –, como se fosse o traço de um cometa, que não era, em direcção às estrelas, perdendo-se nelas: e, aqui, foi o tempo de um pestanejar de olhos.» - Diário de Dan Dare.
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(1. A propósito: «Universo paralelo (ficção)» - Wikipedia; 2. Quando o Zig viajou numa bolha de sabão pelo lavatório abaixo (neste «blog»); 3. Aqui pode ver Dan Dare (coronel das forças intersiderais da ONU), que não é o desta história, e ver o seu principal inimigo, o terrível e manhoso venusiano Mekon, bem como recordar a Revista O Falcão, (1.ª série - 82 números): a) «Heróis Inesquecíveis (18) - Dan Dare» - «in» BDBD - Blogue de Banda Desenhada; b) «baú das revistas: O Falcão» - «in» colecionador de bd; c) «O Falcão - série I - Nº 1» - «in» Mania dos Quadradinhos)
Friday, July 11, 2014
Extraterrestres em trânsito
«Post» seguinte: «Em caso de agressividade dos indígenas regressar, de imediato, ao cubo!»; «Post» anterior: «O carteiro toca sempre duas vezes»
Wednesday, June 11, 2014
O carteiro toca sempre duas vezes
«Post» seguinte: «Extraterrestres em trânsito»
(1. A propósito do «título»: «The Postman Always Rings Twice (1981)» - Wikipedia; 2. Fotografia do autor: «A casa branca», em Desenhoscorvomanias; 3. Já agora, OVNIS neste «blog».)
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