Thursday, April 30, 2020

Coronavírus - Até os extraterrestres estão preocupados!

Os vídeos são antigos (2004 e 2015) mas só agora foram divulgados por fontes oficiais:

Jornal da Noite da SIC, de 2020/04/29.























(1. A notícia: «Pentágono divulga vídeos de OVNI para “esclarecer quaisquer equívocos”» - Público de 2020/04/29; 2. «Coronavírus» neste «blog».)

Coronavírus - #FiqueEmCasa

Imagem de "Descalços no Parque", transmissão da RTP de 2020/04/29.





















(1. A propósito: «Descalços no Parque» (filme norte-americano, do género comédia, com Robert Redford e Jane Fonda.) - Wikipedia; 2. «Coronavírus» neste «blog».)

Coronavírus - Livros de amor para ler na Quarentena com Siamês

Quiosque na Rua Antero de Quental, no Porto.





















(«Coronavírus» neste «blog»)

Tuesday, April 28, 2020

Coronavírus - Eu disse mãos ao alto!

"Prós e Contras" de 2020/04/27, na RTP1: aspecto de uma desinfecção.





















(1. E uma imagem/notícia: «Mãos ao Alto» ("A polícia deteve um homem depois de este ter corrido para a praia de Galveston, no Texas, fechada devido à pandemia. A polícia já vinha a perseguir o homem, que segundo testemunhas tinha perturbado a circulação de veículos na Seawall Boulevard.") - MUNDO | COVID-19, RTP Notícias de 2020/04/28; 2. «Coronavírus» neste «blog»)

Coronavírus - Hoje sinto-me verde!

Zig e Zag falam do coronavírus e do estado de saúde (cartoon):





















RTP1 de 2020/07/27, a seguir ao Jornal da Noite.














(1. «China atribui código QR aos cidadãos para conter Coronavírus» (verde, se não há motivo para se isolarem; amarelo, quando são necessários 7 dias de isolamento; vermelho, quando são necessários 14 dias de isolamento) - Público de 2020/03/06; 2. «Coronavírus» neste «blog»)

Coronavírus - Livros de amor para ler na Quarentena

Quiosque na Rua Antero de Quental, no Porto.





















(«Coronavírus» neste «blog»)

Coronavírus - O pensamento democrático de Rui Rio

Não foi bem assim que foi dito, mas a ideia foi esta:

Isto É GOZAR com quem TRABALHA, programa de Ricardo Araújo Pereira de 2020/04/26, na SIC.






















(1. A propósito: «As cadeiras vazias de Rui Rio», neste «blog»; 2. «Coronavírus», idem.)

Coronavírus - A Biblioteca de Marques Mendes - VI

Se tivéssemos que fazer uma História dos Livros e ordená-la por cores dois surgiriam à cabeça: o Livro Vermelho, de Mao Tsé-Tung, e o Livro Verde, de Kadhafi. Ainda encontraríamos um terceiro, pois é comum que as Bíblias tenham capa preta e letras douradas, embora nos digam que o preto não é cor.

Análise de Marques Mendes no jornal da noite de 2020/04/26, na SIC



Já antes aqui tínhamos falado de um certo livro azul que está na biblioteca de Marques Mendes e interrogámo-nos na altura se seria um que pensamos conhecer e que por agora não revelamos para manter o suspense. Mas o problema é que livros azuis, raros, há alguns e o mais parecido que encontrámos foi o Project Blue Book. Chegados aqui, perguntámo-nos: será o relatório, em forma de livro, que está ali na estante ou o filme coberto com uma capa?

Ainda assim fica a pergunta: Será que Marques Mendes é um entusiasta de OVNIS e conspirações alienígenas? Fica a questão que vamos resolver em breve. Está prometido!


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(1. O "Livro Vermelho" de Mao Tsé-Tung:

O "Fim da História", a "Síntese", não termina com a conquista do poder pelo proletariado. A luta de classes continua mesmo depois do proletariado conquistar o poder.

Na luta de classes existem "classes antagónicas", que tenderão irremediavelmente a combater-se, e "classes não-antagónicas", cujos interesses não são necessariamente antagónicos. É o caso dos intelectuais em relação aos camponeses ou destes em relação aos operários;

2. E o "Livro Verde" de Kadhafi: «'Livro Verde’ resumia pensamento de Kadhafi durante governo da Líbia» - Globo.com;

3. E porque se fala de alienígenas: «Project Blue Book» - Wikipedia;

4. «Coronavírus» neste «blog»)

Wednesday, April 22, 2020

Dia da Terra em tempos de Coronavírus

Coisas que nem um urso sabe:

Imagem do jornal da noite de 2020/04/22, na SIC.





















(1. A propósito: «Dia da Terra» (22 de Abril) - Wikipedia; 2. «Coronavírus» neste «blog».)

Eis o ideal de beleza que qualquer homem suspira!

Cabeça de penico 
Corpo de coração.
Pernas de sorvete
Boca de morcego.
Olhos de carneiro mal morto
Nariz de avião.

Vestido às pintinhas
Em baixo travado
Com combinação por baixo.
Colar de pedras brancas
Língua de abelhuda
À soleira da porta.




Cabelo em cachos de uva
Luvas de pelica.
Carteirinha na mão
Lacinho no chapéu.
Pêlos nos braços e pernas
De muita carninha.

Sapatinho de meio tacão,
Preto,
De verniz.

Eis o ideal de beleza que qualquer homem suspira!


(Dicionário: a) Olhos de carneiro mal morto: olhos mortiços; b) Abelhuda, no sentido de "cusca": que ou aquele que é excessivamente curioso(a) em relação a algo ou alguém, intrometendo-se de forma mais ou menos indiscreta para satisfazer a sua curiosidade; o mesmo que bisbilhoteiro; c) Pelica: pele fina de carneiro ou cabrito, para luvas, calçado, etc..)

Prima-dona ou matrona?

Prima-dona, se primeira numa ópera, também pelo seu andar, pela sua pose, denotando uma individualidade arrogante, parece. Hipótese que depois com olhar mais atento se exclui pela existência de alguma pilosidade.



Matrona, se considerada pejorativamente, ou seja, mulher de meia idade e corpulenta, de aparência pesada, ainda que algo cuidada mas com pêlos, parece ser o que melhor encaixa no que vemos.

Então, fica a ser a matrona dos anos 50 do século passado cujo autor não é este autor.

Em todo o caso, uma bela estampa! Muitos se mataram nessa época por beldades destas!


(Dicionário: a) «Prima-dona» - Ciberdúvidas da Língua Portuguesa; b) «matrona» - Infopedia)

Coronavírus - A Biblioteca de Marques Mendes - V

O mistério do Livro Azul

Era nas falsas folhas de rosto dos livros que Fabien colocava o seu nome para que não houvesse dúvidas de que era o proprietário. Fazia isso também para dar valor a cada livro, mostrando que era um livro lido, não um livro só, abandonado. Abaixo do nome, numa segunda linha, ia o nome completo de Margaret, depois uma vírgula, e logo à frente, a cidade onde viviam, Paris.

Assim foram marcados uns quinhentos livros. E assim permaneceram durante anos, expostos, lidos e estimados.

Mas um dia as circunstâncias mudaram. Os livros viajaram para outra casa, ganharam uma nova companheira - Christine - e a segunda linha nas falsas folhas de rosto passou a ser uma intrusa da casa. Acrescentar uma terceira linha não costuma ser bem visto nestas ocasiões e nem a terceira linha se via de bom grado a conviver com a sua rival. De modo que a solução foi amputar dos 500 livros dono, rival e cidade nas falsas folhas de rosto, com muita tristeza, é certo, mas também como prova de tolerância pela terceira linha que sofria - e se calhar ainda sofre - de psicose maníaco-depressiva, vulgo bipolaridade.

O facto é que quinhentas falsas folhas de rosto foram rasgadas e meticulosamente deitadas a um cesto que não chegou a ir para o lixo. Recolhidas e guardadas à sucapa, esperam pelo dia em que voltem a unir-se aos livros a que pertencem. É uma questão de tempo e paciência. Quando a terceira linha já não estiver a ver.

Análise de Marques Mendes no jornal da noite de 2020/04/19, na SIC



Na biblioteca havia um livro especial, conhecido por Livro Azul. O Livro Azul era muito valioso por ser uma primeira edição de que restam uma meia dúzia de exemplares. Tirando a falsa folha de rosto que lhe está em falta está como novo. Provavelmente já não vai a tempo de ser recauchutado. Foi entretanto vendido e comprado num alfarrabista, e é tudo quanto se sabe. E dos 500 restam agora 499.

Será este o Livro Azul que vemos agora na biblioteca de Marques Mendes? O mistério Azul continua. Não percam os próximos episódios!


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(«Coronavírus» neste «blog»)

Sunday, April 12, 2020

Coronavírus - A Biblioteca de Marques Mendes - IV

O nosso faro policial não abrandou na tentativa de encontrar uma explicação sociológica para a biblioteca de Marques Mendes bem como para os hábitos e motivações pessoais do seu proprietário.

Grão a grão enche a galinha o papo e, assim, pelo menos enquanto durar o confinamento, lá chegaremos.


Análise de Marques Mendes no jornal da noite de 2020/04/12, na SIC


Desta vez dois livros de lombada aparentemente de cor cinza trocaram de lugar entre si: o mais alto mudou-se da direita para a esquerda. Será que Marques Mendes está-se a render aos fascínios de António Costa? Fica a pergunta.

A outra observação parece, por enquanto, inócua para a solução: o livro amarelo que andava constantemente aos trambolhões - ora de cabeça para baixo ora de cabeça para cima - deu lugar a uma nova entrada, um livro azul. Mas vamos ficar de olho neste livro azul sem esquecer o amarelo que por agora desapareceu do mapa. Talvez esteja aqui a chave final do problema!


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