(1. a) Santo André de Ézaro é uma localidade fictícia, mas se existisse seria algures na Costa da Morte, na Galiza, Espanha; o nome também alude ao romance de Camilo Jose Cela, “A Cruz de Santo André”; 2. Já agora: a) «Camilo Jose Cela» – Wikipedia; b) «La cruz de San Andrés» (A Cruz de Santo André), 1994 – goodreads; e c) «Ézaro» (Galiza, Espanha.) – Wikipedia; 3. E o que é um «Periscópio»? – Wikipedia.)
Showing posts with label ovnis. Show all posts
Showing posts with label ovnis. Show all posts
Wednesday, July 23, 2025
Andam extraterrestres em Santo André de Ézaro
Os jornais deram a notícia: uma bola de fogo caiu ontem no mar, ao largo de Santo André de Ézaro. Pusemo-nos à coca e hoje à noite fotografamos o que nos parece ser o periscópio da nave. Ou será o extraterrestre?
Wednesday, February 22, 2023
OVBIS: objectos voadores bem identificados.
Andam americanos, russos e chineses entretidos ao jogo do gato e do rato. Coisa que já vem de há uns tempos para cá. Tipo braço-de-ferro, bravata de galináceos, brincar às guerras, vilanagem.
Ora acontece que nestas andanças, aqui há uns dias, um mariola chinês (esta é a versão soft) pôs um balão a sobrevoar o que não devia. O balão foi identificado e depois abatido. Outros três objectos, sem origem e identificação, foram também abatidos e, agora, uma das teorias é a possibilidade de actividade extraterrestre desses objectos voadores não identificados (OVNIS).
Logo vieram vozes a terreiro dizer que os extraterrestres estão preocupados com a ameaça nuclear e o futuro da Terra; outras assegurando que os extraterrestres não são nenhuns totós para se deixarem abater, assim, tão facilmente; e, como sempre, as vozes do costume, dos que dizem que todas essas histórias não passam de balelas, tretas, coisas para inglês ver. Puro engano! Na verdade, bastam uns pozinhos de perlimpimpim dos extraterrestres para pôr o Biden, o Jinping e o Putin (e quem diz estes diz o Marcelo e o Zelensky) a chorar baba e ranho. Como prova, aqui fica um OVBI (objecto voador bem identificado), fotografado recentemente (e não consta que fosse abatido):
(1. A notícia: «OVNIs nos céus dos EUA: o que se sabe até agora» – SIC Notícias de 2023/02/14; 2. E perguntam vocês: a) Quem é «Joe Biden»? – Wikipedia; b) «Xi Jinping»? – Idem; e c) «Vladimir Putin»? – Idem; 3. Já agora: a) Quem é «Marcelo Rebelo de Sousa»? – Wikipedia; e b) «Volodymyr Zelensky»? – Idem; 4. «OVNIS» e «Extraterrestres» neste «blog».)
Monday, May 11, 2020
Coronavírus - A biblioteca de Marques Mendes, o fim.
Com o regresso à estação de televisão do comentador, chega finalmente ao fim a saga da biblioteca de Marques Mendes.
Cabe agora fazer uma análise a tudo quanto escrutinámos e ver se de facto chegamos a algumas conclusões válidas.
Repararam que fizemos tábua rasa das análises políticas domingueiras, não porque não tivessem o seu valor mas porque não era esta a nossa finalidade. Debruçámo-nos sobre o conteúdo da biblioteca, verificámos se era mexida ou não, e, por acaso, só nos esquecemos de verificar se limpavam o pó aos livros. Mas achamos que sim, seria coisa que se notava logo pois onde há livros poeirentos há aranhiços e nós não vimos nenhum. Quisémos saber se aquilo era uma biblioteca para inglês ver, isto é, se era para consumo voyeurista dos portugueses ou antes, e como deve ser, uma biblioteca realmente digna do nome.
Tiramos agora algumas conclusões:
1.ª - Trata-se de uma biblioteca generalista que aborda as frases do ano, a política e outras coisas de A a Z, com autores conhecidos e para todos os gostos, uns mais eruditos, outros, se calhar, nem tanto. Isso abona a favor do seu proprietário.
![]() |
| Análise de Marques Mendes no jornal da noite de 2020/05/10, na SIC. |
2.ª - Tem, como qualquer biblioteca, um adereço, que, no caso, é um passepartout, invocativo de alguma memória familiar. Fica bem, pois alegra o olhar. Notámos também que há livros que, por falta de espaço, são depositados por cima de outros, mas isso é a coisa mais normal do mundo.
3.ª - Não é uma biblioteca a armar ao pingarelho. Não há livros encadernados a couro e debroados a letras douradas. São, tudo indica, livros de uso.
4.ª - É uma biblioteca bastante variada em termos de cores, sendo certo que algumas dessas cores se destacaram, ou porque mudassem de lugar, ou porque desaparecessem subitamente, ou porque andassem de tempos a tempos às cambalhotas, ou seja, de cabeça para baixo. Foi o caso de um certo livro amarelo.
5.ª - Como em todas as bibliotecas que são bibliotecas tem que haver sempre uma nova entrada, um caloiro, um livro que vem apimentar o gosto. Foi o caso dum certo livro azul. E quando assim acontece geralmente sai um velho, no caso um vermelho que foi para outras paragens. O desaparecimento de um livro, ao contrário do que se possa pensar, é um bom sinal pois toda a gente sabe - ou devia saber - que quando um livro vai de viagem o mais certo é estar na casa de banho ou então na mesinha de cabeceira. Quem lê verdadeiramente lê em qualquer lugar e muita da boa cultura adquire-se sentado na sanita mesmo enquanto se assobia. Excelente sinal, portanto.
6.ª - O livro azul levantou uma interrogação maior pois não chegamos a saber se se prendia com algum entusiasmo por OVNIS e conspirações alienígenas. Seja como for, livros deste género ou fascículos de banda desenhada, policiais, livros de espiões vindos do frio, ficam sempre bem numa biblioteca e podem impressionar muito as visitas.
Por tudo isto tiramos o chapéu a Marques Mendes e à sua biblioteca!
«Post» anterior: «Coronavírus - "Um cego é o que temos aqui"»
(«Coronavírus» neste «blog» e «Coronavírus - Até os extraterrestres estão preocupados!» (idem))
Thursday, April 30, 2020
Coronavírus - Até os extraterrestres estão preocupados!
Os vídeos são antigos (2004 e 2015) mas só agora foram divulgados por fontes oficiais:
![]() |
| Jornal da Noite da SIC, de 2020/04/29. |
(1. A notícia: «Pentágono divulga vídeos de OVNI para “esclarecer quaisquer equívocos”» - Público de 2020/04/29; 2. «Coronavírus» neste «blog».)
Tuesday, April 28, 2020
Coronavírus - A Biblioteca de Marques Mendes - VI
Se tivéssemos que fazer uma História dos Livros e ordená-la por cores dois surgiriam à cabeça: o Livro Vermelho, de Mao Tsé-Tung, e o Livro Verde, de Kadhafi. Ainda encontraríamos um terceiro, pois é comum que as Bíblias tenham capa preta e letras douradas, embora nos digam que o preto não é cor.
![]() |
| Análise de Marques Mendes no jornal da noite de 2020/04/26, na SIC |
Já antes aqui tínhamos falado de um certo livro azul que está na biblioteca de Marques Mendes e interrogámo-nos na altura se seria um que pensamos conhecer e que por agora não revelamos para manter o suspense. Mas o problema é que livros azuis, raros, há alguns e o mais parecido que encontrámos foi o Project Blue Book. Chegados aqui, perguntámo-nos: será o relatório, em forma de livro, que está ali na estante ou o filme coberto com uma capa?
Ainda assim fica a pergunta: Será que Marques Mendes é um entusiasta de OVNIS e conspirações alienígenas? Fica a questão que vamos resolver em breve. Está prometido!
«Post» seguinte: «Coronavírus - "Um cego é o que temos aqui"»; «Post» antecedente: «Coronavírus - A Biblioteca de Marques Mendes - V»
(1. O "Livro Vermelho" de Mao Tsé-Tung:
O "Fim da História", a "Síntese", não termina com a conquista do poder pelo proletariado. A luta de classes continua mesmo depois do proletariado conquistar o poder.
Na luta de classes existem "classes antagónicas", que tenderão irremediavelmente a combater-se, e "classes não-antagónicas", cujos interesses não são necessariamente antagónicos. É o caso dos intelectuais em relação aos camponeses ou destes em relação aos operários;
2. E o "Livro Verde" de Kadhafi: «'Livro Verde’ resumia pensamento de Kadhafi durante governo da Líbia» - Globo.com;
3. E porque se fala de alienígenas: «Project Blue Book» - Wikipedia;
4. «Coronavírus» neste «blog»)
Saturday, February 23, 2019
Pirilampos!
Dicionário: Ctenóforo: criatura marinha, "com cerca de cinco centímetros de comprimento", de aspecto "sino-gelatinoso e transparente", que apresenta "saliências ao longo dos flancos" e quando tocado "cospe luz"; Pirilampos: seres dos ares, às vezes confundidos com OVNIS.
Entre "os seres luminosos que habitam a Terra" constam os pirilampos, a Maria das Dores, mais uns tantos, e em volta deles está "a própria vida". Ctenóforos, ostracodos, dinoflagelados, sifonóforos, cogumelos, caracóis, alforrecas e camarões ficam para outra história. Certa noite, depois de muito beber, o Zé das Pedras, conhecido assim por andar sempre a tropeçar nos calhaus, viu através do vidro fosco da janela umas luzes tremeluzentes no quintal, cinco ou seis, contou-as, o quintal dava para um descampado, no descampado havia umas torres gigantes com fios que zumbiam, o Zé das Pedras sempre acreditou em discos voadores, era um consumidor de revistas do tema e tinha recortados e colados em papel costaneira todos os artigos que o Joaquim Fernandes escrevia no Jornal de Notícias, os discos voadores eram mais que uma certeza, eram uma verdade científica, de modo que acordou a mulher aos gritos são eles!, são eles!, eu bem te dizia, e a mulher roncou, outra vez bêbedo?, que horas são?, três, achas que são horas?, parece que o mandou àquela parte e virou-se na cama com a outra parte da cara na outra ponta do travesseiro de modo que quando ele se deitasse ficassem costas com costas. A mulher do Zé das Pedras chamava-se Maria das Dores, e não era só pelas dores que sofria por ele, era também pela puta da vida, os tais seres luminosos, os pirilampos!
Um bocado de chichi apodrecido em quantidade generosa - pode ser de gato -, com areia, destilado depois, dá fósforo, não é preciso ser ctenóforo.
(segundo o Livro de Estilo de Camilo José Cela «in» Madeira de Buxo (Madera de Boj, 1999))
(1. A propósito: «Os seres luminosos que habitam a Terra» - National Geographic (Portugal); 2. Sobre "um bocado de chichi": «Henning Brand» - Wikipedia; 3. Mais uma vez o dicionário: a) papel costaneira: papel grosso e ordinário; b) OVNIS: Objectos Voadores Não Identificados.)
Entre "os seres luminosos que habitam a Terra" constam os pirilampos, a Maria das Dores, mais uns tantos, e em volta deles está "a própria vida". Ctenóforos, ostracodos, dinoflagelados, sifonóforos, cogumelos, caracóis, alforrecas e camarões ficam para outra história. Certa noite, depois de muito beber, o Zé das Pedras, conhecido assim por andar sempre a tropeçar nos calhaus, viu através do vidro fosco da janela umas luzes tremeluzentes no quintal, cinco ou seis, contou-as, o quintal dava para um descampado, no descampado havia umas torres gigantes com fios que zumbiam, o Zé das Pedras sempre acreditou em discos voadores, era um consumidor de revistas do tema e tinha recortados e colados em papel costaneira todos os artigos que o Joaquim Fernandes escrevia no Jornal de Notícias, os discos voadores eram mais que uma certeza, eram uma verdade científica, de modo que acordou a mulher aos gritos são eles!, são eles!, eu bem te dizia, e a mulher roncou, outra vez bêbedo?, que horas são?, três, achas que são horas?, parece que o mandou àquela parte e virou-se na cama com a outra parte da cara na outra ponta do travesseiro de modo que quando ele se deitasse ficassem costas com costas. A mulher do Zé das Pedras chamava-se Maria das Dores, e não era só pelas dores que sofria por ele, era também pela puta da vida, os tais seres luminosos, os pirilampos!
Um bocado de chichi apodrecido em quantidade generosa - pode ser de gato -, com areia, destilado depois, dá fósforo, não é preciso ser ctenóforo.
(segundo o Livro de Estilo de Camilo José Cela «in» Madeira de Buxo (Madera de Boj, 1999))
(1. A propósito: «Os seres luminosos que habitam a Terra» - National Geographic (Portugal); 2. Sobre "um bocado de chichi": «Henning Brand» - Wikipedia; 3. Mais uma vez o dicionário: a) papel costaneira: papel grosso e ordinário; b) OVNIS: Objectos Voadores Não Identificados.)
Saturday, August 16, 2014
A despedida
«Post» anterior: «Em caso de agressividade dos indígenas regressar, de imediato, ao cubo!»
(1. O problema do excesso de velocidade no espaço sideral já foi aqui avançado. Ora vejam: «Colisão de «Fangios» pelas curvas e contracurvas do espaço interplanetário»; 2. Nota: composição a partir de imagens disponíveis na Web, nomeadamente a imagem da NASA mostrada na notícia do Público de 2014/08/01: «Portugal visto à noite do espaço é assim»; quanto às naves estas são desenhos do autor.)
Monday, August 04, 2014
Em caso de agressividade dos indígenas regressar, de imediato, ao cubo!
As naves, brancas, não muito luminosas, baças até, são às dezenas e parecem cair como lágrimas, suavemente, dum enorme cubo de uma beleza indescritível: um espaço cheio de ocres vermelhos e verdes azulados, que alternam entre si espaçadamente, com uma espiral ao centro e dentro desta um astro gigantesco, de um verde-claro, luminescente. Perante a desproporção de tamanhos é difícil calcular as dimensões e distância a que estão estes estranhos objectos. Enquanto me extasio diante do espectáculo prodigioso – que durou no total uns três minutos, se tanto –, um zunido estranho quebrou novamente o silêncio da noite e pude ver que desta feita as naves invertiam a marcha e recolhiam àquele universo paralelo (se assim se pode chamar), velozes desta vez, perdendo-se dentro dele, enquanto as luzes ocres vermelhas e verde-azuladas bailavam precipitadamente dando a impressão de que o cubo girava sobre si; e vi-o depois a desfalecer-lhe as cores; não saindo do lugar – ou assim parecia – foi perdendo tamanho e ganhando uma luz dourada, que era cada vez mais intensa, tomando uma forma ligeiramente oblonga, até se tornar do tamanho de metade da Lua quando cheia; subitamente, e sem sair do lugar – ou assim parecia, como disse –, reduziu-se a um ponto de luz e lançou-se vertiginosamente no céu abrindo aquilo que parecia duas asas laterais – da mesma luz dourada –, como se fosse o traço de um cometa, que não era, em direcção às estrelas, perdendo-se nelas: e, aqui, foi o tempo de um pestanejar de olhos.» - Diário de Dan Dare.
«Post» seguinte: «A despedida»; «Post» anterior: «Extraterrestres em trânsito»
(1. A propósito: «Universo paralelo (ficção)» - Wikipedia; 2. Quando o Zig viajou numa bolha de sabão pelo lavatório abaixo (neste «blog»); 3. Aqui pode ver Dan Dare (coronel das forças intersiderais da ONU), que não é o desta história, e ver o seu principal inimigo, o terrível e manhoso venusiano Mekon, bem como recordar a Revista O Falcão, (1.ª série - 82 números): a) «Heróis Inesquecíveis (18) - Dan Dare» - «in» BDBD - Blogue de Banda Desenhada; b) «baú das revistas: O Falcão» - «in» colecionador de bd; c) «O Falcão - série I - Nº 1» - «in» Mania dos Quadradinhos)
Friday, July 11, 2014
Extraterrestres em trânsito
«Post» seguinte: «Em caso de agressividade dos indígenas regressar, de imediato, ao cubo!»; «Post» anterior: «O carteiro toca sempre duas vezes»
Wednesday, June 11, 2014
O carteiro toca sempre duas vezes
«Post» seguinte: «Extraterrestres em trânsito»
(1. A propósito do «título»: «The Postman Always Rings Twice (1981)» - Wikipedia; 2. Fotografia do autor: «A casa branca», em Desenhoscorvomanias; 3. Já agora, OVNIS neste «blog».)
Monday, March 19, 2012
Os extraterrestres são muito espertos!
Zig e Zag falam de esferas de luz tão grandes como Júpiter (cartoon):
(1. «Finalmente... O que são Sprites?» - «in» Física Atmosférica e «Identificação de relâmpagos e sprites na atmosfera pelo imageador ALIS a bordo do satélite científico EQUARS» - Antonioni de Freitas Vieira e João do Espírito Santo Batista Neto, Departamento de Computação Gráfica e Processamento de Imagens da Universidade de São Paulo; 2. «Sprites» na Wikipedia; 3. Ideia a partir do programa «O Nosso Mundo Invisível» - Canal Odisseia de 2012/03/18)
(1. «Finalmente... O que são Sprites?» - «in» Física Atmosférica e «Identificação de relâmpagos e sprites na atmosfera pelo imageador ALIS a bordo do satélite científico EQUARS» - Antonioni de Freitas Vieira e João do Espírito Santo Batista Neto, Departamento de Computação Gráfica e Processamento de Imagens da Universidade de São Paulo; 2. «Sprites» na Wikipedia; 3. Ideia a partir do programa «O Nosso Mundo Invisível» - Canal Odisseia de 2012/03/18)
Subscribe to:
Posts (Atom)







