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Sunday, November 18, 2018

Um Neandertal em Nova Iorque

Alguém desconfia?

























É uma mistura de Neandertal com Quasimodo, o Corcunda de Notre Dame...


(1. A notícia: «Violentos, os neandertais? Não mais do que nós» - Público de 2018/11/16; 2. «Neanderthal» neste «blog»3. E porque se fala em «Quasimodo» - Wikipedia; 4. Notas: a) a ideia de um "Neanderthal" em Nova Iorque vem no Público:

"Para lá deste debate sobre as razões da sua extinção, a forma como os neandertais foram tantas vezes retratados nem sempre lhes foi muito lisonjeira. Eram vistos como rudes e violentos. Mas, entretanto, também já foram representados no extremo oposto - dizendo-se que, se usassem um fato, uma gravata e um chapéu, passariam despercebidos no metro de Nova Iorque." - excerto do artigo de Teresa Firmino;

b) o "nosso Neanderthal" é uma composição a partir da imagem existente na notícia do Público, com o corpo do Quasimodo («Quasimodo 1923.jpg»), num dia de neve em Nova Iorque («Neve em Nova York provoca caos no transporte público e trava a cidade» - Folha de S. Paulo de 2018/11/16))

Sunday, August 30, 2026

Vénus de Brassempouy com o seu filho

Dizem, não sabemos se com rigor, que de vez em quando os Cro-Magnon se caldeavam de sangues com os Neandertais e que essa, embora não sendo a principal, terá sido uma das causas, entre outras, para a sua extinção.

Já uma vez aqui se disse que quem aqui escreve é o fruto de um Cro-Magnon pelo lado do pai e de uma Neanderthal pelo lado da mãe e que estes, por sua vez, deram origem a Peres-Correias, Sousa-Brandões, Bernexes e Serpa-Pimentéis, sem os quais não seria gente, e de que, aliás, existe um histórico testemunho da sua avó Yo-Nander-Tal varrendo o alpendre...

Adiante…

A segunda teoria, que vai parecer polémica, é que não foram os irmãos Lumière, nem Georges Méliès, os pioneiros da história do cinema. Basta um dia passado numa caverna dos nossos avoengos Cro-Magnon para perceber que as figuras pintadas nas paredes, vistas sob a luz ondulante das tochas, e com a ajuda das circunvoluções, saliências e reentrancias da pedra, produzem autênticas animações; serviam elas então para alimentar os medos e os fantasmas dos imberbes ao adormecer, para não falar das cerimónias dos feiticeiros e longas-metragens pelas festas dos equinócios e dos solstícios que a todos encantavam.

A terceira constatação é que, na essência, ainda que os diferencie a geografia e o peso da cultura, os seres humanos são todos iguais, sejam Cro-Magnons ou portugueses do século XXI.

E quando se trata de crianças, em horas de embalar ou antes de dormir, mais verdade é e surgem então algumas perguntas e histórias. Uma de muitas é esta, ora vejam:





(1. A propósito: a) «Vênus de Brassempouy» (“entre 29.000 a 27.000 anos a.C.”) – Wikipedia; b) «Vénus de Willendorf» (“entre 28 000 e 25 000 anos a.C.”) – Wikipedia; c) «Cro-Magnon» – Wikipedia; d) «Homem de Neandertal» (“extinguiu-se há 28 mil anos, na Península Ibérica.”)– Wikipedia; e e) «Arte rupestre» – Wikipedia;

2. E porque se disse que o autor é o fruto de um Cro-Magnon pelo lado do pai e de uma Neanderthal pelo lado da mãe: a) «Já uma vez aqui se disse que...»e b) «Contributos genealógicos: a avó Yo-Nander-Tal...»;

3. E porque se fala dos irmãos Lumière e de Georges Méliès: «História do cinema» – Wikipedia;

4. Dicionário: a) “Briacho”: palavra agora inventada e que passa a constar dos dicionários, significando aquele que está bêbedo; por semelhança, do italiano “ubriaco”; b) “Micrólito”: utensílio de pedra lascada com tamanho extremamente reduzido que servia como ponta afiada para armas de caça;

5. Notas: a) Composição com Nano Banana (Gemini); b) Na elaboração das imagens seguiram-se os seguintes princípios sobre os Cro-Magnon (na verdade pertencentes à nossa espécie Homo Sapiens): 1.º – Anatomicamente seriam exactamente como nós, talvez mais robustos e musculados; 2.º – Pele escura; 3.º – O cabelo era muito bem cuidado, com penteados elaborados, tranças complexas e padrões geométricos na cabeça, como o provam a Vénus de Brassempouy e a de Willendorf; 4.º – Tinham uma linguagem oral perfeitamente articulada e estruturada, organização social, ritos funerários elaborados e pensamento simbólico abstracto demonstrado nas famosas pinturas rupestres.)

Saturday, June 30, 2012

Já uma vez aqui se disse que...

era Cro-Magnon pelo lado do pai e Neanderthal pelo lado da mãe, coisa que agora se confirma pelo hábito que a sua mãe tem de roer as unhas. Está visto que é tique que lhe ficou na massa do sangue provindo de uma avoenga Neanderthal que roía cascas de árvores. Imitações. Hábitos que se transmitem e que mais uma vez provam a sua ascendência muito antiga!


(1. A notícia: «Dentes de um australopiteco revelam que roía cascas de árvores» - Público de ontem; 2. Já uma vez aqui se disse que «Era Cro-Magnon pelo lado do pai...»)

Sunday, August 30, 2026

Vénus de Willendorf com o seu filho

Dizem, não sabemos se com rigor, que de vez em quando os Cro-Magnon se caldeavam de sangues com os Neandertais e que essa, embora não sendo a principal, terá sido uma das causas, entre outras, para a sua extinção.

Já uma vez aqui se disse que quem aqui escreve é o fruto de um Cro-Magnon pelo lado do pai e de uma Neanderthal pelo lado da mãe e que estes, por sua vez, deram origem a Peres-Correias, Sousa-Brandões, Bernexes e Serpa-Pimentéis, sem os quais não seria gente, e de que, aliás, existe um histórico testemunho da sua avó Yo-Nander-Tal varrendo o alpendre...

Adiante...

A segunda teoria, que vai parecer polémica, é que não foram os irmãos Lumière, nem Georges Méliès, os pioneiros da história do cinema. Basta um dia passado numa caverna dos nossos avoengos Cro-Magnon para perceber que as figuras pintadas nas paredes, vistas sob a luz ondulante das tochas, e com a ajuda das circunvoluções, saliências e reentrâncias da pedra, produzem autênticas animações; serviam elas então para alimentar os medos e os fantasmas dos imberbes ao adormecer, para não falar das cerimónias dos feiticeiros e longas-metragens pelas festas dos equinócios e dos solstícios que a todos encantavam.

A terceira constatação é que, na essência, ainda que os diferencie a geografia e o peso da cultura, os seres humanos são todos iguais, sejam Cro-Magnons ou portugueses do século XXI.

E quando se trata de crianças, em horas de embalar ou antes de dormir, mais verdade é e surgem então algumas perguntas e histórias. Uma de muitas é esta, ora vejam:





(1. A propósito: a) «Vénus de Willendorf» (“entre 28 000 e 25 000 anos a.C.”) – Wikipedia; b) «Vênus de Brassempouy» (“entre 29.000 a 27.000 anos a.C.”) – Wikipedia; c) «Cro-Magnon» – Wikipedia; d) «Homem de Neandertal» (“extinguiu-se há 28 mil anos, na Península Ibérica.”)– Wikipedia; e e) «Arte rupestre» – Wikipedia;

2. E porque se disse que o autor é o fruto de um Cro-Magnon pelo lado do pai e de uma Neanderthal pelo lado da mãe: a) «Já uma vez aqui se disse que...»e b) «Contributos genealógicos: a avó Yo-Nander-Tal...»;

3. E porque se fala dos irmãos Lumière e de Georges Méliès: «História do cinema» – Wikipedia;

4. Notas: a) Composição com Nano Banana (Gemini); b) Na elaboração das imagens seguiram-se os seguintes princípios sobre os Cro-Magnon (na verdade pertencentes à nossa espécie Homo Sapiens): 1.º – Anatomicamente seriam exactamente como nós, talvez mais robustos e musculados; 2.º – Pele escura; 3.º – O cabelo era muito bem cuidado, com penteados elaborados, tranças complexas e padrões geométricos na cabeça, como o provam a Vénus de Brassempouy e a de Willendorf; 4.º – Tinham uma linguagem oral perfeitamente articulada e estruturada, organização social, ritos funerários elaborados e pensamento simbólico abstracto demonstrado nas famosas pinturas rupestres.)

Wednesday, January 18, 2023

Vocalizações de três crias de Rex

Reza a bíblia dos animais (que nalguns pontos se parece com a bíblia humana) que “naquele tempo havia gigantes na Terra”(1). De macacada, hominídeos e gente nem rasto pois tudo isso veio muito mais tarde. Era um tempo feroz, difícil de imaginar. Ora acontece que há 65 milhões de anos, mais milhão menos milhão, caiu sobre a Terra um grande pedregulho. A Terra esmoreceu sob a poeira, devastada por incêndios e depois enrijeceu num longo Inverno e a maioria dos “falsos lagartos” (Raptor(2), Foices(3), Bronco(4) e Tyrano(5) são alguns) foram desta para melhor! Os que sobreviveram, pequenotes e ágeis e emplumados, evoluíram para as actuais aves. Safaram-se!

Não se sabe, ao certo, desde quando a humanidade tomou conhecimento desses “gigantes” (embora nem todos o fossem) mas é de supor que um Cro-Magnon, um Neanderthal, tenha algum dia tropeçado no osso de um Rex sem saber o que era, tomando-o como uma clava a jeito. Hoje estudamos os seus fósseis e “habitats”, a sua biomecânica e a sua vocalização… Escrevem-se livros. Fazem-se filmes.

Ora é precisamente na tentativa de perceber como “alguns” desses animais vocalizavam que deixamos aqui um registo que talvez se aproxime. Demos-lhe o nome de “Vocalizações de três crias de Rex”. Ouçam (e vejam) quão terríveis são! E, já agora, imaginem-se perseguidos, “Ó pernas! Para que te quero?”, dando às de vila-diogo!...


(Calma! Na verdade, são três crias de calopsitas – ou caturras –, a mais nova com 15 dias de vida e a mais velha com 20 dias.)


(1. a) «Dinossauros» (“As aves são agora reconhecidas como a única linhagem sobrevivente de dinossauros terópodes”) – Wikipedia; e b) «Theropoda» (Subordem de dinossauros bípedes) – Idem; 

2. «Dinossauros» neste «blog»;

3. A propósito de Calopsitas (ou Caturras): «Nymphicus hollandicus» – Wikipedia;

4. Notas ao texto: (1) Génesis 6, 4; (2) «Velociraptor»; (3) «Therizinosaurus»; (4) «Brontosaurus»; (5) «Tyrannosaurus rex» – Wikipedia.)

Wednesday, May 09, 2012

Era Cro-Magnon pelo lado do pai...

e porque tinha a pele branca e os cabelos ruivos da mãe o mais certo era ser também Neanderthal… Tinha, pois, uma ascendência muito antiga!


(A propósito: «Cro-Magnon» e «Homem-de-neandertal» - Wikipedia)

Saturday, July 21, 2012

Contributos genealógicos: a avó Yo-Nander-Tal...

cujo sangue se caldeou com um Cro-Magnon e deu origem a Peres-Correias, Sousa-Brandões, Bernexes e Serpa-Pimentéis...

Já por duas vezes aqui se disse que era Cro-Magnon pelo lado do pai e Neanderthal pelo lado da mãe, mas nunca se mostrou o retrato... Felicíssimo e único registo onde se pode ver a senhora a limpar o alpendre, enquanto não chove...




















(1. «Já uma vez aqui se disse que...», neste «blog»; 2. Composição a partir da imagem existente em «Neanderthals Self-Medicated?» - National Geographic, ontem)

Thursday, December 13, 2018

O fantasma da sotaina

Dizem que os fantasmas são brancos, translúcidos, cor de nuvem, tipo lençol ao alto com ponta amarrada a fazer de pé e no topo dois buracos a fazer de olhos. Esta é a forma que têm de aparecer ao mundo pois na verdade são invisíveis. O gozo maior que têm é pregar partidas aos humanos. A rasteira e o empurrão são das mais preferidas. 

Todos os fantasmas atravessam séculos além de atravessar paredes. São navegadores do tempo. Já eram vistos no Antigo Egipto. Representações em cavernas da Pré-História dão conta da sua existência mesmo entre espécies humanas já extintas, como o Neanderthal. São, por isso, uma espécie de História Universal ambulante. Os fantasmas sempre acompanharam a espécie humana e outras subespécies humanas de modo que há 65 milhões de anos não existiam. Sabemos, portanto, que não foi por culpa deles que os dinossauros se extinguiram.

Como em tudo na vida aqui também há os de mau gosto. Usam a sotaina em vez do lençol, coisa em desuso entre nós. Os fantasmas jovens, tipo Artur, O Fantasma Justiceiro, quando em berço ainda se davam as primeiras cruzadas, escangalham-se a rir quando vêem um vestido à padre e assobiam-lhe. Quando não lhe chamam lençol de viúva, pá de construção civil ao alto cheia de botões, o que calhar. Nisto, os fantasmas, têm um sentido de humor muito britânico. Ou será francês?

Eis, portanto, o nosso fantasma da sotaina:

Dizem que os fantasmas são brancos, translúcidos, cor de nuvem... mas este não é.
























(1. «Artur, o Fantasma Justiceiro» e o «O Falcão [1ª série]» - Bedeteca Portugal; 2. E ainda «Artur e fantasmas» neste «blog».)

Saturday, June 16, 2012

Estudantes de Belas-Artes

Espalhados pela cidade, sentados nos bancos dos jardins, ou, quando não os há, no chão ou em assentos improvisados, vários estudantes de Belas-Artes, de pastel e carvão na mão, desenham a obra que há-de finalizar o ano lectivo. A pergunta sobre "um homem de cócoras, virado para a parede, muito concentrado no que está a fazer" "com uma mão apoiada na rocha, imerso numa ténue nuvem de pó vermelho" a "pintar a sua mão em negativo, soprando suavemente para cima dela um pigmento", é a mesma para os de hoje: «São Homo sapiens ou Neandertais?» - Público de anteontem (adaptado).


(1. A notícia: «Os Neandertais poderão ter sido os primeiros artistas das cavernas»; 2. A propósito: «Era Cro-Magnon pela lado do pai...» (onde se fala deste e do Homem de Neanderthal) - neste «blog»)