Showing posts sorted by relevance for query barata. Sort by date Show all posts
Showing posts sorted by relevance for query barata. Sort by date Show all posts

Friday, March 11, 2022

Nas folhas dos jornais que estavam a calafetar as portas da casa dos Castelares...

Este texto faz parte de uma versão mais completa de “Nas folhas dos jornais que estavam a calafetar as portas da casa dos Castelares para que não entrassem as baratas estavam...”. O livro de estilo é o de Camilo José Cela. Aqui fica a segunda parte, sujeita a revisão quando se juntarem as partes.

II

Nas folhas dos jornais que estavam a calafetar as portas da casa dos Castelares para que não entrassem as baratas estavam, entre outros anúncios, pasta medicinal couto, há um século a cuidar da sua boca, petinga, Ala Arriba, sardinella longiceps (70%), óleo vegetal (29%), piri-piri e sal, e, como não podia deixar de ser, o desbaratizante matabarata, mata também ácaros, piolho da criança e pulga do gato, é um erro dar banho aos gatos, escreve na sua crónica semanal dona Caralhuda de Valadouro, Carmela Conacha Brava discorda, mais sobre estas senhoras nas pp. 10, 110 e 152 de A Cruz de Santo André, 1994, Camilo José Cela, 2003 Bibliotex Editor, para o Diário de Notícias, as baratas há quem as coma, também há quem coma a Caralhuda e a Conacha, mas isso são outras histórias, continuando, chineses, coreanos, e coreanos também são os portugueses que vendem em Porriño, vem n'A Cruz de Santo André, p. 130, edição já citada, e ainda tailandeses são grandes apreciadores de baratas, quando fritas é de comer e chorar por mais, uma barata bem preparada deve ficar estaladiça como o leitão da Bairrada.

Não hei-de morrer sem degustar uma barata com 320 milhões de anos, disse a Carmela Conacha Brava, mas caso aqui o primo da Caralhuda de Valadouro carregue no botão nuclear e nos mande a todos para os anjinhos pode bem acontecer que venhamos a ser pasto e repasto de uma, de modo que o melhor é esquecer o fóssil e berrar abaixo as baratas!, abaixo barata-americana, barata-alemã, barata-australiana, barata-oriental, barata-de-Madagáscar!, abaixo barata marrom fuligem ou negra ou barata verde e amarela, cor de bandeira!, baratas só mesmo com matabarata em cima do lombo, e o mesmo para as centopeias.

Baratas no Parlamento levam à suspensão da comissão de Trabalho, isto foi título de imprensa em 17 de Maio de 2018, já ninguém se lembra mas na altura deu muito que rir, a Carmela Conacha Brava acha que o amor devia ser explicado nas escolas através de circuitos electrónicos, com contadores e flip-flops.

Não foi a 17 mas sim a 13 de Maio de 1917, pastoreavam na serra d’Aire três pastorinhos quando relampejando lhes apareceu por cima de uma pequena azinheira uma rapariga com um metro e dez de altura, de uma beleza nunca vista e alva como uma nuvem, unia-se por um feixe de luz a uma nave que depois partiu vertiginosamente com a imagem dentro, sobre estes factos dona Caralhuda de Valadouro acha que se trata do comandante Dan Dare, vem no Falcão, formato grande, saíram 82 números, e que o holograma teve por finalidade fazer crer aos pastorinhos que a senhora que lhes falava era a senhora do Rosário, Carmela Conacha Brava fala da grande guerra e dos bolcheviques e que, por cá, o clero andava de candeias às avessas com as autoridades republicanas por causa da lei da separação, festejava-se um dia santo, dia muito importante para a fé, e que o bispo, tendo conhecimento dos factos do arbusto, disso se aproveitou mandando um prelado ao lugar, a fim de espiar e conspirar, coisa que não correu lá muito bem, foi preciso arregimentar alguns nobres descontentes para malhar nos maçons e derrubar o Afonso, ateu feroz, e umas tantas senhoras da alta sociedade dadas ao vinho, dona Caralhuda de Valadouro, que também sabe destas coisas, acrescenta que o cardeal, mais tarde em resposta a acusações de fraude, disse que os acontecimentos do arbusto foram impostos à igreja, o que talvez seja verdade atendendo à participação e ao empenho de um certo advogado, ferveroso católico e miguelista, grande proprietário, irmão e ministro de ordens e conferências religiosas, mais tarde sidonista, e interessado na manha, o facto é que Deus andava muito triste com a falta de fé dos portugueses, concordando, sim, com as teses do clericalismo neotomista e da teologia positivista, cuja ideia principal era que o milagre é uma interrupção momentânea das leis da natureza por vontade Dele, mas dona Caralhuda de Valadouro não arreda pé da sua teoria do Dan Dare e acha um disparate a ideia de unir os portugueses pelo arrependimento e a oração ou pôr no mesmo saco a aparição e o militante católico e beato Nuno de Santa Maria, o Nuno Álvares, o da batalha de Aljubarrota, coisa que, disse, mais não foi que esperteza saloia do presidente do conselho que se mancomunou com o cardeal, esta e outras coisas vinham descritas nas folhas dos jornais que estavam a calafetar as portas da casa dos Castelares para que não entrassem as baratas e uma, assaz curiosa, com data de 19, dava conta da revolta da batata, eram tempos de fome de cão, vem na Ilustração Portuguesa, n.º 589, de 4 de Junho de 1917, pp. 448-449.

As baratas declararam guerra à humanidade, incluindo gente de hábitos talares, invadindo casas, bibliotecas e conventos, as cozinhas, os armazéns, cantos e buracos esconsos, isto é coisa que vem de há muito tempo, certo é que as baratas são mal vistas, tanto é assim que duas baratas que subiam uma colina foram abatidas a tiro de fisga por dois frades, veio no Novidades e fez furor.


Doutras vezes, os Castelares: «Da importância e valor relativo das coisas. O azulejo.», 2024/08/27; «Uma bola vinda do nada», 2019/08/12.

Sunday, July 04, 2021

Barata Sarilho e Barata Traste

Encontraram-se a Barata Sarilho e a Barata Traste (ambas orientais) e logo se tomaram de amores. A Barata Traste propôs que fossem para uma cave, ou cozinha, mas a Barata Sarilho que, como o nome indica, só gosta de se meter em sarilhos, ripostou: “É aqui mesmo.” “Aqui, na rua, sujeitas a ser espezinhadas pelos humanos?!” “A esta hora nada se passa, os tipos estão confinados desde as dez e trinta por causa do tal vírus do morcego, proibidos de sair da toca.” “Se o dizes, ‘bora nessa! Toca a pôr ovos!


(A propósito: «Barata» (as fêmeas são maiores que os machos) – Wikipedia)
 

Thursday, March 04, 2021

Ó Barata! Que barato!

Disse a Espirra-Canivetes. De facto, a montra anunciava saldos. O Barata não gostava do nome, era o pior que a mulher lhe podia fazer, chamá-lo assim em público. Sentia que no chamamento havia gozo. Olha os vizinhos!, clamava para a mulher. Um dia o Barata cruzou-se com a sua homónima num passeio e pareceu-lhe ouvir uma voz vinda da beira dos pés. Chegou a casa e disse à mulher, hoje levei bate-barba e mais não digo! Chateado que nem um peru, não quis jantar e foi dormir. Ora vejam:



(1. A propósito: «Barata» - Wikipedia; 2. Baratas neste «blog»; 3. Nota: fotografia do autor e composição com imagem disponível na Web.)

Tuesday, September 11, 2007

Mercado com excesso de peúgas

«Fábrica de peúgas não reabriu após as férias», titula o Jornal de Notícias de hoje – O que a notícia não diz é que o mercado estava excedentário de peúgas e deixou de haver procura. Peúgas, na melhor das hipóteses, só daqui a um ano!


Legenda: a fábrica das peúgas (cujo logótipo é um coturno) embandeirou uma peúga anunciando o fecho

A fábrica reabriu na Parolândia (há, sim senhor, um país com este nome) onde há uma enorme carência de coturnos e também abundante mão-de-obra (da barata).


(A notícia)

Sunday, January 04, 2026

Ataque dos EUA à Venezuela. O valor do petróleo.

61 a.C.. Campanha da Hispânia. Júlio César é um mestre em manipulação e está-se a borrifar para o direito romano. Com o argumento da violação dos monopólios comerciais romanos ou fuga aos impostos portuários, mandou um exército prender o líder local, o chefe lusitano Nicolaus Madurus (como lhe chamam os romanos), mais a sua mulher, acusando-os de tráfico de garum* e de serem simples criminosos comuns.

Mas o objectivo de Júlio César é o confisco de bens e terras, o estanho e o ouro** da Lusitânia, e tomar os Montes Hermínios; Roma está endividada e precisa de vitórias militares e, acima de tudo, dos recursos minerais lusitanos. Engendra um plano de chantagem e força os habitantes dos Montes Hermínios*** à rendição, para os utilizar como mão-de-obra barata na exploração das minas que vai confiscar.

Os Montes Hermínios são o cofre pessoal do César. Quando estabilizadas as finanças de Roma e controlados os tipos que do outro lado do mundo, a Oriente, têm andado a rapinar o estanho e o ouro, há que pôr mão na Gronelândia e no que mais vier...



________

* Garum: molho à base de peixe que os Romanos apreciavam muito (não só os romanos, mas também os lusitanos de gema como o Tristês), temperado às vezes com umas gotinhas da poção mágica do druida Panoramix, para lhe dar sabor; nele demolhando um bacalhauzinho dá uma refeição de truz! E no fim um “Portus Cale”! – pp. 6 e 12 do álbum “Astérix na Lusitânia” (2025);

* Na verdade, “acusando-os de narcotráfico”;

** Na verdade, “o petróleo”;

*** Na verdade, “os habitantes da Venezuela”.

________



2. Nota: composição com base em Nano Banana (Gemini).)

Sunday, May 24, 2026

Relatório da Presidência. Líder do PS acusa o Governo de ser desmazelado.

Foi divulgado este Sábado o relatório da Presidência aberta realizada na zona Centro do País entre 6 e 10 de Abril às zonas afectadas pelas tempestades de Janeiro e Fevereiro, e uma de que nos lembramos, a tempestade Kristin (28/01/2026).

Convém sempre recordar que então o governo portou-se como uma barata tonta, sem saber o que fazer. Como escreveu Raquel Varela em 4 de Fevereiro:

Perguntam-me se depois de ir a Leiria não vi uma catástrofe. Deixem-me ser clara. Entraram pela região ventos ciclónicos de 200km hora, muita coisa não pode resistir a tal. Em Hong Kong com ventos de 140km as pessoas deixam de circular e tapa-se tudo com protecções. O que nós vimos foi um Estado falido em termos de bem estar social. Três dias antes sabia-se da tempestade e no próprio dia deu-se o famoso alerta vermelho cuja única consequência foi “fiquem em casa”. Não se decretou que não se pode ir trabalhar, deixando os trabalhadores nas mãos das empresas, não se decretou que a protecção civil devia ir para a região distribuir geradores e fixar protecções nos vidros. Não se fez nada. E não se fez nada porque não há. Vi carradas de lonas da IL e do Chega a fazer de telhados, com sacos de areia em cima, para não voarem, os dois têm no programa mais privatizações, na educação e saúde. Que metáfora as lonas ali... // “O que nós vimos na Kristin foi a opção Covid “Fique em casa”, a responsabilidade é sua. Fique em casa sem telhados, mas fique. Cada um por si.” (2. a))

Depois, o governo – o primeiro-ministro – prometeu mundos e fundos e não cumpriu.

Entretanto, o super-herói segue, com o seu sorriso de orelha a orelha.

Na altura dos acontecimentos da tempestade Kristin fizeram-se quatro cartoons que não chegaram a ser publicados. Foram agora juntos a um quinto e reunidos num só. “Fique em casa sem telhados” e “lonas da IL e do Chega a fazer de telhados”, como se pode ver pela citação atrás, não são ideias do autor.

Eis o cartaz:



(1. As notícias: a) «Relatório da Presidência sobre tempestades aponta prioridades e "linhas estratégicas"» (“No texto de cem páginas, identificam-se cinco prioridades imediatas: desbloquear pagamentos e decisões ainda pendentes (sobretudo em habitação, seguros e apoios públicos), remover material lenhoso derrubado e reduzir a biomassa acumulada, apoiar a reabertura de atividades económicas ainda condicionadas, reforçar a proteção e a autonomia das infraestruturas críticas mais expostas e assegurar "apoio psicossocial de proximidade aos grupos mais vulneráveis". // Para um "momento seguinte", o relatório aponta outras cinco tarefas, que incluem preparar famílias e comunidades para ruturas temporárias dos serviços essenciais ou passar das reposições provisórias à reconstrução das redes críticas.” (...) “Depois, o relatório lista 11 "liçôes estratégicas para o futuro", que dizem respeito "ao que o país deve mudar de forma mais duradoura para não reproduzir as mesmas fragilidades perante próximos eventos extremos".”) – Jornal de Notícias de 2026/05/23;

b) «Relatório da Presidência Aberta deve ter acção consequente do Estado, pede autarca» (“Numa declaração enviada à agência Lusa, Gonçalo Lopes começou por assinalar que o relatório confirma o que “os municípios têm vindo a alertar desde o primeiro dia”, que a depressão Kristin, em 28 de Janeiro, “não foi apenas um fenómeno extremo circunscrito aos dias da emergência”.”) – Público de 2026/05/23;

c) «Relatório da Presidência Aberta tem “grande alinhamento” com PTRR, diz presidente da estrutura de missão» (“O coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro, Paulo Fernandes, considera que o conteúdo do relatório da Presidência Aberta sobre o mau tempo tem um “grande alinhamento” com o PTRR - Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência.” (...) // ““As preocupações identificadas ao longo da Presidência Aberta são claras: a lentidão de alguns apoios, a persistência de situações por resolver, a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência, e a urgência de garantir que o território entra nos meses de maior risco em condições mais seguras do que aquelas em que saiu do Inverno”, refere.”) – Público de 2026/05/23;

d) «José Luís Carneiro acusa o governo de "desmazelo" após tempestades» (COM O VÍDEO) – RTP Notícias de 2026/05/23;

e) «Mau tempo: Líder do PS acusa o Governo de ser desmazelado» (““Este relatório [da Presidência da República] de resposta às tempestades está, aliás, de acordo com outros e chamo a atenção para o relatório elaborado por um deputado do PSD [Paulo Moniz] sobre o apagão [elétrico], que vem dizer também que o Governo foi incompetente e incapaz e teve uma grande descoordenação na resposta”, afirmou.” // ““As preocupações identificadas ao longo da Presidência Aberta são claras: a lentidão de alguns apoios, a persistência de situações por resolver, a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência, e a urgência de garantir que o território entra nos meses de maior risco em condições mais seguras do que aquelas em que saiu do inverno”, refere.”) – ECO de 2026/05/23;

f) «21h. PCP acusa governo de propaganda acerca das tempestades» (“Tivemos depois um governo a dizer que ia ser tudo muito rápido. A recuperação ia ser muito rápida, o dinheiro ia chegar às pessoas e a realidade é que quatro meses depois, praticamente, ainda temos pessoas sem luz. Ainda temos pessoas sem telecomunicações. Ainda temos muita gente à espera de reabilitar a sua habitação. Não é a segunda habitação, é a habitação própria. Portanto, só se pode concluir o que é que houve? Houve talvez demasiado otimismo, muita propaganda, muita encenação, e o fato é que os apoios não chegaram quando deviam ter chegado, com a rapidez que deviam ter chegado ou como foi anunciado que iam chegar.”) – Observador de 2026/05/23;

e g) «Líder do PS acusa Governo de ser "desmazelado" na resposta aos momentos críticos» (COM O VÍDEO, Para José Luís Carneiro, o apagão, os incêndios de 2025 e agora o relatório das tempestades sustentam a "palavra desmazelo, que melhor caracteriza a resposta do Governo aos momentos mais críticos".”) – SIC Notícias de 2026/05/23;

________


2. A tempestade Kristin: a) «É a Política da Catástrofe» – Raquel Varela (no WordPress), em 2026/02/04;

e b) «Effects of Storm Kristin in Portugal» (28/01/2026, “Efeitos da tempestade Kristin em Portugal”) – Wikipedia;

________


3. Nota: composição com Nano Banana (Gemini) a partir de 5 cartoons reunidos num só e com imagem disponível na Web.)

Monday, July 09, 2007

Lagos e banheiras que vazam!

O Correio da Manhã de ontem dá-nos a seguinte notícia em título: «Fenómeno no Chile - Mistério do Lago que vaza».

Pois é! Lá como cá também acontecem destas coisas. Ainda outro dia o Ti’ Jaquim tinha a banheira lá de casa cheia de água com um carregamento de bacalhaus a demolhar para a festa comemorativa do seu regresso definitivo da Alemanha e não é que, como que por encantamento, a água se esvaiu toda pelo cano abaixo?! Tampa mal fechada? Ora! Veio-se a saber que foi o cão d’água Dom Barrabás que se lembrou de ir refrescar-se do calor para o recipiente e, vai daí, para não deixar vestígios (na ideia dele de cão) toca de abrir o tapamento…



A chatice não foi tanto pela perda de água (que aliás não está tão barata como isso!), foi mais porque por pouco se perdia o carregamento de bacalhau e lá se ia (por água abaixo) a grande festa comemorativa do regresso de Ti’ Jaquim de terras da Alemanha! E depois que diriam os seus patrícios?


(1. A notícia; 2. A propósito: Emigração - Wikipedia)

Friday, July 13, 2007

Entidades Reguladoras

1. Entidade Reguladora para a preservação do bebé mamute siberiano e para a defesa da barata

2. Entidade Reguladora para o direito restritivo, para o direito ao contraditório, para o direito editorial e para o pormenor jurídico

3. Entidade Reguladora para a defesa da gravata vermelha, para a defesa da camisa branca e para a defesa do casaco azul e a barba feita

4. Entidade Reguladora para as questões de fundo e para as figuras e os figurinos

5. Entidade Reguladora para a preservação das caldeiras da ilha de São Miguel, para a defesa das fontes de águas minerais, para a defesa das fontes das águas do Caramulo, para a defesa da água transparente, para a defesa das fontes subterrâneas e para o sigilo relativo

6. Entidade Reguladora para a palavra porra!



Com tal emaranhado de Entidades (para uma só coisa) se não houvesse nenhuma não seria melhor?

Ou então podíamos ficar com uma única Entidade que seria qualquer coisa como a Entidade Reguladora para a liberdade, cujo símbolo (logótipo) poderia ser uma senhora de seios grandes, cinta fina e pernas bem torneadas. Medidas de Pamela Anderson. E não saíamos disso!


(A propósito: «Novo Estatuto do Jornalista - Especialistas dizem que pode ser insconstitucional» e o video - Canal de televisão SIC, edição da noite de 2007/07/11)